Informativo Sindical SINTESPAR - Mensagens Antigas

Adir de Souza
Presidente do SINTESPAR
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Postado por: Adir de Souza
Data: 14/09/07 18:26:24 h

Pagina denovo on line
Nossa pagina interativa de noticias está de novo on line...

Aguardem novidades no site.

Postado por: Adir de Souza
Data: 28/02/07 03:29:33 h

seu voto é importante

Adir de Souza


Aos colegas estamos chegando na reta final desde ja muito grato pelo Voto depositado e comunico que a votação da revista vai até dia 28, portanto venho pedir mais uma vez seu qualificado Voto, no site esta sendo efetuada a votaçao online, vota lá entra no site

www.cipanet.com.br

de prêmio destaque ao clicar aparece em verde Segurança do Trabalho
clica e aparecem os nomes para votar, e manda
para sua Lista de amigos
desde já obrigado e veja nossa página

www.sintespar.com.br

E nossa Rádio na WEB

www.radiokosak.com.br

desde já grato

Adir de Souza


Postado por: Adir de Souza
Data: 15/01/07 01:44:01 h

ATO PÚBLICO
Favor enviar para sua LISTA

O SINTESPAR - Convida a todos os Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado do Paraná
No dia 20 de janeiro como ficou decidido na assembléia do dia 07 de dezembro de 2006
Fazermos um Ato Público, por Um Piso Salarial digno que nossa Categoria merece.
E em protesto pela Morte do Técnico de Segurança do Trabalho, Fernando Bittencourt de Campos, na cidade de Jacarezinho.
A Concentração – Será em Frente à Universidade Federal do Paraná na Praça Santos Andrade, e caminharemos até a Boca Maldita
Hora: 10:00 Horas
Dia 20 de Janeiro Sábado
Esperamos contar com A categoria, para mostrar a nossa União e Força, e espirito de Solidariedade; esta é a hora!
E conto com todos os colegas que querem melhoria nas condições de trabalho
Que os empresários respeitem a nossa profissão.
Que a sociedade saiba da impotancia da nossa profissão.
Que trabalho é meio de vida, e Não de Morte
Favor confirmar sua apresença
pelo email sintespar2006@yahoo.com.br
Adir de Souza
www.sintespar.com.br

Postado por: Adir de Souza
Data: 17/12/06 18:19:33 h

FENATEST REALIZA SEMINÁRIO EM MAIO 2007

Minha sugestão é a realização de Um Congresso
O cartaz da foto é do 2º CONTEST Congresso Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho Realizado na nossa querida e bela ilha e de Florianópolis, com a realização do Sindicatos dos Técnicos de Santa Catarina SINTESC com apoio do SINTESP e SINTESPAR Sindicatos dos Técnicos de Segurança do Trabalho de São Paulo e Paraná pois estes tres Sindicatos tem a sua carta sindical na mesma data e nasceram na luta pela nossa categoria e também de uma Associação Nacional que criamos na época para aglutinar as entidades Sindicais, e interessante ressaltar que os Sindicatos de nossa Categoria nesta época tinham um ano e existência, e depois nunca mais foi realizado algo deste mesmo porte e com a importancia que teve para a categoria, pois estavam presentes neste evento, toda direção da Fundacentro, vários Secretários de Estado do Trabalho e todas as entidades de Técncos do Brasil precisamos resgatar esta UNIÃO e Tenho orgulho de ter trabalhado para que estes eventos fossem realidade.
E depois da criação da FENATEST NUNCA MAIS FOI REALIZADO NADA DESTA IMPORTÂNCIA PARA NOSSA CATEGORIA

Porque a FENATEST não tem coragem de realizar o 3º CONTEST?
além do nome CONTEST QUE É BASTANTE SUGESTIVO E AINDA, ISTO É PRESERVAR A HISTORIA DE LUTA DE NOSSA CATEGORIA.

E A FENTATEST quer realizar um seminário, sem pedir a opinião da categoria sem ouvir os mais interessados, ja resolveram tudo, local, programação,comissão organizadora tudo!

Proteste reclame você e merece ser ouvido é seu direito
Envie um e-mail para Sr. Cláudio diretor da FENATEST


Envie um e-mail para o diretor da FENATEST e manifeste a sua opinião Vamos mostrar a nossa Força
kkcau@yahoo.com.br


Adir de Souza

Postado por: Adir de Souza
Data: 05/12/06 03:01:17 h

Funcionária do Alvorada sofre acidente de trabalho
4/12/2006 - Yahoo
Ac.Trabalho - Acidente no Palácio da Presidência

Funcionária do Alvorada sofre acidente de trabalho

Maria Angélica Rodrigues dos Santos, 51 anos, acidentou-se hoje de manhã quando operava uma máquina industrial de lavar roupa no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como seu braço direito ficou preso na engrenagem, o Corpo de Bombeiros foi chamado ao Palácio para prestar os primeiros socorros.

Também acionado para socorrê-la, o médico que fazia plantão no Alvorada acompanhou a funcionária na ambulância dos bombeiros até o Hospital de Base de Brasília. Maria Angélica chegou ao serviço de emergência do hospital consciente e com suspeita de fratura, mas os médicos constaram que havia apenas uma contusão, além de um pequeno corte no lábio, suturado com três pontos.



Postado por: Adir de Souza
Data: 28/10/06 17:50:10 h

A Fentaest é dos Técnicos de Segurança
Favor Ler de baixo para cima

Resposta: Ao Sr. José Augusto


Quem nunca se preocupou para que os TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO BRASIL tenham Convenção Coletiva, Pisos Salariais, que nunca ajudou os Sindicatos politicamente e muito mesmos financeiramente não tem moral para falar em Ética, muito menos Lealdade, a nossa Lealdade tem que ser com os Técnicos de Segurança do Trabalho, este discurso falso de Dono da Verdade, além de parecer doentio, de que queremos tirar seu pirulito, leva o lema nazi-fascista, do tempo do integralismo, de quem não esta comigo esta contra mim.

O Sr.José Augusto não tem moral para falar de Lealdade, pois nunca foi Leal com os verdadeiros idealizadores da FENATEST e que o colocaram na entidade, como Sr. Valdete, Sr. Ferreira Sr. Jaziel e o Sr. Wilson Lourenço e é bom que aprenda que Lealdade incondicional só se dá a um DITADOR, virou as costas para estas pessoas e se auto-intitula Dono da FENATEST.

E Quando afirmo que não tem moral, pois os Sr, José Augusto, há muito tempo ele não é dirigente sindical, foi posto para fora da chapa do SINTESP, em reunião para escolha da chapa, e foi por unanimidade ninguém aceitou seu nome para fazer parte do SINDICATO.

E um dos princípios fundamentais para que a nossa Federação tenha acima de tudo legitimidade e unidade e não unicidade e que seus dirigentes Sejam dirigentes dos Sindicatos de Técnicos em seus respectivos estados e profissionais que atuem na área.

Se não corremos o risco de ver nossa FENATEST dirigida só por empresários, (patrão) donos de assessorias então vejam Sr José Augusto é dono da www.engesegc.com.br, Paulo Kirchenner é dono de uma empresa chamada SETRA, o Nardelli dono de um escritório, Contabilidade Nardelli e diretor de um Sindicato dos Àrbitros de Futebol do Estado do Paraná.

O Sr. José Augusto Usa demasiadamente a palavra Lealdade em todas as comunicações merece uma pequena analise, quem é Leal não precisa ser tão afirmativo assim, parece que fica cobrando e não vejo dar nada em troca, ser Leal deve na condição humana na convivência em sociedade e usa esta palavra LEALDADE como forma de coerção.

Neste caminho que está indo e se acabar a contribuição sindical obrigatória que sustenta FENATEST com 15% de um dia de trabalho de todos os Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil, como a entidade vai sobreviver? Se os verdadeiros dirigentes Sindicais das entidades nos Estados não fazem parte da FENATEST quem vai bancar e mandar na entidade? Os donos empresas de EPI? Ou o dono empresa de comunicação. (revista).

O Sr. José Augusto, tenta com suas atitudes jogar os outros dirigentes contra eu e o Armando só estou fazendo uma constatação para refletirmos e nunca imaginamos e não queremos ninguém de fora, queremos é todos juntos e nem o Sr. José Augusto nós queremos fora de nosso movimento, queremos que ele participe de perto para ver como fazer uma entidade ser respeitada e conhecida a nível nacional que hoje não é, principalmente no meio dos colegas Técnicos poucos sabem o papel de nossa entidade.

Não queremos nem o cargo que ele ocupa da CNTC nem o SÁLÁRIO que ele recebe uns 5.000,00 reais por mês, e ele que alega ser tão Leal nunca fala deste salário para seus amigos, e é bom ressaltar que este cargo é dos Técnicos de Segurança.

E leiam e vejam o Tamanho da prepotência e arrogância com que o companheiro se pronuncia que somos minoria e que ele domina 17 SINDICATOS e tem a maioria e o que está em debate é o que é bom para nosso movimento a nível Nacional e para os Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil, com certeza é a mudança. Se em 14 anos esta entidade não mostrou a que veio, tinha que ter humildade de dizer e deixar outras pessoas trabalharem.

E quando afirma sobre a sua suposta maioria que para mim não quer dizer nada: Hitler também quando assumiu o governo da Alemanha tinha a maioria de 80% da população e vejam no que deu.

E quando usa o exemplo do companheiro Schulte, é demonstração da cara de pau usar um exemplo deste tão pelego, eu sei que ele perdeu a eleição no Sindicato dos Comerciários de Pelotas para uma chapa de oposição montada pela Força Sindical, mas é muito diferente pois em cada Estado existe uma Federação deste segmento dos Trabalhadores e no nosso movimento Temos somente uma entidade a nível Nacional, e o que senhor fez alterando o Estatuto foi Golpe para se manter no poder ad-eternum, falta de escrúpulo.

E ainda o senhor é muito mal educado e covarde efetuou a sua inscrição em nosso Seminário em junho em Curitiba e educadamente o coloquei na Programação e respondeu com atitudes grosseiras e desrespeitosas e covardes porque não me colocou na programação para debatermos no ENATEC em São Paulo tem medo de olho no olho, frente a frente de encarar a verdade acredito que sua vinda a Curitiba não coincidiu com seu trabalho de “Consultor” que viria fazer em Curitiba e no litoral do Paraná, isto é falta de Ética tomando trabalho de Técnicos novos na área e de pessoas que precisam.

E quero ressaltar para ser fiel com a verdade e parabenizar, o nosso Presidente Elias Bernardino pelas suas atitudes e constatei pessoalmente isto no evento do Rio de Janeiro, que me recebeu com civilidade e a sua forma democrática de condução dos debates sendo respeitoso e democrático, nos fez crer que o companheiro Elias sem o Sr. José Augusto por perto, conduz melhor o trabalho da nossa entidade.

Parece que nosso Movimento Sindical da área de Segurança do Trabalho ainda tem que descobrir o que é Democracia que a participação no processo democrático não se limita ao dia da eleição (de nossa Entidade), e que o voto é somente um dos atos e SINDICATO na minha visão política é coisa séria, e como célula importante de um País em um Estado de direito Democrático, e o senhor José Augusto tem que aprender a compreender mais sobre esse processo histórico e parar de achar e se arvorar onipotente e dono da FENATEST.

Usando pseudo poder, pois se não entender, que somente existirá com a união da entidades Sindicais dos Técnicos de Segurança do Brasil, e que não tem capacidade de fazer união, e que vai ser cobrado pela história, e não vamos parar de questionar, pois a entidade pertence a toda a categoria, e pela minha formação política e história de luta que tenho no Movimento Sindical tenho obrigação Moral de devolver a nossa entidade para os profissionais que verdadeiramente defendam os Técnicos e Segurança e lutem por nossos interesses, o senhor José Augusto já teve 14 anos e nada fez de concreto.

E afirmo que não estou sozinho nesta empreitada, tem muito mais colegas que o senhor José augusto imagina, em todo o Brasil que comungam desta mesma posição, ele poderia deixar nosso movimento, para sair com um pouco de dignidade se é que ainda possui.

Discursando em Viena, na primavera de 1872, Rudolf Von Ihereing bem ilustrou o símbolo da Deusa Themis da Justiça, “a espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada, a impotência do direito. Uma completa a outra, e o verdadeiro estado de direito só pode existir quando a justiça sabe brandir a espada com a mesma habilidade com que manipula a balança.”.

Adir de Souza
Presidente do SINTESPAR
www.sintespar.com.br



From: José Augusto da Silva Filho
To: \"Antonio Sergio Aras de Almeida\"
Subject: Precisa haver unicidade nos assuntos da Fenatest...
Date: Fri, 6 Oct 2006 19:58:44 -0300
Prezados (as) Amigos (as) e Companheiros (as)
Prezado amigo e companheiro Presidente da FENATEST Elias Bernardino da Silva Júnior

Devido a minha total indignação e diante dos fatos que presenciei e ando presenciando, inclusive com desmandos, autoritarismo e inverdades, tomei a iniciativa de maneira livre e expontânea, escrever esta matéria abaixo, que é de interesse comum para todos nós da Federação e dos Sindicatos Filiados. Não posso concordar com o que os meus olhos vêem e lêem, o que meus ouvidos ouvem e principalmente o que falam. Assumindo totalmente a responsabilidade sobre tudo que escrevi aos meus companheiros e amigos da Federação. Precisamos de um NORTE....urgente....
Temos princípio e lealdade junto a FENATEST e junto a todos que dela participam, e principalmente, até os dias de hoje nunca faltou minha lealdade e os meus serviços para com o movimento sindical nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho e tampouco para com o nosso atual Presidente da FENATEST, que além de ser meu amigo é e sempre foi companheiro de lutas (como muitos de voces também os são). Portanto, estou dando a minha contribuição como já é de costume, pelo menos àquelas pessoas e companheiros que me conhecem.

NOTA:

O Estatuto em momento oportuno seria discutido e não foi definido quando (data), pois mesmo com a decisão e aprovação na última Reunião de Diretoria de que se deva reformá-lo, não seria agora para outubro, onde seria convocada Assembléia específica para tal, por parte do Presidente da Fenatest. Isto não é prioridade, mas sim uma grande jogada política de quem nunca teve a maioria dentro do movimento sindical e que pretendem retalharem os companheiros atuais Diretores da Federação.

O Jornal Primeiro Passo do Sintesp edição 189, o Armando declara na página 04 (com a foto de todos que participaram da Reunião da Diretoria e que foram ao Sintesp após a Reunião (visita), que a Assembléia para se discutir a reforma estatutária seria convocada em outubro/2006, sendo que não foi definido esta data conforme Reunião de Diretoria. Fiquei mais uma vez horrorizado com mais esta postura deste sujeito, que foi para esta reunião com duas procurações embaixo dos braços (Sávio do Sintest-MG e de Jaziel do Sintesb sendo este último com o seu sindicato desfiliado da FENATEST. E o Armando contando com este pseudo trunfo, como ele tivesse sitiado os sindicatos da BA, MG e de AL. Que absurdo...isto é e foi ridículo companheiros!

A grande e pretenciosa estratégia do Armando e do Adir, é tirar definitivamente o José Augusto da Diretoria da Federação nas próximas eleições (com esta pseuda reforma estatutária), juntamente com Nardelli, Robson, Sérgio Aras, Paulo Kircnher e tantos outros companheiros que não possuem cargos nos Sindicatos Estaduais filiados. Além do mais, se for aprovado este artigo no Estatuto, ele será inconstitucional, já analisamos esta pretenciosa proposta política, junto aos nossos Advogados em Brasília, inclusive consultando o companheiro Schulte, que passa pela mesma situação atualmente, pois tem cargo apenas na Fecosul e não no Sindicato e vejam Senhores, ocupa o cargo de Primeiro Secretário na nossa CNTC. Pergunto isto é legal ou ilegal??? Naturalmente que é Constitucional. Vamos parar com isto.

Tentam também com as propostas que irão apresentar, impedir as reeleições para os cargos de Diretoria e Presidência da FENATEST. Querem darem um RODO!!!
Esta aí companheiros mais uma vêz, estampada a falta de unicidade nos assuntos da Federação e a falta de sincronia que rola e que sempre houve por parte dos Presidentes do Sintesp e do Sistespar e principalmente a falta de companherismo, ética e seriedade por parte deste pequeno e minúsculo grupo, pois se assim o fizerem e apresentarem esta proposta, iremos contestá-la com o apoio de no mínimo 17 Sindicatos Filiados pela não aprovação. Tentem e ele irão ver! Como sempre ocorreu, quando eles nos enfrentam e tentam encaminhar propostas que não estão sincornizadas e não representa a unicidade da grande maioria dos filiados e dos Diretores da Federação, são vencidos democraticamente e pela maioria através do voto.

Seriedade acima de tudo, pois a atual prioridade (exatamente e neste atual momento) é e seria a seguinte pauta que deveria compor a convocação desta Reunião da Diretoria e do Conselho de Representantes da FENATEST, caso ela realmente seja convocada:

Promover o II Encontro Nacional de SESMT ainda para este ano de 2006, discutirmos sobre o CBO (Código Brasileiro de Ocupações) 3516 como novas atividades do Técnico de Segurança do Trabalho, vindo alterar a Portaria 3275/89; CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanete), NR4, PNSST (Política Nacional de Segurança e Saúde do Trabalho), Código Brasileiro de Segurança e Saúde no Trabalho do Projeto de Lei 7.097/2002, Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho, com um cadastro nacional de toda a categoria de todos os Estados; Formação Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho, enfim o II Encontro Nacional do SESMT, poderia ter um tema central como por exemplo: Liberdade e Autonomia no Trabalho - Formação e Aperfeiçoamento Profissional. Debateríamos também outros sub temas: Ética Profissional, Conselho Federal dos Técnicos de Segurança do Trabalho, Competências e Capacidades Profissionais diante da atual CBO e as novas atribuições do Técnico de Segurança do Trabalho, Níveis de Atuação do Profissional no Mercado de Trabalho, Acordo Coletivo e Salários da Categoria nos Estados, e a grande polêmica e dúvidas que existem com milhares de companheiros sobre o curso e a formação de Tecnólogo em Segurança e Saúde no Trabalho e a atividade profissional após formação.

Com esta iniciativa devemos conseguir com unidade e força, com propostas reais e concretas amplamente e democraticamente debatidas neste Encontro, avançarmos em busca de novas conquistas e espaços necessários para o crescimento de nossas entidades sindicais (sindicatos e federação) e principalmente a valorização e crescimento profissional dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil. Encaminharmos também aquilo que seja relativo a construção de Projetos de Lei junto ao Congresso Nacional, com algo consistente e representativo, fruto das propostas aprovadas neste Evento. Da mesma forma assuntos relacionados a Educação junto ao MEC/SEMTEC e esse por sua vez encaminharia ao Conselho Nacional de Educação. Sensibilizar e mostrar a nossa força junto a patronal, onde se pretendemos viabilizar efetivamente nos Estados através de nossos Sindicatos Filiados, os acordos e/ou convenções coletivas de trabalho.

O objetivo e idéia inicial seria esta, para tanto necessita se convocar uma Reunião da Diretoria e do Conselho (conjuntamente) para tratarmos exclusivamente desta matéria urgente e necessária para todos os Filiados, para a FENATEST e para toda a categoria nacionalmente. Isso sim que é prioridade companheiros. Na reunião se discutiria as datas deste evento, local, o temário, expositores, infra-estrutura, organização, divulgação, patrocinadores e outros mecanismos para viabilização e realização do evento.

Espero que esta minha matéria não seja foco ou peça de fofocas na rede (pela internet), mas no sentido de fortalecer e engrandecer as nossas lutas!!!

Precisamos e será necessário, caminharmos logo e avançarmos, vindo construir realmente um Projeto e um Plano Nacional.

PS.: Aguardo manifestações de todos voces sobre esta matéria

Cordialmente

José Augusto da Silva Filho
Diretor da CNTC
Diretor da FENATEST


Postado por: Adir de Souza
Data: 12/09/06 08:58:15 h

doença do trabalho ficrá mais fácil provar


DEU NO JORNAL GAZETA DO POVO TERÇA-FEIRA, 12 de setembro de 2006


PREVIDÊNCIA

Comprovar doença de trabalho ficará mais simples

Até o fim deste mês, ficará mais fácil para o trabalhador comprovar doenças relacionadas ao ambiente de trabalho. Deve entrar em vigor o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), informou ontem o secretário-geral do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas. Ele participou em Curitiba do Seminário Estadual de Conselho de Previdência Social, realizado pela Gerência-Executiva do INSS no Paraná.

Na prática, o INSS passará a ter um banco de dados em que cada categoria profissional será relacionada às doenças estatisticamente mais freqüentes a sua área. Quando o trabalhador fizer a consulta ao órgão, o perito vai analisar se o caso está ou não na lista das doenças peculiares a sua atividade. Em caso afirmativo, o trabalhador passa a receber automaticamente o auxílio-doença acidentário, que garante o depósito mensal do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) durante todo o tempo em que estiver afastado e mantém o vínculo com a empresa por pelo menos um ano após a licença. Se a empresa não concordar com a decisão, caberá a ela provar que a doença não é originária do emprego.


Hoje, o trabalhador precisa apresentar a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), normalmente assinada por um médico da empresa, para comprovar a relação da doença com o ambiente de trabalho. \"Em muitos casos, os trabalhadores têm dificuldade em comprovar esse vínculo e acabam optando pelo auxílio-doença\", explica o secretário-geral Carlos Gabas.

A medida também visa incentivar as empresas a garantirem um ambiente de trabalho adequado a seus funcionários. \"As empresas que reduzirem o número de acidentes de trabalho vão pagar alíquotas menores\", diz Gabas. Atualmente, as empresas pagam alíquotas do Seguro Acidente de Trabalho (SAT) de 1%, 2% e 3% sobre a folha de pagamento, variando conforme o risco da atividade. Mesmo aquelas que efetivam mudanças e baixam seus números de acidentes continuam pagando o valor da alíquota máxima. \"A idéia é incentivar a melhoria da segurança no trabalho. Por exemplo, se o número de acidentes de trabalho aumentar, a empresa também vai passar a pagar uma alíquota com valor maior\", explica Gabas.

Para o coordenador do curso de economia da UniFAE, Gilmar Lourenço, a medida \"faz parte do pacote de bondades que o governo federal vem lançando para a sociedade nesse ambiente eleitoral\". Para ele, os efeitos práticos devem ser pouco significativos, e o NTE deveria fazer parte de uma \"detalhada reforma trabalhista, e não ser apenas uma medida pontual do governo, que ainda pode ser desconsiderada pelo Congresso\".

O NTE está previsto na Medida Provisória 316, editada pelo governo no mês passado, e depende da publicação de um decreto para entrar em vigor. No momento, o texto do decreto está sendo analisado pelo departamento jurídico da Casa Civil. A partir da sua edição, a medida provisória tem força de lei por 60 dias.

A MP 316 deve ser analisada pelo Congresso até o próximo dia 25 de setembro, ou passará a trancar a pauta de votações. Caso não seja aprovada, os parlamentares terão que editar um decreto para disciplinar os efeitos que tenha gerado durante sua vigência.

Breno Baldrati


Postado por: Adir de Souza
Data: 19/08/06 17:00:03 h

TÉCNICO NO CONSELHO DA FUNDACENTRO

Dr. Geraldo Serathiuk,
Sensibilizado pela sua forma educada e carinhosa, com a minha pessoa agradeço em meu nome e toda esta categoria que se angustia muitas vezes por não poder tomar atitude em defesa dos trabalhadores, eu conheço de perto o que acontece.
Estar no conselho curador da FUNDACENTRO na representação da bancada dos trabalhadores representado a SDS, nao da um centavo na minha conta bancaria, esta participação, muito pelo contrario deverei gastar dinheiro do bolso, pois nao terá passagem ou transporte pago pela entidade mas para este, seu amigo e Técnico de Segurança do Trabalho com muito orgulho, que ficou afastado desta entidade quase 5 anos sem salário e sem poder arrumar outro emprego por denunciar mortes de trabalhadores na cidade de LONDRINA em 86, somente eu e minha família sabemos os que passamos, desculpem o desabafinho, mas faria tudo de novo se preciso for.
muito obrigado ao Sr. a todos os servidores da DRT Paraná
Adir de Souza
----- Original Message -----
From: DRT/PR - Geraldo Serathiuk
To: Adir
Sent: Friday, August 18, 2006 3:10 PM
Subject: RES:


CARO ADIR DE SOUZA

EM MEU NOME E DE TANTOS AMIGOS QUE VOCÊ TEM ENTRE OS PROFISSIONAIS DA DRT/PR GOSTARIA DE PARABENIZA-LO POR ESTA DESIGNAÇÃO NO CONSELHO CURADOR DA FUNDACENTRO. PARA ALGUÉM QUE UM DIA FOI PERSEGUIDO POR SUAS LUTAS SER RECONHECIDO É MOTIVO PARA SEMPRE ACREDITAR QUE A JUSTIÇA VENCE AS INJUSTIÇAS. E QUE O TRABALHO SOMADO A HUMILDADE VENCE A ARROGÂNCIA.
PARABÉNS.
ABRAÇO

GERALDO SERATHIUK
DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO DO PARANÁ



GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA No- 105, DE 17 DE AGOSTO DE 2006
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO,
no uso de suas atribuições, e tendo em vista o disposto no § 2odo
art. 6o- do Anexo ao Decreto no- 4.663, de 2 de abril de 2003,
resolve:
Art. 1o- Designar PAULO ROGÉRIO ALBUQUERQUE DE
OLIVEIRA e GERALDO ALMIR ARRUDA para, na qualidade de
membros titular e suplente, respectivamente, representarem o Ministério
da Previdência e Assistência Social junto ao Conselho Curador
da Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina
do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 2o- Designar MARCO ANTONIO GOMES PEREZ e
MARIA DA GRAÇA LUDERITZ HOESEL para, na qualidade de
membros titular e suplente, respectivamente, representarem o Ministério
da Saúde junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge
Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 3o- Designar ADIR DE SOUZA e PAULO ROBERTO
BARCK para, na qualidade de membros titular e suplente, respectivamente,
representarem a Social Democracia Sindical junto ao Conselho
Curador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança e
Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 4o- Reconduzir JOEL PEREIRA FÉLIX e WASHINGTON
APARECIDO DOS SANTOS para, na qualidade de membros
titular e suplente, respectivamente, representarem a Confederação Geral
dos Trabalhadores junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge
Duprat Figueiredo, de Segurança e medicina do Trabalho - FUNDACENTRO
Art. 5o- Reconduzir MAGNUS RIBAS APOSTÓLICO e
ADIB MIGUEL EID para, na qualidade de membros titular e suplente,
respectivamente, representarem a Confederação Nacional das
Instituições Financeiras junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge
Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO
Art. 6o- Reconduzir MARIA NEUMA LOPES DE SALES e
OSWALDO PAULINO para, na qualidade de membros titular e suplente,
respectivamente, representarem o Ministério do Trabalho e
Emprego junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo,
de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 7o- Reconduzir ARNALDO GONÇALVES e LUIZ
CARLOS DE OLIVEIRA para, na qualidade de membros titular e
suplente, respectivamente, representarem a Força Sindical junto ao
Conselho Curador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de Segurança
e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 8o- Revogam-se as Portaria no- 805, de 12 de maio de
2003, publicada no DOU de 13 de maio de 2003, Seção 2, página 30;
Portaria no- 230, de 14 de março de 2003, publicada no DOU de 17 de
março de 2003, Seção 2, página 32; Portaria no- 149, de 5 de abril de
2004, publicada no DOU de 17 de abril de 2004, seção 2, página 25;
Portaria no- 660 de 23 de abril de 2003, publicada no DOU de 25 de
abril de 203, seção 2, página 45; Portaria 1028 de 7 de agosto de
2003, publicada no DOU de 8 de agosto de 2003, seção 2, página 31;
Portaria no- 1026 de 7 de agosto de 2003, publicada no DOU de 8 de
agosto de 2003, seção 2, página 31; Portaria 1025 de 7 de agosto de
2003, publicada no DOU de 8 de agosto de 2003, seção 2, página 31;
Portaria no- 962 de 9 de julho de 2003, publicada no DOU de 10 de
julho de 2003, seção 2, página 29; Portaria 1056 de 25 de agosto de
2003, publicada no DOU de 26 de agosto de 2003, seção 2 página 24;
Portaria no- 1033 de 15 de agosto de 2003, publicada no DOU de 18
de agosto de 2003, seção 2 página 26.
Art. 9o- Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
LUIZ MARINHO
SECRETARIA EXECUTIVA
Ministério do Trabalho e Emprego

Postado por: Adir de Souza
Data: 01/07/06 14:23:32 h

seminario é noticia


SEMINÁRIO PARANAENSE É NOTICIA

Cidades cidades@parana-online.com.br

Segurança dos trabalhadores não recebe a devida atenção

Elizangela Wroniski [01/07/2006]


Foto: Fábio Alexandre/O Estado



Lei exige a adoção de medidas que visem evitar acidentes.

No Paraná, ocorrem todos os anos 30 mil acidentes de trabalho, sendo que 900 pessoas ficam inválidas e 200 perdem a vida. Para tentar melhorar este quadro, o Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Paraná (Sintespar) vem promovendo cursos de capacitação para profissionais da área. Ontem, 200 participaram do Seminário Paranaense de Segurança da Saúde no Ambiente do Trabalho, em Curitiba.
Para o presidente do Sintespar, Adir de Souza, muita coisa ainda precisa ser feita na área do trabalho. Ele diz que o governo gasta milhões em campanhas para combater a dengue, por exemplo, mas pouca coisa é feita pela segurança dos trabalhadores. “Em 2005, 42 pessoas morreram de dengue no País, enquanto 2.800 perderam a vida em acidentes de trabalho”, compara. Ele diz que outros setores, como as universidades, também deveriam prestar mais atenção ao problema. Cita ainda que muitos equipamentos usados pelos trabalhadores paranaenses são obsoletos, oferecendo muitos riscos. No ano passado, uma jovem de 23 anos perdeu a mão num supermercado em Curitiba, quando estava moendo carne. “É um acidente horrível. A pessoa fica até duas horas presa na máquina até os técnicos desmontarem”, exemplifica. Nos últimos anos, foram três acidentes desse tipo no Estado.
Ontem, os técnicos de segurança do trabalho conheceram um pouco mais a nova legislação, que traz itens específicos para profissionais da área da saúde. “A lei exige a adoção de medidas que visem evitar acidentes.”

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Postado por: Adir de Souza
Data: 15/06/06 18:24:26 h

resposta ao direotr da federação

Sr. José Augusto.
Vemos que o colega efetivamente não tem palavra, você primeiro efetuou sua inscrição e com Civilidade espírito democrático e educação por ser diretor de Nossa Federação o colocamos na programação, algo perfeitamente normal, como você colocou na programação ENATEC no Apoio o nosso sindicato sem nos consultar, muito menos para dar sugestões na programação e tem obrigação de entrar em contato com os colegas para ouvir.
Informo ao companheiro que este convite que efetuamos não é pessoal, e não tratamos a atuação de nosso sindicato de ordem pessoal o convite foi feito como representante do Sindicato dos Técnicos do Paraná eu nunca efetuaria um convite pessoal para senhor, pois não faz parte deste seleto grupo, e esta sua colocação já mostra seu destempero de quem deveria dar exemplo de civilidade e sua falta de educação com um colega de profissão, mostrando assim não estar preparado para bem representar a nossa categoria.
Mostra com esta atitude sua falta de espírito democrático, e não sabe lidar com as pessoas que tem somente opiniões diferentes sobre a condução da direção da nossa Federação.
Pois é uma pena, sei que travaríamos um bom debate, uma grande oportunidade para mostrarmos aos Técnicos de Segurança que você tem compromisso, e o quanto você é mentiroso.
O que aconteceu é que você afinou não tem coragem de vir ao Paraná dar resposta a suas atitudes de 14 anos na frente da entidade, e não ter nada para mostrar de concreto para a categoria e sabe muito bem do trabalho que fazemos no Paraná há anos e informando e nossa atuação em todos os fóruns possíveis e principalmente sem mentir.
E ontem à noite em nossa reunião tivemos informações e até recebemos e-mails de colegas que o senhor estará nesta data em Curitiba e na região metropolitana fazendo trabalho de Assessoria da Empresa que o senhor é Dono é Patrão e inclusive tirando trabalho de nossos colegas uma verdadeira falta de ética, não chega o salário 5.000,00 que recebe da CNTC pago pela contribuição sindical dos Técnicos de Segurança do Trabalho de todo o Brasil.
O senhor sabe do nível de politização da nossa diretoria e dos Técnicos do Paraná sabe que será questionado e não terá resposta para dar aos colegas, e aqui não dá para fazer discurso fácil para receber aplauso depois ir embora sem nada de concreto, como tem feito há anos, ir às aberturas de eventos fazer discurso e ir embora sem compromisso.
Porque na maioria dos estados nossa categoria não tem convenção coletiva de trabalho? o que a Federação fez para ajudar? Pois sabemos que em 14 anos somente Paraná, São Paulo e Goiás têm convenção coletiva de trabalho e nesses 14 anos o Senhor não FEZ NADA.
O Senhor em todos estes anos só tem usado a nossa categoria em proveito próprio tanto é que virou empresário há muitos anos não bate cartão. Na nossa diretoria no Paraná e na maioria dos Estados os dirigentes dos Sindicatos Técnicos trabalham nas empresas normalmente, e a noite, nos sábados, domingos efetuam seu trabalho para a categoria por idealismo, e de GRAÇA, para pagar o Senhor e o Presidente, é ILEGAL, INJUSTO E IMORAL.
Colocou na presidência da nossa Federação um laranja despreparado, do Rio de Janeiro que ganha 2.000,00 reais por mês para não fazer nada também, compraram uma SEDE no Rio de Janeiro para a Federação, sem autorização de grande parte dos Sindicatos de Técnicos do Brasil como se a direção da Federação estivesse sempre na mão do Sindicato do Rio e qualquer cidadão consciente e com visão democrática e com responsabilidade com a categoria saberia que a direção da FENATEST deveria ser itinerante, dando oportunidade para todos os que querem trabalhar pela categoria, esta prepotência que acham que podem e sabem sozinhos conduzir os nossos destinos em detrimento de colegas de outros estados.
Temos conhecimento dos colegas do Rio Grande do Sul que fazem um grande trabalho na categoria, eventos reuniões com todas as dificuldades que conhecemos, pois trabalham nas empresas como citei acima, estão elaborando e tentando fechar uma convenção coletiva e sabemos o quanto é difícil, e o que a Federação está fazendo para ajudar Nada?
Em Santa Catarina os colegas estão batalhando muito para terem a sua convenção coletiva de trabalho e a Federação NÂO DÁ nenhuma ajuda em outras categorias vemos sempre a frente de uma negociação as Federações auxiliando os sindicatos nesta Tarefa e nossa é só discurso e Sindicato sem convenção coletiva com a Reforma Sindical que esta aí para vir ficará numa situação difícil e em conseqüência prejudicando os nossos colegas Técnicos de Segurança.
Eu já lhe informei pessoalmente e sugeri a realização de um Congresso Nacional e efetuamos dois Congressos Nacionais e com nome muito mais sugestivo I CONTEST em Fortaleza no dia 06 de outubro de 1976 com grande participação dos colegas, e II CONTEST - CONGRESSO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO, foi realizado em Florianópolis com a participação de todas as entidades de Técnicos e colegas de todo o país, com grande participação das autoridades, estaduais e nacionais e com debate democrático de todos os temas que afetam a nossa categoria e com posições diferentes como o colega João Alberto Pimentel do Rio Grande do Sul que entregou documento, usou a palavra protestou colocou suas posições e Foi respeitado e não tratado como inimigo, atitude que você precisa aprender ainda e vamos ao Realizar o II CONTEST, este evento Enatec junto com feira fica muito esvaziado, vamos fazer um evento somente nosso da nossa categoria com participação efetiva de todas as nossas entidades, e debatendo temas efetivos e afetos a nossa categoria, assim todas as nossas lutas e metas serão de conhecimento de todos os profissionais do Brasil.
Federação para participar somente de alguns eventos não precisa existir, ou melhor, precisa mudar a atuação ou direção, Fazer um grande Congresso Nacional em São Paulo que é mais central para os colegas participarem e mais de 50% dos Técnicos de Segurança do Trabalho do país estão no Estado de São Paulo que, aliás, merecem mais atenção desta Federação porque a maior Arrecadação da entidade prove do Estado de São Paulo.
E vou parando por aqui, eu preferia que fosse em público com presença de centenas de Técnicos de todos OS ESTADOS. Talvez se tivessem coragem de me colocar na programação do ENATEC e alguns minutos me darem à palavra, prestaria de verdade um serviço à categoria, fazendo uma programação voltada verdadeiramente aos interesses da Categoria.
Como escreveu um colega Técnico de Segurança da Itaipu o senhor tem prestado uma ação nociva e PREDATÓRIA a nossa categoria, esperamos que logo seja tomado pelo sentimento de saber que seu tempo Já passou e se dedique mais cuidar da sua empresa, e que se em 14 anos nada de concreto foi efetuado deveria se afastar para sair com um pouco de dignidade e mesmo em todos os anos sem largar o osso, com certeza deve ser contra a reeleição do Presidente Lula democracia e respeito aos trabalhadores somente para os outros.
Adir de Souza




Ao Adir de Souza

Informo que convite feito por você nunca foi uma honra para mim. E outra, não trata de uma questão de humildade, pois esta característica faz parte de minha personalidade e não da sua. Para mim isto não é um convite especial meu nobre senhor...
Tenho, tive e sempre terei compromisso com a categoria nacionalmente, inclusive com os Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado do Paraná. Agora contigo não tenho compromisso algum, mesmo o senhor sendo presidente deste sindicato.
Diante de tal fato e de vossa deselegância que lhe é peculiar, em me convidar desta forma que está sendo feita, sem me comunicar, pois fiquei sabendo através de um fax que recebi de um amigo TST do PR, além de não participar mais do painel do qual o meu nome foi imposto por você, não irei comparecer também ao evento e já comunique esta minha decisão ao nosso Presidente da FENATEST Elias Bernardino da Silva Júnior.
A pessoa que deve ser convidada para este Painel neste Seminário é o Presidente da FENATEST Elias Bernardino da Silva Júnior, que também é o Presidente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Rio de Janeiro. Ele se convidado, falará sobre o Papel da FENATEST e de outros temas nacionais no Debate de temas específicos da Categoria. Portanto, faça o convite a ele.
Tenha uma excelente reunião de diretoria e um bom trabalho para todos que participam da organização do evento. As minhas saudações aos membros da Diretoria.
Cordialmente
José Augusto da Silva Filho




Postado por: Adir de Souza
Data: 28/05/06 14:00:02 h

Comitê quer prevenir acidentes

Nosso Sindicato Participou na sexta feira dia 26 demaio na Fundacentro-Paraná de para tentar fazer com que este comitê tenha um papel importante na e que medidas sejam tomadas quando acontecem os acidentes graves e fatais tendo ações concretas na investigação e que após um diagnostico seja tamadas as medidas preventivas




Comitê quer prevenir acidentes de trabalhoRosângela Oliveira [27/05/2006]Foto: Aliocha Maurício/O Estado

INSS, secretarias de Saúde, DRT e hospitais estavam no encontro.
Montar um banco de dados único, que reúna todas as informações sobre mortes e amputações decorrentes de acidentes de trabalho. Essa é a proposta do Comitê Estadual de Investigação de Óbitos e Amputações Relacionadas ao Trabalho no Paraná, cujos membros se reuniram ontem, em Curitiba, com representantes de diversas instituições que recebem esses dados. Com a unificação, será possível atuar de forma preventiva nos setores e segmentos que lideram as ocorrências. As fontes que irão alimentar esse banco de dados virão de instituições como o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), secretarias Estadual e Municipal de Saúde, Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e hospitais. De acordo com a assistente social do Ministério Público do Paraná, Roselene Sonda, os dados que existem hoje não são consistentes, pois ocorrem muitas falhas de informação. Estimativas da Fundacentro, entidade ligada ao Ministério do Trabalho que atua em pesquisa relacionada à segurança e saúde dos trabalhadores, é que as subnotificações chegam a 80%. Outro problema são os funcionários terceirizados, já que as empresas não identificam os trabalhadores por categoria, mas generalizam a função. Apesar dos dados de mortes e amputações relacionados ao trabalho serem incompletos, alguns setores já indicam a necessidade de uma atuação urgente. A Prefeitura de Curitiba verificou que os óbitos decorrentes de acidentes de trabalho lideram na construção civil e transporte. Em relação às amputações, a maioria dos casos ocorre nos setores de metalurgia e indústria alimentícia. A coordenadora da Secretaria do Trabalho da capital, Lisian Lourenço Nass, acredita que quando as notificações passarem a ser obrigatórias, os dados chegarão mais próximos da realidade. A representante do Centro Estadual de Saúde do Trabalho da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), Olga Estefania, afirmou que isso está próximo de acontecer, pois hoje a Rede Nacional de Atenção à Saúde do Trabalhador, do Ministério da Saúde, está exigindo a notificação obrigatória. Segundo Olga, os dados da secretaria apontam que, de 1996 a 2005, foram notificadas 3.234 mortes e amputações no Paraná. Porém, quando se investiga quais os segmentos onde as situações ocorrem com mais freqüência as informações não constam. \"Por isso, com a notificação obrigatória teremos mais qualidade e quantidade nas emissões\", falou. Para a promotora de Justiça da Promotoria de Defesa à Saúde do Trabalhador, Elaine Sanches, o grande desafio agora será unificar esses dados, \"pois será com base neles que poderemos direcionar as ações\".



Postado por: Adir de Souza
Data: 07/05/06 12:59:32 h

ato público realizado pelo sintespar


Prevenção não acompanha ritmo de criação de vagas

Gisele Rech [29/04/2006]



Foto: Fábio Alexandre/O Estado



Ato na Boca apresentou números impressionantes à população.

O Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho foi lembrado em Curitiba com uma ação conjunta da Delegacia Regional do Trabalho (DRT), do Sindicato dos Técnicos em Segurança do Paraná e da Associação de Defesa dos Lesionados no Trabalho do Estado do Paraná. Representantes das entidades se reuniram na Boca Maldita para distribuir panfletos e divulgar números impressionantes em um telão.
No Paraná, aconteceram 30 mil acidentes de trabalho em 2005, resultando em quase 200 mortes. No Brasil, foram 2.800 vítimas fatais e 12 mil inválidos.
Segundo o superintendente da DRT, Geraldo Serathiuk, com base no Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho, os números aumentaram proporcionalmente à ampliação do número de empregos. \"O crescimento deve trazer geração de empregos, mas também de investimentos em ações de prevenção de acidentes\", diz.
Um dos principais motivos dos acidentes realmente é a falta de treinamento, que trabalha em favor da prevenção. \"O problema é que os empregadores preferem gastar posteriormente em ações trabalhistas ou sobrecarregar a Previdência do que investir em treinamento\", diz Adir Souza, presidente do Sindicato dos Técnicos em Segurança do Paraná. Segundo ele, apesar do número de denúncias dos trabalhadores ter aumentado, o movimento no Brasil ainda é muito tímido, já que o temor às represálias muitas vezes deixa o trabalhador submisso, agüentando condições insalubres de trabalho. \"Não faz parte da nossa cultura e sinto que há um resquício da ditadura, já que há um freio à democracia.\"
Na avaliação de Souza, esse receio freia o trabalho das comissões internas de prevenção de acidentes - as Cipas, já que a estabilidade da função é de apenas um ano. \"O que tem que mudar é a mentalidade dos empregadores e a conscientização do problema através de ações do poder público.\" Souza cita como exemplo as campanhas federais contra a dengue, que no ano passado matou 42 pessoas. \"Talvez se houvesse uma campanha tão efetiva quanto a da dengue para os acidentes de trabalho, o problema não fosse tão grave.\"
O médico Paulo Coelho, presidente da Associação de Defesa dos Lesionados no Trabalho do Estado do Paraná (ADLT), informa que as lesões mais comuns são de ordem biomecânicas e envolvem trabalhadores em fábricas, onde o esforço costuma ser repetitivo. Outro problema é o excesso de horas seguidas numa mesma função. \"Com a criação do banco de horas, um engodo para o trabalhador, alguns são submetidos a muitas horas a mais de trabalho, o que aumenta o risco de acidentes. Mesmo com um dia de descanso, ele não consegue compensar o excesso dos dias anteriores.\"

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Postado por: Adir de Souza
Data: 11/03/06 16:34:40 h

ENTREVISTA: DEOGLEDES MONTICUCO


ENTREVISTA: DEOGLEDES MONTICUCO

Pela valorização dos órgãos e entidades de pesquisa do governo


Por Adriane do Vale
Fotos: Osiris Bernardino

O engenheiro de segurança do trabalho Deogledes Monticuco defende a valorização dos órgãos e entidades do governo federal com vistas à melhoria das condições de trabalho no ambiente laboral



“O comprometimento corporativo e a preocupação pela segurança e saúde dos trabalhadores estão diretamente ligados à alta direção de cada empresa.”

Com 30 anos de experiência na área de segurança e saúde do trabalho, nos mais diversos ramos da economia como indústria da construção civil, setor automobilístico, siderurgia, petroquímica, comércio e montagem industrial, o engenheiro de segurança e saúde do trabalho Deogledes Monticuco também atua em consultoria e pesquisa.
Coordenador nacional da revisão da NR-18, que completou, em 2005, 10 anos, Monticuco é diretor da Associação Paulista de Engenheiros de Segurança do Trabalho (Apaest) e autor de oito livros e de vários artigos técnicos.
Nesta entrevista concedida à Revista Cipa fala sobre o atual momento do setor prevencionista, sobre as conquistas da norma da construção civil após a revisão, sobre o comprometimento das empresas com à segurança e saúde dos trabalhadores e sobre as mudanças que ainda precisam ser implementadas na área. Acompanhe a seguir os principais trechos.

CIPA: O senhor atua há 30 anos no setor prevencionista. Que avaliação faz da segurança e saúde no trabalho, no Brasil, ao longo desse período?
MONTCUCO: A segurança e saúde no trabalho tem evoluído bastante nos últimos 30 anos, com a participação dos profissionais da área, a atuação das empresas, sindicatos dos empregadores e dos empregados, no sentido de aprimorar as condições de trabalho e a redução dos acidentes e doenças ocupacionais. No entanto, houve uma estagnação, nos últimos anos, por parte dos órgãos e entidades de pesquisas do governo federal, por falta de melhoria nas estruturas.

CIPA: No que se refere à legislação prevencionista brasileira, ela atende às necessidades do setor ou ainda temos muito a avançar? Que comparação com outros países?
MONTICUCO: A legislação brasileira atende parcialmente as necessidades do dia-a-dia. No ato da publicação a legislação está ultrapassada, pois ela é baseada em experiências do passado. É importante a criação de mecanismos no sistema tripartite e paritário para a atualização e aperfeiçoamento constantes, devido as rápidas mudanças que ocorrem em atividades específicas, desde avanços tecnológicos a processos, até do ponto de vista cultural. As boas mudanças dependem muito da estrutura e das condições de trabalho dos órgãos e entidades de pesquisas do governo e também da participação ativa da sociedade em articular os avanços na legislação. Temos muito a avançar, especificamente na indústria da construção, pois existem assuntos que merecem ser discutidos para aprimorarmos ainda mais a
norma, em prol dos trabalhadores, das empresas, dos sindicatos dos empregadores e empregados, ou seja, da sociedade como um todo. Eu, particularmente, evito comparar o Brasil com outros países nessa área de segurança e saúde no trabalho, pois as condições tecnológicas e culturais são diferentes. É muito salutar importar o que existe de bom em cada país e adaptar às nossas reais condições.

CIPA: O senhor participou das alterações da NR-18 que, em 2005, completou 10 anos. Que balanço faz do período pós-revisão?
MONTICUCO: Eu participei das alterações da NR-18 como coordenador durante 13 meses até a publicação da mesma em 1995. Sem dúvida, a norma apresentou avanços expressivos, resultado da participação de diversos segmentos da sociedade, quando do estudo e implementação da sua alteração. De um modo geral posso considerar como positivo o balanço da NR-18 pós-revisão, ou seja, redução de acidentes fatais e graves, tirando da indústria da construção o título de campeão de acidentes fatais. Além da introdução do planejamento da segurança do trabalho na indústria da construção por meio do Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção (PCMAT); a incorporação da terminologia meio ambiente nessa atividade; a obrigatoriedade do treinamento, com carga horária mínima definida, na fase de admissão dos funcionários e; outros avanços que continuam ocorrendo, principalmente, ao meu entender, a concepção de projetos e implementações de proteções coletivas incorporados no cronograma executivo da obra.

CIPA: Na opinião do senhor, por que a NR-18 após sua revisão se tornou um modelo a ser seguido pelas demais normas e ainda hoje se mantém dinâmica?
MONTICUCO: Primeiramente, o ambiente profissional formado entre os integrantes do sistema tripartite e paritário, em 1995, foi o melhor possível. Todos queriam avanços significativos, conseqüentemente foi possível discutir os assuntos colocados nas pautas das reuniões de tal forma que foram exaustivamente debatidos e finalmente aprovados em consenso, nenhum item submetido à votação. Em segundo lugar, a inserção na norma de mecanismos para formação do Comitê Permanente Nacional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção (CPN) e dos Comitês Permanentes Regionais sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção permitiu a continuidade do trabalho iniciado em 1995. A grande participação dos profissionais que fizeram parte da Comissão Tripartite e Paritária da NR-18 no primeiro CPN foi fundamental para que ela se tornasse referência e se mantivesse dinâmica.

CIPA: As NR-s 7 e 9 também completaram 10 anos há pouco tempo, têm um importante papel na prevenção dos acidentes e doenças ocupacionais e muitas vezes não são compreendidas e implantadas como deveriam. Por que elas não são discutidas como a NR-18?
MONTICUCO: Pelo histórico da alteração da NR-18, citado anteriormente, percebe-se que houve uma participação intensa de diversos segmentos da sociedade, principalmente dos sindicatos de empregadores e empregados, além do governo por meio de contribuições e presença de representantes nas reuniões desde a fase inicial até a conclusão do trabalho. Tudo isso foi fundamental para a aceitação e implementação no dia-a-dia desses avanços, cuja metodologia perdura até hoje. É importante a participação da sociedade nas discussões de qualquer alteração de norma.

CIPA: O senhor tem uma grande experiência na área de segurança e saúde do trabalho dentro de várias empresas. Que análise faz do comprometimento corporativo atual em relação à SST? A preocupação está no homem (trabalhador) ou no lucro (produção)?
MONTICUCO: O comprometimento corporativo e a preocupação pela segurança e saúde dos trabalhadores estão diretamente ligados à alta direção de cada empresa. Existem as que investem, valorizam e dão apoio a esta área e a colocam como assessoria da alta direção, pois consideram importantes as atividades desenvolvidas. Essas empresas têm uma política empresarial que se preocupa com as condições de trabalho, com a imagem perante a comunidade e conseqüentemente com a sobrevivência no mercado cada vez mais competitivo. De outro lado, temos empresas que procuram apenas o lucro imediato e muitas vezes nem o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nem o Ministério Público conseguem fazer cumprir a legislação vigente. O que fazer? Depende de uma atuação mais firme desses órgãos. Também é muito importante o papel dos profissionais da área, no sentido de esclarecer aos empregados os riscos a que estão expostos com as respectivas medidas preventivas, em todos os níveis hierárquicos. Se o profissional não conseguir sucesso na empresa é preferível procurar outra ou mudar de função, pois neste caso, não está conseguindo vender direito o seu conhecimento. Nada adianta estar na empresa apenas para cumprir a legislação. O profissional deve ser atuante e procurar crescer e desenvolver tecnicamente, só assim conseguirá espaço no mercado de trabalho.

CIPA: Em sua carreira o senhor algumas vezes esteve diretamente ligado às CIPAs. Qual a importância que têm, em sua visão, na promoção da segurança e saúde ocupacionais? MONTICUCO: Minha experiência está ligada às CIPAs da indústria da construção. Não atuava como membro, e sim como assessor nas reuniões realizadas. Considero de suma importância uma CIPA bem organizada em obra, pois os membros efetivos e suplentes, tanto dos empregadores como dos empregados, são agentes multiplicadores nos aspectos de segurança e saúde ocupacionais, contribuindo para a implementação dessa área, com resultados expressivos. A inserção de diretrizes básicas da CIPA na NR-18 é um avanço, afinal permitiu sua formação em obras com uma duração inferior a um ano, sem a preocupação de estabilidade dos cipeiros. No entanto, há necessidade de aprimoramento, para tanto, recomendo ao Comitê Permanente Nacional sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção incluir o assunto na pauta das próximas reuniões.

CIPA: Com base em sua experiência, quais são os entraves políticos e culturais que impedem o maior comprometimento da sociedade com a qualidade de vida nos ambientes de trabalho?
MONTICUCO: A falta de liberação de recursos humanos e financeiros, aliado às condições de trabalho dos profissionais dos órgãos e entidades de pesquisas do governo faz com que a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais sejam relegadas a segundo plano. Nas décadas de 70 e 80 houve um apoio expressivo do governo, quando foi possível disseminar a cultura prevencionista na sociedade e como conseqüência os cidadãos discutiam e tinham uma preocupação maior nesta área.

CIPA: Como o senhor vê a questão da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST)?
MONTICUCO: Não se pode pensar numa Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST) sem primeiramente pensar numa mudança de estrutura dos órgãos e entidades de pesquisas do governo, bem como das condições de operacionalização. Ocorre muitas vezes que uma política é bem elaborada a curto, a médio e a longo prazo, mas na prática não sai do papel devido aos fatores citados.

CIPA: Para uma maior redução dos acidentes e doenças ocupacionais são necessárias modificações na estrutura da prevenção? Quais seriam essas mudanças, na opinião do senhor?
MONTICUCO: Em relação ao MTE, para atender a crescente demanda deve acompanhar as mudanças tecnológicas, as alterações e atualizações necessárias à legislação. Também é importante voltar a ter uma atuação mais efetiva na fiscalização da segurança e saúde do trabalhador. Para isso, deve contar com um número suficiente de profissionais, pois houve uma redução expressiva nos últimos anos, tornando difícil manter o padrão do passado. O órgão normativo precisa responder as dúvidas e indagações feitas pelos profissionais via Internet e o órgão fiscalizador, por meio dos agentes de inspeção, deve fiscalizar apenas assuntos relacionados à segurança e saúde do trabalho, como executava antes, como passaram a fiscalizar outros assuntos, por determinação superior, o tempo dedicado à área foi reduzido. No que se refere à Fundacentro, também precisa dispor de um número suficiente de profissionais para atender a demanda, a começar com a reposição dos que se aposentaram ou se desligaram. Além disso, a dotação orçamentária deve ser àquela adotada durante muitos anos, que se baseava na arrecadação do seguro acidente. Outro ponto importante é a existência de um plano de carreira claro e objetivo, para que os funcionários possam atuar como superintendentes e delegados regionais, com períodos determinados. Por outro lado, o MTE e Fundacentro também precisam ter uma ação conjunta e voltarem a realizar o Congresso Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho (Conpat), além de incrementarem ainda mais os eventos regionais na área da segurança e saúde do trabalho. Neste caso, é importante que os conferencistas sejam remunerados pelo tempo de preparação, de exposição e custos dos materiais utilizados, pois assim a comissões organizadoras poderão exigir melhor qualidade dos trabalhos apresentados. A existência de um site para intercâmbio entre os profissionais da área também é fundamental, para esclarecimento de dúvidas ou troca de informações.

CIPA: O senhor é um dos diretores da Associação Paulista de Engenheiros de Segurança do Trabalho (Apaest), qual o trabalho desenvolvido pela entidade em prol da prevenção e da categoria?
MONTICUCO: Os diretores e convidados da Apaest reúnem-se uma vez por mês e por meio dessas reuniões temos conseguido um bom intercâmbio em prol da prevenção de acidentes e doenças do trabalho, bem como o fortalecimento da categoria. Alguns resultados práticos alcançados foram o estudo e aprovação, em Assembléia Geral Ordinária, do Regulamento de Honorário para Perícias e Consultorias de Engenharia de Segurança do Trabalho. Este regulamento encontra-se no CREA/SP para registro. Também conseguimos a reformulação do site da entidade, o qual está à disposição dos interessados no www.apaest.org.br e realizamos intercâmbios com outras entidades a favor da Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.

CIPA: O senhor é autor de alguns livros na área de SST. Quais o senhor destacaria e qual seu objetivo ao escrevê-los?
MONTICUCO: Eu destacaria primeiramente os de proteções coletivas e o de instalação elétrica, pois os maiores riscos nas obras estão na falta ou nas péssimas condições das proteções coletivas e das instalações elétricas. Meu maior objetivo sempre foi e continuará sendo o de repassar o conhecimento adquirido à sociedade. Sou muito grato a Deus em ter esta oportunidade, sendo assim não devo ser egoísta em querer exclusividade.

CIPA: Deixamos espaço para suas considerações finais.
MONTICUCO: Considero de suma importância para área da segurança e saúde do trabalho a participação ativa de todos os profissionais (engenheiros, médicos, técnicos, enfermeiros do trabalho e auxiliar de enfermagem) nas discussões que norteiam o momento atual, as necessidades e os caminhos para as melhorias da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.



“É importante a criação de mecanismos no sistema tripartite e paritário para atualização e aperfeiçoamento constantes, devido as rápidas mudanças que ocorrem em atividades específicas...”

“Não se pode pensar numa Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST) sem primeiramente pensar numa mudança de estrutura dos órgãos e entidades de pesquisas do governo, bem como das condições de operacionalização.”



Postado por: Adir de Souza
Data: 08/03/06 11:56:21 h

ACIDENTE FATAL = MAIS UM
MAIS UM TRABALHADOR


LUIZIÂNIA - Jornal Gazeta do Povo de 07 de março de 2006

Homens morrem asfixiados em silo de milho
Ângelo Aparecido Baião, 57 anos, e Luiz Carlos de Lima, 40 anos, funcionários de uma fazenda em Luiziâna, na região Centro-Oeste do estado, morreram asfixiados, ontem, após tentarem consertar o elevador de um silo de armazenagem de milho. O acidente aconteceu por volta das 10 horas quando um dos operários desceu por cerca de 10 metros no fosso do silo para tentar destravar o elevador que faz o transporte de grão. Minutos depois, o segundo funcionário, ao ouvir um barulho no interior do fosso, desceu para socorrer o colega e também acabou morrendo asfixiado.

Segundo o Corpo de Bombeiros, que trabalhou com a ajuda de tubos de oxigênio e de um exaustor, a morte dos funcionários ocorreu por imprudência, pelo fato dos dois trabalharem sem segurança e com máscaras inadequadas. O gás que provocou a morte dos dois funcionários, segundo o engenheiro agrônomo Davi Leite do Nascimento, é resultado da fermentação do milho quando armazenado em silos.


Postado por: Adir de Souza
Data: 03/03/06 12:46:52 h

mais um trabalhador perde a vida no trabalho
EMPRESA DE CAL 03/03/2006 - 10h48



Acidente de trabalho mata homem de 52 anos em Almirante Tamandaré
José Maurício Romeiro, 52 anos, morreu após cair no silo de serragem - local onde o pó da madeira é armazenado - de uma empresa de cal em Almirante Tamandaré, região metropolitana de Curitiba. O acidente aconteceu por volta de duas horas da madrugada desta sexta-feira.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, Romeiro morreu asfixiado. O corpo do funcionário foi retirado por volta de 7h da manhã.

Segundo um funcionário da empresa, que preferiu não se identificar, Romeiro trabalhava no forno de cal como foguista. \"O forno funciona 24h por isso o `horário estranho do acidente\'\", conta. Ainda de acordo com o empregado, este foi o primeiro acidente na empresa.

A reportagem tentou ouvir o dono da empresa para saber as condições de segurança dos funcionários, mas ele não foi encontrado.

Em breve mais informações.

Karlos Kohlbach - Gazeta do Povo Online



Postado por: Adir de Souza
Data: 17/02/06 01:09:19 h

RESPOSTA EM DEFESA DA CATEGORIA
Rio de Janeiro, 10 de Fevereiro de 2006.
Acrescentar

Sr. Adir, as normas de direito encontram sempre seu fundamento em outras normas jurídicas. Encadeiam-se de tal sorte a dar origem a um complexo sistema normativo, fora do qual não podemos imaginar nenhuma regra de direito; ou bem ela se coloca dentro do sistema, dele passando a retirar sua força obrigatória, ou permanecer fora do referido sistema, caso em que deixa de existir como regra de direito.
Em razão disso, as normas jurídicas representam-se hierarquizadas dentro do sistema. Desde as simples normas contratuais estabelecidas entre particulares, até a Constituição Federal, forma-se uma autêntica pirâmide jurídica, na qual a juridicidade de cada norma é haurida da juridicidade da norma superior.
Quando o Sr. Coloca na rede após mais uma de suas discussões com um companheiro do SINDITEST – RS o seguinte texto “ Sr. Kowacski para o seu governo este curso e resultado da competência da direção do nosso sindicato e não precisamos receber nada de ninguém nem da sua opinião, inclusive não há mais vagas. A nossa competência parece que incomoda? Porque não questiona o que é verdadeiro o seu apoio ao presidente da sua federação que ganha 2.000 por mês para não fazer nada?
O seu desrespeito não só com a minha pessoa, mas com a nossa Entidade está bem claro no Artigo 9º - Os sindicatos filiados estão sujeitos às penalidades de suspensão e eliminação do quadro social. Observando o seguinte:
a) serão suspensos os direitos dos sindicatos filiados:
II – Que desacatarem o Conselho de Representantes ou a Diretoria Executiva.
Diante do exposto o Sr. de acordo com o item D do artigo 9º, deverá preceder a aplicação das penalidades, sob a pena de nulidade, a audiência do sindicato acusado, a qual aduzirá por escrito a sua defesa no prazo de 15 dias.
Ficou bem claro também quando o Sr. menciona “ da sua Federação”, ninguém o está obrigando a ficar na nossa Federação, só lamento que um estado da grandeza do Paraná esteja neste momento com um presidente acéfalo.
O Sr. sempre fala em democracia, ética, mas faz tudo ao contrário, vive sempre discutindo, brigando, ofendendo os companheiros, tenho recebido muitas reclamações do Sr., inclusive tenho recebido vários ataques do Sr. Que não respeita ninguém, quando o Sr. Fala que lhe ameacei por telefone, está colocando palavras que não citei, de qualquer maneira sugiro que faça uma reflexão do ocorrido, tira umas férias, descanse e sinceramente espero que ao regressar passe a respeitar todos á sua volta.



Atenciosamente,


Elias Bernardino da Silva Junior
Presidente da Fenatest


LEIA RESPOSTA ABAIXO

Curitiba, 14 de fevereiro de 2006.

Sr. Elias o que me entristece é que enviei seu e-mail para vários colegas do seu estado e todos foram unânimes em afirmar com absoluta certeza que o Senhor Não tem capacidade de escrever como está no seu e-mail, e que deve ter solicitado a ajuda de algum advogado, que pena, queria ter orgulho da capacidade do presidente da nossa entidade, mas mesmo assim acredito que já esta melhorando, esta começando a pedir ajuda.

Como o Senhor citou o Estatuto e está escrito no, artigo 4º letra b) A gratuidade para o cargo eletivo se senhor está dispensado da empresa em que atua, mas como é de conhecimento publico e ninguém sabe onde o Senhor Trabalha isto é ilegal e deve devolver o que já recebeu dos Técnicos do Brasil.
Mas é claro agora vai querer arrumar um registro frio.


Art. 4º - São condições para funcionamento da FENATEST:

a) A observância das Leis e dos princípios de moral e compreensão dos deveres cívicos;
b) Gratuidade do exercício do cargo eletivo, salvo a hipótese de afastamento do trabalho para o exercício do mandato.

O absurdo é nos SINDICATOS DE TÉCNICOS do Brasil a grande maioria não ganha nada faz por idealismo, ideologia como no nosso Estado, por acreditar e amar esta nossa profissão e trabalham de graça para senhor ganhar 2.000,00 mensais

Com sua resposta o Sr comprova o que afirmei, pois, não mostrou nada o que faz pela categoria, o Sr só esta ameaçando de expulsão, não tem o que mostrar, só se nos enviar fotos de abertura de Seminários que a única atitude que toma para viajar com dinheiro dos Técnicos.

E não tem formação política e não está preparado para a condução dos destinos da nossa categoria, da nossa luta, temos colegas mais preparados, para exercer esta função com competência e espírito democrático.

Necessitamos que o dirigente nacional da nossa entidade seja respeitado, pelo atores sociais da nossa área que abra as portas das instituições, para nos ouvir e que o senhor tem feito é totalmente ao contrário, tanto é que na ocasião da reunião em Brasília, eu e o Armando é que fizemos as honras da casa de levar nossos colegas de Sindicatos de outros estados para uma visita e até resolver problemas junto ao Ministério do Trabalho, e este trabalho deveria ser o papel da Federação, mas não o fazem.

E tenho certeza absoluta que afirmar que um dirigente sindical não faz nada, não é desacato, não é desrespeito, o uso da crítica e o debate contribuem para o crescimento de um coletivo, e o contraditório é um principio universal do direito.

E apoio incondicional só se dá a um DITADOR e a crítica faz parte de uma sociedade democrática principalmente quando isto é fato real constatado por todos os membros de uma categoria a nível nacional, que a grande maioria dos nossos colegas nem sabe que existe a Federação e quem conhece não sabe para que serve, porque nunca viu suas ações em prol dos Sindicatos, ajudando para que os mesmos tenham convenção coletiva de Trabalho, como temos no Paraná com mais de 40 Sindicatos Patronais, que tenham piso salarial no seu estado, tanto é que somente Paraná, São Paulo e Goiás, possuem convenção coletiva de Trabalho devidamente assinada com os Sindicatos Patronais, o Senhor não conseguiu realizar este trabalho nem no seu estado, como vai ter capacidade de fazer um bom trabalho a nível nacional se não arruma nem a sua casa como quer ser dirigente nacional qualquer cidadão menos politizado veria que precisamos mudar.

Mas ainda acredito no seu bom senso que para o bem da nossa profissão que o senhor entregará o Sindicato dos Técnicos do Rio de janeiro para vários colegas que querem trabalhar por acreditarem que podem fazer com dignidade o trabalho de representar a categoria, que tem idealismo e ideologia, para defender os interesses da categoria se um Técnico ligar para entidade ou entrar em contato via eletrônica será atendido de imediato como fazemos no Paraná e São Paulo, e outros estados o que não acontece no seu Estado, sindicato de portas abertas o dia todo.

E no caso da Federação deveria tomar o mesmo destino o senhor tomasse uma atitude altiva digna, para ficar na historia ser entregue para sindicatos que fazem de verdade a defesa da categoria, que tem sede, e defendem os interesse dos Técnicos de Segurança do Trabalho.

Mostra também na sua colocação simplista e legalista que, não é afeto da democracia que tanto sangue e vidas foram ceifadas e que é uma conquista da sociedade brasileira, e age da forma mais anti-democrática possível e um desagregador da categoria que toma a suas atitudes usando um estatuto feito as escuras, atrasado e anacrônico.

E agora vou mostrar algo mais real, com estes 2.000,00 (dois mil reais) mensalmente que o Senhor Recebe ilegalmente que além de tudo é imoral e isto é ética que o Senhor reclamou que comentei não é justo, pois o dinheiro que entra na Federação é dinheiro de todos os Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil e são 70.000,00 (setenta mil reais anuais) dito pelo senhor.

O que se poderia fazer Com os seus 2.000,00 poderia comprar 12 computadores e acesso a internet para vários Sindicatos que necessitam não arrecadam quase nada que o estado tem poucos Técnicos atenderia melhor a categoria, poderiam ter página na internet como alguns sindicato possuem, e nem no seu estado não tem nada nem página, não sei o que senhor faz, acredito que além de incompetente de tudo é vadio e preguiçoso.

Na nossa entidade no Paraná somente em nossa página www.sintespar.com.br temos mais de 40.000 acessos em 1 (um ano) e mais 3.000,00 mensais inclusive de colegas do Rio de Janeiro que se sentem desamparados, desprotegidos, sem convenção coletiva de Trabalho, e na pagina do seu estado nada.
http://www.sintestes.com.br/ Espirito Santo
http://www.sintesp.org.br/ São Paulo
http://www.sintestmg.org.br Minas Gerais

E o que é pior a dependência da Federação que é vergonhosa para todos os profissionais, do Brasil, que a pagina além de estar fora do ar a meses agora de um mês para cá quando se acessa abre o portal de um grande grupo empresarial da área de segurança, isto podemos suspeitar de algo muito errado uma entidade tem que ter independência ou explicar para os colegas do Brasil inteiro qual é o LINK que há.?
www.fenatest.org.br

Sr. Elias o senhor deveria ter vergonha do que aconteceu no evento que tentou realizar no final de 2005 no seu estado, segundo as pessoas que participaram do mesmo me informaram que quando foi chamado os as pessoas para montar a mesa de abertura tinha mais autoridades do que no auditório e as falas dos participantes foi de lamento da sua incompetência, o Sr. Já sabe que não agrega ninguém ao seu lado, ate o momento não recebi um e-email em sua defesa, aliás estou recebendo somente parabéns

Um pouco de história para avivar a sua memória eu quero deixar bem claras minhas posições que nelas não estão contidas nada de pessoal, mas tenho certeza que não se faz e nem se coordena um movimento nacional de uma categoria tão importante como a nossa, desta forma, com ódios, mas sim no diálogo, mesmo nas diferenças, as opiniões diferentes é que fazem o crescimento de uma sociedade democrática e pluralista.

Ao ser convocado por vários companheiros para formar uma chapa, para a eleição do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná, já assumi um compromisso com técnicos há quem devo minha lealdade, e com as pessoas que representam entidades, ou organizações irmãs o comprometimento é de ideais políticos e de uma proposta de trabalho em prol da categoria que representamos, e de temas que afetam toda a sociedade, e é bom que se diga que não entrei ontem nesta luta, no trabalho de organização dos técnicos de Segurança do Trabalho, desde 1976, isto é bem antes de muita gente ser técnico, porque nós éramos ainda Supervisor de Segurança.

Estivemos em Brasília várias vezes de (Ônibus) na CES. Comissão de Enquadramento Sindical, e conseguimos algo inédito, que é fazer defesa pessoalmente junto a esta representação, para conseguirmos existir, de fato e direito.

Após a Regulamentação da Profissão estivemos várias vezes no MEC, para termos um currículo, e com várias dificuldades pois, havia interesses de entidades ligadas ao patronato, para ficar com a formação dos Técnicos, que poderiam ser bons técnicos, mas idiotas com cidadãos.

Trabalhamos muito para que os técnicos de Segurança do Trabalho tivessem baixado pelo ministério do Trabalho as Atribuições, que muito profissionais nem sabem que possuem.

Criamos uma entidade nacional, para melhor representar os Técnicos, para mostrar às autoridades que o movimento era forte e organizado e nacional, a ANSET, Associação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho, que foi para congregar, e não para fabricar estrelas, foi trabalho conjunto, de pessoas de vários estados, e dedicação pessoal.

Participamos da Organizamos o 1º CONTEST, CONGRESSO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGRANÇA DO TRABALHO, em outubro de 1986 na cidade de Fortaleza, que o mérito e trabalho maior foi do companheiro Clézio que mais tarde, fugiu de fortaleza só com a roupa do corpo, para não morrer, por ter feito denuncias de condições de trabalho degradantes e os grandes empresários não gostaram. E este evento reuniu mais de 500 técnicos de todo país, para ouvir palestra técnicas mas acima de tudo discutir assuntos pertinentes a sua atividade e o encaminhamento de suas lutas, sem o objetivo de ser um evento lucrativo, ou alguém ganhar dinheiro ou mercantilista com se faz hoje em dia.

Em 1988 participamos ativamente durante a constituinte, podemos dizer com orgulho que não teve nenhum membro da constituinte que não recebeu material sobre Segurança do Trabalho e grupo de representes das então associações de técnicos de várias partes do Brasil, o Gabinete do então deputado Federal do Paraná Santinho Furtado era o nosso QG.e usamos telefone e fotocópias, e de São Paulo o Deputado Cunha Bueno, pessoas que seremos eternamente gratos, o que existe de Segurança do Trabalho e sobre a eleição e da e estabilidade, dos membros da CIPA na constituinte e Palavra Segurança junto com Saúde foi negociado com então centrão grupo de membros da direita dentro do congresso, e pessoal da área da saúde já fazia lob junto aos constituintes os que hoje defendem que a vigilância sanitária deve fiscalizar a área do trabalho e hoje usam a lei 8080 e o Secretario de Segurança do Ministério do Trabalho na época defendia esta idéia Sr. Riani Costa que depois virou vereador no interior de São Paulo pelo PT, temos no Sindicato do Paraná as fotos se for necessário provar.

Participamos da organização do 2º CONTEST, CONGRESSO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO, de 10 a 14 de julho de 1989, na cidade de Florianópolis, evento este que reuniu 800 Técnicos de todo país, e autoridades da área de prevenção de vários estados, Secretarias do Trabalho, e o evento foi comandado pelo então presidente do Sindicato dos Técnicos de Santa Catarina, o Saudoso companheiro Sérgio Roberto Machado, que infelizmente faleceu em acidente automobilístico no Estado da Bahia, e com a participação ativa do SINTESP. SINDICATOS DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DE SÃO PAULO E DO SINTESPAR- - SINDICATOS DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DO PARANÁ e SANTA CATARINA.

E quero salientar ainda, que todas essas atividades foram realizadas em grupos de pessoas de vários Estados, com esforço trabalho e dedicação e na maioria das vezes custeadas do próprio bolso, não citarão nomes para não cometer o erro e a injustiça de esquecer alguém.

Por estas duas últimas décadas, participei de quase todos os movimentos, sindical e da área de Segurança do trabalho no meu estado e a nível nacional, Organização de outras categorias, central sindical, e sempre procurei ser coerente em minhas atitudes com meu discurso.

E quando ironicamente o Senhor me sugere férias eu lhe respondo que já tirei as minhas férias em Janeiro para usar os dias nas negociações com os sindicatos patronais, é por este motivo, que nos temos muitas coisas que no Seu estado não tem para nossa categoria o Senhor não faz nada e ainda fica pensando em férias?

E para o bem dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil se afaste do nosso movimento, e como citou um colega do Paraná o senhor tem efetuado uma ação predatória para nossa categoria.


Adir de Souza
Presidente do sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná





Postado por: Adir de Souza
Data: 11/02/06 20:43:46 h

Técnico de Segurança Salva Vida


À DERIVA 11/02/2006 - 19h21



Pai e filho são resgatados com a ajuda de sistema de segurança de Itaipu
O monitoramento com radar e câmeras ajudou a salvar pai e filho num barco à deriva, no lago de Itaipu, neste sábado, em Foz do Iguaçu, no Oeste do estado.

O barco virou com o mecânico Cláudio Oliveira e o filho, Jonas Oliveira, de 12 anos, e ficou à deriva, mas quando se aproximava das turbinas da hidrelétrica, foi flagrado pelas câmeras do sistema de segurança da usina.

Como o tempo estava bom, os dois resolveram velejar, mas logo depois começou a chover e a ventar forte.

O drama dos dois velejadores durou quase uma hora. Eles ficaram agarrados ao casco da embarcação no meio do temporal, enfrentando ondas provocadas pelo vento. Jonas disse ao Paraná TV que o susto foi bastante grande.

O técnico em segurança, Nélcio Klippel, que estava de plantão na barragem, acionou o resgate. Graças a ele, pai e filho foram salvos por uma equipe da Marinha paraguaia e por bombeiros que trabalham na usina.

Gazeta do Povo Online







Postado por: Adir de Souza
Data: 18/01/06 17:15:59 h

Acidente de trabalho tira a vida de funcionário da WHB


Acidente de trabalho tira a vida de funcionário da WHB

Vítima caiu dentro de um buraco de 7 metros de profundidade. Trabalhadores reclamam que a área não estava isolada corretamente

A falta de segurança no ambiente de trabalho fez mais uma vítima fatal. Ontem dia 17, o funcionário da WHB Usinagem e Fundição (empresa metalúrgica da região da CIC que fornece peças para montadoras como Renault e Volkswagen-Audi), Éder de Oliveira Pinto, de apenas 19 anos de idade, perdeu a vida ao cair em um buraco de 7 metros de profundidade. De acordo com informações dos colegas de trabalho da vítima, a empresa está construindo uma nova linha de produção e não teve o cuidado de isolar a área e nem colocar uma placa de advertência no local.

O acidente ocorreu na última segunda-feira, dia 16, nas dependências da fábrica. O trabalhador foi encontrado somente às 15h15 do mesmo dia, ainda com vida. Não se sabe ao certo quanto tempo ele ficou dentro do buraco. Assim que foi localizado, o funcionário foi conduzido ao Hospital do Trabalhador, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu às 19 hrs de ontem. Hoje, dia 18, o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba organizou um protesto em frente à empresa, que fica na Rua Wiegando Olsen, n° 1600, na CIC.

A entidade sindical também já encaminhou, em caráter de urgência, denúncia à Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e ao Ministério Público, para que seja apurada a responsabilidade pela morte do trabalhador. Vale lembrar que a WHB já foi autuada diversas vezes por irregularidades na questão de segurança do trabalho. Nos últimos anos, vários acidentes já ocorreram na linha de produção da empresa.

Acidente de trabalho tira a vida de funcionário da WHB




Postado por: Adir de Souza
Data: 05/12/05 00:09:55 h

SEMINARIO

SEMINÁRIO ESTADUAL.
NOVAS PERSPECTIVAS DA POLITICA DE SEGURANÇA E SAUDE DO TRABALHADOR

Clique aqui para baixar o folder


Local:
Auditório do SENAC
Rua André de Barros, 750 - Curitiba

Apresentação:
A relação de trabalho é um dos vínculos mais fortes estabelecidos pelo homem na sociedade, em particular no trabalho. Neste contexto as modernas condições de trabalho caracterizadas pelo uso progressivo de novos processos tecnológicos e pela intensificação do serviço tem provocado aumento da fadiga e desgaste dos trabalhadores. O papel da educação e das políticas públicas no processo de informação e conhecimento dos direitos dos trabalhadores é fundamental para que se possa resgatar uma nova ética no trabalho fundada na solidariedade e na construção de novas formas de relações humanas.

OBJETIVOS

GERAL:
Difundir conhecimentos e ações técnicos para prevenir acidentes e doenças ocupacionais no Estado do Paraná.

ESPECIFICO:
Incentivar ações regionais com princípio do tripartismo;
Divulgar ações e trabalhos técnicos;
Difundir conhecimentos e trocar experiências;
Debater as relações éticas no trabalho;
Contribuir para o aprimoramento técnico - cientifico dos profissionais da área de segurança e saúde do trabalhador.

Público Alvo:
Técnicos de Segurança do Trabalho, Engenheiros, Médicos, Enfermeiros, Membros de CIPA, pessoas da área de Recursos Humanos, trabalhadores da saúde e do trabalho, representantes sindicais de trabalhadores e empregadores e demais interessados.

INSCRIÇÕES GRATUITAS
SETP – CRT – Fone: (41) 3324-8652,
ou pelo e-mail clovisgalhardo@setp.pr.gov.br

SINTESPAR – Fone: 041-3322-8971
e-mail sintespar@yahoo.com.br

INVESTIMENTO
1 kg de Alimento não perecível que será Doado ao Centro de Educação Infantil Tia Lúcia.

PROGRAMAÇÃO À TARDE
Dia 12 de dezembro 2005 - Segunda-feira

13h00 – Inscrição

14h00 Abertura oficial
Mesa composta de Autoridades das seguintes entidades:
Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social.
Secretaria do Estado da Saúde
Delegacia Regional do Trabalho
Fundacentro - Regional do Paraná
Sindicato dos Técnicos de Seg. do Trabalho no Estado do Paraná

14h30m – Palestra Abertura
Tema: NOVAS PERSPECTIVAS DA POLITICA DE SEGURANÇA E SAUDE DO TRABALHADOR
Dr. Marco Antônio Perez - Coordenador de Saúde do Trabalho - Ministério da Saúde- Brasília – DF
Coordenador-Geral da 3ª conferência nacional de Saúde do Trabalhador

15h30m às 16:00 – Debates

16h00 às 16h15m - Intervalo – Café

16h15m – Políticas de Saúde e Segurança nos locais de trabalho.
Sr. Roberto Karam – Presidente do Sindimetal.
Sindicato da industria Metalúrgica.
Vice-presidente da FIEP Federação das Industrias do Estado do Paraná
Sr. Marcos Armando Alves Ferreira – Fórum Popular de Saúde

17h30m as 18h00- Debate

18h00 – Encerramento das atividades do dia

Dia 13 de dezembro de 2005

8h30m-Ações Públicas em Segurança e Saúde no Trabalho
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
PROMOTORIA DE ACIDENTES DO TRABALHO
INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
DELEGACIA REGIONAL DO TRABALHO

10:00 h – Intervalo 10hs15m - Painel Técnico - Considerações sobre Normas Regulamentadoras

Norma Regulamentadora NR 04 - SESMT
Sr. Adir de Souza – Presidente do Sintespar. Técnico de Seg. Trab. Da Fundacentro PR, Membro Titular da CTPP e membro do GTT

Norma - Regulamentadora NR 10 – Instalações e Serviços em Eletricidade.
Sr. Júlio César Oliveira – Diretor Executivo do Sintespar – Técnico de Seg. Trab. da COPEL

12hs – Almoço

13h30m -Norma Regulamentadora NR 31 – TRABALHO RURAL
Sr. Antônio Albari da Silva-Diretor do Sintespar – Membro do GTT Rural e Técnico da Emater - PR

Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Assistência a Saúde
Norma Regulamentadora NR 32 –
Dra. Noeli Martins – Médica do Trabalho – Membro do GTT - e Auditora Fiscal do Trabalho DRT Paraná

14h40m-Experiência do Comitê Estadual de Investigação de Óbitos e Amputações Relacionados ao Trabalho
Drª Renee Araújo Machado – Procuradora do Trabalho

15h– Intervalo

16 horas: Tecnologia, Vida e Saúde: O Resgate da Ética no Mundo do Trabalho
Drª Aldacy Rachid Coutinho – Professora da Universidade Federal do Paraná.

17h00 às 17h30m- Debates

17h30m- Encerramento do Seminário
Secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social.




Postado por: Adir de Souza
Data: 11/11/05 11:24:08 h

Montadora teria “camuflado a realidade”

Home - Sexta-feira, 11/11/2005 - Hoje no Paraná-Online - Tempo - Indicadores Econômicos -


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Montadora teria “camuflado a realidade”

Lyrian Saiki [11/11/2005]



A Delegacia Regional do Trabalho no Paraná (DRT-PR) recebeu denúncia de trabalhadores da montadora Audi/Volkswagen, instalada em São José dos Pinhais, e da Associação dos Trabalhadores Lesionados. Conforme a associação, a direção da montadora teria camuflado o trabalho pesado feito pelos funcionários. Fiscais da DRT-PR estiveram na montadora na última terça-feira, conforme havia sido acertado durante a segunda reunião do Conselho de Política Automotiva (CPA), na semana passada.

De acordo com a denúncia feita pela associação à DRT-PR, a direção da empresa, ao alegar que ocorrera um problema no compressor de ar, teria reduzido a velocidade da linha em 50%. Além disso, a linha de produção do Golf teria ficado parada durante a inspeção da DRT, e os funcionários trabalharam somente com a linha do Fox. Ainda segundo os funcionários, “colocaram duas pessoas para pegar a tampa dianteira e traseira do Fox, quando a realidade é uma pessoa somente.”

O delegado regional do trabalho, Geraldo Serathiuk, informou que já esperava este tipo de denúncia de dentro da fábrica. “Quando entramos neste processo, sabíamos que iríamos receber este tipo de informação, e tenho certeza de que receberemos muito mais informações ainda”, disse. Segundo ele, a denúncia feita pelos trabalhadores já se encontra nas mãos do auditor fiscal que está cuidando do caso.

“Se a empresa estiver de fato fazendo isso deve saber que está tratando com gente experiente, no sentido técnico e político”, alertou o delegado. Segundo ele, a DRT tem conhecimentos e mecanismos de aferição para ver o que está de fato ocorrendo. “A empresa tem que ter maturidade num momento desses. É melhor ela ajudar do que camuflar a realidade, para evitar constrangimentos futuros.” Ontem, fiscais da DRT-PR fizeram inspeção na Renault, e hoje farão na Volvo. A vistoria nas instalações das três montadoras por fiscais da DRT foi decidida na semana passada. O objetivo, com isso, é reduzir o número de denúncias de acidentes e doenças ocupacionais.

A assessoria de imprensa da Audi-Volkswagen informou que a direção da empresa só vai falar a respeito após a próxima reunião com a DRT, marcada para semana que vem (dia 16).





Postado por: Adir de Souza
Data: 03/11/05 11:05:13 h

Governo Requião toma a frente para combate aos acidentes laborais no Paraná



O Governador Roberto Requião sai na frente dos demais Estados no combate aos acidentes laborais. Traz à discussão no dia 25/10/05, por ocasião da reunião semanal do seu secretariado, as questões relativas à saúde do trabalhador, especialmente daquele que trabalha nas montadoras.

O Delegado do Trabalho do Paraná, Dr. Geraldo Serathiuk, fez um relato assombroso do quadro trágico dos acidentados no trabalho em nosso Estado, esclarecendo que dos 642 acidentes registrados pela DRT, 348 ocorreram só no setor de armação. Na montagem, foram mais 156 acidentes. No setor de pintura, outros 65. E no da estamparia, 37 acidentes de trabalho. Serathiuk ainda denunciou que o trabalhador às vezes é demitido tão logo comece a dar sinais de que tem uma doença ocupacional.

Requião convocou para participar também da reunião as montadoras para que pudessem oferecer defesa contra as acusações dos abusos que vem sendo cometidos, desrespeitando-se a legislação de segurança e proteção à saúde dos trabalhadores. Mas nenhuma das montadoras enviou representante à reunião. O Estado do Paraná é o quarto colocado em acidentes no País e que é campeão mundial de acidentes. No transcorrer da reunião foram apresentados diversos vídeos demonstrando o quadro da tragédia da mutilação de trabalhadores, lesionados em serviço.

O empregador é devedor de saúde e não pode se valer da tese que vem adotando, dizendo que a responsabilidade pelos acidentes é da Previdência já que pagam o SAT (Seguro de Acidentes do Trabalho), em percentual variável sobre a folha de pagamento, dependendo do seu enquadramento, por atividades de risco. Não se trata de risco social, porque os acidentes não podem ser considerados tragédia. São passíveis de serem evitados com prevenção. Mas a cultura prevalente ainda é pela redução dos custos operacionais e por isso não há investimento em saúde e segurança dos trabalhadores, que tem direito a encontrar no trabalho dignidade e prazer e não as mutilações e doenças ocupacionais, como vem ocorrendo.

Para agravar a situação dos trabalhadores os acidentes são subnotificados, ou seja, as empresas não cumprem o que determina o art. 22 da Lei 8.213/91, que determina a emissão da CAT – Comunicação do acidente, mesmo nos casos de dúvidas. Diante dessa prática abusiva, os trabalhadores não conseguem o reconhecimento pelo INSS do benefício acidentário e em conseqüência ficam desprotegidos, sendo despedidos, tão logo o empregador tome conhecimento do acidente e ou do desenvolvimento de doença ocupacional. O trabalhador tem dificuldades na obtenção de provas da doença e do nexo causal (ter ocorrido na relação de trabalho). Por isso, Serathiuk solicitou do Governador Requião que as delegacias de polícia passem a receber as denúncias dos trabalhadores, colaborando na confecção das provas necessárias à configuração do infortúnio laboral,
O governador Requião já criou no Estado do Paraná a Delegacia Acidentária. Nossa sugestão é que se amplie a competência dessa delegacia para abarcar a proposta apresentada por Serathiuk, para que as delegacias do interior também passe m a receber as denúncias dos trabalhadores.

As montadoras receberam favores do governo Lerner para se instalarem, em isenção de impostos e pesadíssimos investimentos do Estado em infra-estrutura. Agora elas têm que dar a contrapartida. Assegurar emprego digno, sem risco de acidentes, reafirmando Requião que a Constituição Estadual, no seu artigo 31, prevê que o Estado não pode manter contratos com empresas que tragam problemas para a segurança dos trabalhadores. Arrematando, conclui afirmativamente:

“A partir de agora, qualquer tipo de incentivo para atração de empresas será vinculado às ações trabalhistas. As empresas estrangeiras, como qualquer outra, têm obrigações trabalhistas e a reordenação das montadoras é compromisso deste governo”,

Leia mais:
Aumentam acidentes em montadoras
Redação/O Estado do Paraná [26/10/2005]
Foto: Márcio Machado/SECS
Serathiuk propôs que as delegacias de polícia passem a receber as denúncias dos trabalhadores.
A saúde do trabalhador, especialmente daquele que atua nas montadoras de veículos do Paraná, foi alvo de discussão ontem, durante reunião semanal do secretariado. Segundo a Delegacia Regional do Trabalho (DRT), o Paraná é o quarto em número de acidentes do trabalho no País. Na ocasião, representantes dos metalúrgicos denunciaram as más condições de trabalho.
O governador Roberto Requião reiterou que a Constituição Estadual, no seu artigo 31, prevê que o Estado não pode manter contratos com empresas que tragam problemas para a segurança dos trabalhadores. “A partir de agora, qualquer tipo de incentivo para atração de empresas será vinculado às ações trabalhistas. As empresas estrangeiras, como qualquer outra, têm obrigações trabalhistas e a reordenação das montadoras é compromisso deste governo”, afirmou.
Segundo Requião, a quantidade de denúncias de acidentes e doenças ocupacionais em montadoras de carros, recebidas pela DRT e pelo Ministério Público do Trabalho vem crescendo. Em uma delas, encaminhada por um trabalhador no final do mês de agosto, mostra que apenas no primeiro semestre desse ano, em uma montadora da região, aconteceram 642 acidentes de trabalho.
Os números apresentados pelo governador foram confirmados pelo delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk. Dos 642 acidentes, detalhou o delegado, só no setor de armação foram constatados 384 acidentes. Na montagem, foram mais 156 acidentes. No setor de pintura, outros 65. E no da estamparia, 37 acidentes de trabalho. Serathiuk ainda denunciou que o trabalhador às vezes é demitido tão logo comece a dar sinais de que tem uma doença ocupacional.
Segundo dados da DRT, o Paraná é o quarto do País em acidentes de trabalho. “Cerca de 220 trabalhadores morrem por ano, sendo 30 mil acidentes registrados. Nas empresas, raras são as cláusulas de defesa e segurança”, afirmou. Muitas das causas dos acidentes, disse, também estão relacionadas ao ritmo frenético por aumento da produção. “Muitos funcionários assim que sofrem lesões e são afastados das empresas entram em uma lista negra das empresas para não conseguirem mais trabalho”, acrescentou o delegado.
Estratégia
Chefe da Perícia do INSS no Paraná, Simplício Carlos Barbosa revelou outra estratégia utilizada pelas montadoras: a tentativa de descaracterizar o real estado de saúde dos trabalhadores lesionados. Responsável pelos benefícios previdenciários, o INSS atende casos como auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. “Nossos dados de 2000 a 2005 mostram que as montadoras da Região Metropolitana de Curitiba apresentaram índices com acentuados aumentos de auxílio-doença em problemas de coração, por exemplo. Já por acidentes de trabalho, os níveis encontram-se estáveis”, afirmou. “Sem dúvida, há suspeita de poucas ou subnotificações sobre a quantidade de acidentes registrados nas indústrias”, avaliou.
Na ocasião, Serathiuk propôs ao governador que, a exemplo de cidades industriais, como São Paulo, e do Ministério Público Estadual (MPE) - que tem uma promotoria especializada em acidentes de trabalho - as delegacias de polícia, das cidades onde tenham maiores índices de acidente, passem a receber denúncias e a fazer inquérito policial para investigar e constituir provas a favor dos trabalhadores. “Pois os trabalhadores têm tido dificuldades em constituir prova dos acidentes, em razão dos contratos terceirizados por tempo determinado, quando a empresa constata algum problema de saúde já demite o funcionário”, falou.
O delegado regional do Trabalho também sugeriu ao governador a criação de um Grupo de Trabalho que levante o verdadeiro cenário dos acidentes de trabalho no Paraná.
Montadoras
A Renault do Brasil, que tem a planta instalada em São José dos Pinhais, informou através da assessoria de imprensa que “a preservação da saúde e a segurança dos funcionários são valores fundamentais para a Renault do Brasil.” “A empresa tem o compromisso de atender a legislação, bem como as diretrizes corporativas”, afirmou a assessoria, lembrando que a fábrica tem certificações internacionais como a Ainf, de gerenciamento de saúde.

Fonte:
http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=169848&caderno=6



Fonte: Jornal O Estado do Paraná



Postado por: Adir de Souza
Data: 21/10/05 14:08:56 h

Convite aos Técnicos de Segurança do Trabalho e Prevencionistas
Convite aos Técnicos de Segurança do Trabalho e Prevencionistas


precisamos levar quanto mais gente melhor,
acidentados, doentes, gente que precisa do estado, pode levar quem vc
achar
melhor, se tiver pouca gente o Governo pode dizer que ninguem se preocupa
com os Acidentados no Trabalho nossos colegas Técnicos de Segurança do
Trabalho devem pedir dispensa da empresa para comparecer neste ato publico
para mostrar a nossa
força este é o momento de levarmos as denuncias das más condiçoes de
Trabalho
hora 08:00 horas Museu Oscar Niemeyr antigo audirtorio do edificio Castelo
Branco

Jornal o estado do Paraná 21/10/05 coluna Panorama
Acidentes de trabalho

O presidente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado
do
Paraná (Sintespar), Adir de Souza, esteve na Delegacia Regional do Trabalho
(DRT/PR) para pedir ao delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk,
que
solicite ao governador Roberto Requião a ampliação da discussão do problema
dos acidentes de trabalho em montadoras no Paraná para outras atividades e
segmentos econômicos.

O assunto será pauta da audiência pública que acontece na próxima
terça-feira (dia 25), às 8h, no Museu Oscar Niemeyer. \"Também são altos os
índices de acidentes dentro dos bancos, hospitais, frigoríficos e
madeireiras, entre outros\", afirmou Adir, que participará da audiência.


Postado por: Adir de Souza
Data: 20/10/05 17:06:19 h

OS TRABALHADORES DO PARANÁ PEDEM SOCORRO

A famosa reunião das terças feira do governador Roberto Requião a chamada (escolinha) irá debater um fato inédito Segurança e saúde no Trabalho, irão dizer que é demagogia de época de eleição, mas por outro lado nunca na historia deste país um Governador tocou neste tema que é sensível, pois mostra as falta de respeito do capital com os seus “colaboradores”.

A concepção de democracia como vemos nos livros e num Brasil de hoje em pleno estado de direito como valores já consagrados pela sociedade, o que não ocorre nos locais de Trabalho no chão de fábrica se o trabalhador tivesse a liberdade de recusa ao executar uma tarefa que tenha risco a sua integridade física e isto ainda é um dos maiores causadores de acidentes do trabalho, e é claro em conjunto com os salários miseráveis.

A concepção de cidadania, que norteia (pensar uma palavra mais adequada) a Constituição Federal, inclui a garantia do direito ao trabalho, à saúde e à previdência social, entre outros, que decorrem dos modelos de desenvolvimento adotados pelo país.

Em 2003, os gastos da Previdência Social foram de 8,2 bilhões de reais com pagamento de benefícios acidentários e aposentadoria especial (concedida em face de exposição a agentes prejudiciais à saúde ou integridade física, com redução no tempo de contribuição). Todavia, como decorrência da falta de uma política articulada, não é possível saber quanto se gasta atualmente no país com SST. Todos os valores disponíveis são estimados.

Segundo Pastore, em um dos poucos estudos feito sobre o tema, para cada real gasto com benefícios previdenciários, há um custo total para a sociedade de quatro reais, incluindo gastos com saúde, horas de trabalho perdidas, reabilitação profissional, custos administrativos etc. Esse cálculo eleva a um custo total para o país de aproximadamente 33 bilhões de reais por ano, não sei se o foco de aftosa causa tanto prejuízo assim e quem sofre mais com este fato parece que é o boi que é sacrificado e os acidentes do Trabalho nunca foi prioridade de nenhum Governo porque não aparece na imprensa e como se diz não dá mídia.


É louvável a atitude do governador esta grande empresa não pode vir para cá e trazer doenças e levar o lucro, Mas não precisamos ir tão longe há poucos meses uma jovem perdeu a mão e parte do ante braço e veio de Araucária para Curitiba no hospital do trabalhador, com a sua mão presa à máquina por horas, somente por este fato vale tentar fazer algo e trabalhando em um supermercado que parece inofensivo e denunciamos ao Ministério Publico do Trabalho que está tomando as devidas providencias, quem sabe agora algumas secretarias de estado tenham um programa estabelecido de Gestão em Segurança e Saúde no Trabalho as empreiteiras da Copel da Sanepar os trabalhadores da Saúde no Paraná, e para constatar é só vermos os relatórios da 4ª conferencia Estadual de Saúde do Trabalhador que aconteceu neste ultimo final e Semana em Curitiba, o Secretário de Estado da saúde ficou assustado pois viu que sua pasta nunca teve um programa estabelecido de Gestão nesta área de Saúde do Trabalhador até Chamou as Centrais sindicas, e vai criar uma Comissão para discutir o assunto.

Os Agrotóxicos no Paraná matam mais de 150 trabalhadores a cada ano sem contar os doentes intoxicados pelo resto da vida e os grandes fabricantes são todas Multinacionais também que fazem reunião no interior do estado demonstrando seus produtos ainda dão um boné aos agricultores e chamam o veneno de “defensivo agrícola” e o único país do mundo que usam esta denominação, e usam em nosso país produtos (venenos) proibidos em seu país de origem.

Quem ouve rádio sabe quantos acidentes de Transito aconteceu nesse ano em Curitiba, eu desafio alguém a nos informar quantos acidente de Trabalho aconteceu na semana passada em Curitiba ninguém sabe, os comunicados vão para INSS, que não passa para O Ministério do Trabalho não existe nada integrado nesta área e recebemos noticias em tempo real do mundo, o Ministério do Trabalho não tem dinheiro para pagar diária para seus Auditores, muitos fazem seus relatórios em suas casas por falta de computador e meu neto no ensino fundamental de escola publica municipal usa computador de ultima geração, é necessário o esforço de toda a sociedade para com este lastimável dano aa saúde dos trabalhadores e os que auferem o lucro assumam as sua responsabilidades.
O trabalho, compreendido como toda transformação da natureza para benefício do homem, além de necessário para a manutenção da vida humana, é importante fator na definição das condições de saúde de cada indivíduo.
O emprego de novas tecnologias, novas práticas gerenciais e a incorporação de novas matérias primas aos processos de trabalho têm repercussão direta sobre a morbi-mortalidade dos trabalhadores.

Adir de Souza
Presidente do Sindicato dos Técnicos de
Seg. Trabalho no Estado do Paraná
Diretor Nacional de Segurança e Saúde da SDS - Social Democracia Sindical
Membro Titular da CTPP da Bancada dos Trabalhadores
Membro do GTT da NR-4
Membro do GTT da Convenção 174 da OIT
Técnico de Segurança do Trabalho da
FUNDACENTRO PARANÁ
041- 3353-5222
www.sintespar.com.br
Contatos 041- 3322-8971
Cel 9113-2506


Postado por: Adir de Souza
Data: 18/10/05 12:39:03 h

GOVERNADOR TOMA ATITUDE?

O Governador Robero Requião(PMDB) irá realizar uma audiencia pública na proxima reunião da escolinha dia 25/10/05 para tratar do problema dos acidentes e doenças relacionadas ao Trabalho Trabalho e renuncia fiscal para as montadoras, e convidou o Delegado do Trabalho no Paraná Geraldo Serathiuk, para moderar o debate entre os atores sociais, Ministerio Público do Trabalho, INSS,Sindicato dos Metalurgicos,Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Paraná

Postado por: Adir de Souza
Data: 04/10/05 15:37:14 h

NÚMERO DE ACIDENTES NO TRABALHO É O PIOR DOS ÚLTIMOS 12 ANOS


NÚMERO DE ACIDENTES NO TRABALHO É O PIOR DOS ÚLTIMOS 12 ANOS


Os números de acidentes e mortes no trabalho aumentaram. Esta é uma das constatações que podem ser feitas com base nos dados do Anuário Estatístico da Previdência Social 2004 (AEPS 2004), divulgado esta semana pelo Ministério da Previdência. Os registros, que em 2003 somavam 399.077 acidentes, no ano passado cresceram para 458.956 casos - um acréscimo de 15%. As mortes, que também em 2003 registravam 2.674 ocorrências, subiram para 2.801 casos em 2004, evidenciando um aumento de 8%.
De acordo com os dados oficiais, a indústria lidera o ranking dos acidentes: foram 211.559 ocorrências em 2004. Em segundo lugar está o setor de serviços - que é também o segmento que mais gera doenças ocupacionais - responsável por 202.566 registros. O setor de transformação reponde por 169.618 acidentes. Já a agricultura, representa 8% do número total de infortúnios, com 37.197 casos.

Conforme as informações apresentadas no Capítulo 30 do AEPS 2004, o registro mais comum, de acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID) são os ferimentos do punho e da mão, que caracterizam 14% dos acidentes de trabalho no país.

O documento divulga ainda a faixa etária dos trabalhadores mais afetados pelos incidentes: 20 a 29 anos. Confira a análise completa dos dados do AEPS na edição de novembro da revista Proteção.

Fonte: Revista Proteção - 30/09/05

Postado por: Adir de Souza
Data: 15/09/05 12:31:44 h

Viagens de ônibus serão mais seguras no Paraná

Viagens de ônibus serão mais seguras no Paraná

A partir desta quinta-feira (15), todos os ônibus que prestam serviços de transporte intermunicipal nas rodovias paranaenses estarão obrigados a informar aos passageiros sobre a localização e operação das saídas de emergência dos veículos e como proceder em casos de acidentes. Além disso, estão proibidos de permitir o consumo de cigarro e de qualquer outro tipo de fumo durante a viagem e ainda reforçar a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança.

A determinação é baseada na Lei Estadual n.º 14.652, cujo decreto foi publicado em junho deste ano. De acordo com ela, todas as informações devem ser transmitidas antes da partida.

As orientações serão dadas oralmente pelo próprio motorista, que pode ser auxiliado ou substituído por meios audiovisuais. A resolução recomenda ainda a existência de folhetos contendo todas as informações e desenhos esquemáticos do veículo.

Desde a sanção do governador Roberto Requião, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão responsável pela regulamentação do transporte intermunicipal no Estado, vem trabalhando com as empresas para que elas se adaptem às novas exigências.

“Foram cerca de 90 dias para que as empresas pudessem se adequar às novas regras e dar mais segurança aos seus passageiros”, explica o secretário dos Transportes, Waldyr Pugliesi.

Para Pugliesi, a obrigação confere mais segurança na prestação dos serviços de transporte coletivo. “Assim como acontece no transporte aéreo, o passageiro do transporte rodoviário está sujeito a riscos e essas novas determinações pretendem minimizá-los”, diz.

O diretor-geral do DER, Rogério Tizzot, informa que a fiscalização do Departamento, que já realiza operações constantes, fica responsável agora por garantir o cumprimento da lei sob pena de multa já a partir do primeiro dia de vigor.

“As equipes de fiscalização do DER passam a observar o cumprimento das novas regras já no dia 15. Mas as regras não devem ser um problema para as empresas, já que o tempo de adaptação foi razoável e com orientação do DER. Além disso, temos notícia de que boa parte delas já opera segundo a resolução”, anaslisa.

MUDANÇAS
1. A partir de agora, as empresas serão obrigadas a (via oral ou vídeo e também por meio de folhetos explicativos):

2. Indicar as saídas de emergência do veículo para os casos de acidentes e/ou emergências;

3. Indicar o correto acionamento e manuseio dos mecanismos de saída de emergência do veículo, nos casos de emergência e/ou acidentes;

4. Dar instruções de segurança que orientem os passageiros como agir e se comportarem nos episódios de acidentes e/ou emergências;

5. Orientar para a proibição do cigarro ou qualquer outro fumo durante a viagem;

6. Orientar para o uso do cinto de segurança – obrigatório apenas em veículos produzidos depois de 1999;

7. Trocar a cor das cortinas nas janelas de saídas de emergência pela cor vermelha e a inscrição na cor branca (e de forma contrária, caso as demais cortinas já sejam vermelhas.

Da AEN


Postado por: Adir de Souza
Data: 14/09/05 10:50:05 h

economia SOLIDÁRIA


Cidades cidades@parana-online.com.br

Trabalhadores com serviço e renda própria

Joyce Carvalho [14/09/2005]



João de Noronha / GPP

Catadores de lixo nas ruas de Curitiba: exploração ainda existe.



Emancipar os trabalhadores dos setores de confecção e reciclagem de lixo, muitas vezes explorados pelos patrões ou atravessadores, é o impulso para a criação de uma rede de cooperativas de economia solidária no Paraná. A iniciativa parte da Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS) da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) no Paraná. A economia solidária se caracteriza pela organização dos trabalhadores para a geração própria de serviço e renda.

Segundo Sérgio Athayde, do escritório paranaense da ADS, as pessoas que trabalham na coleta de lixo para a reciclagem sofrem nas mão dos atravessadores em regime de trabalho semi-escravo. Pagam aos \"patrões\" o aluguel do depósito (onde também moram) e do carrinho.

No segmento do vestuário, o problema está nas pequenas empresas que montam peças de roupa, principalmente calças jeans, no norte e noroeste do Estado. \"São excessos nas jornadas de trabalho, locais com condições precárias, sem registro em carteira, entre outros. Essas empresas abrem e fecham em várias cidades, deixando os trabalhadores na mão\", afirma.

O objetivo de formar uma rede de cooperativas para os empregados nestes dois setores é capacitar profissionalmente, valorizar o produto, alcançar melhor posição no mercado e gerar mais renda. \"A rede dá escala na comercialização e valorização do produto\", explica Athayde.

No caso da reciclagem de lixo, já existem dois pólos com associações e cooperativas nas regiões de Maringá e Londrina. A expansão acontecerá primeiramente no interior do Estado, segundo Athayde, em cidades como Jacarezinho, no Norte Pioneiro, e Foz do Iguaçu, no Oeste. No setor de vestuário, as cooperativas ainda serão criadas.

O delegado regional do trabalho, Geraldo Serathiuk, conta que já existe o auxílio aos trabalhadores organizados para a construção de barracões e compra de equipamentos nas cooperativas. Os recursos para a criação da rede serão obtidos junto ao Ministério do Trabalho (MT) e governo do Paraná. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também garantiu apoio. Serathiuk acredita que em até quinze dias, o governador Roberto Requião dará a sua posição sobre o apoio. Se tudo der certo, a composição da rede pode começar ainda este ano, incluindo a capacitação dos trabalhadores. Até o momento, existem 605 cooperativas de economia solidária no Paraná.



Postado por: Adir de Souza
Data: 06/09/05 13:32:05 h

Montadoras fecham o semestre com recorde assustador

Solicito aos colegas da área prevencionistas para enviar esta matéria para a sua lista de e-mails, temos que enaltecer a atitude de uma Autoridade que se sensibiliza com os fatos que ocorrem nos locais de Trabalho e toma atitude sem medo de se expor e as Denuncias de nosso Sindicato é sempre atendida no Paraná e tem solicitado apoio do Ministério Publico do Trabalho para eliminar condições de trabalho indignas.

A ainda relatou o fato ao Governador Roberto Requião e lembrou ao mesmo a nossa constituição estadual conforme artigo abaixo

CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ
Art. 31 - Ao Estado é vedado celebrar contrato com empresas que comprovadamente desrespeitarem normas de segurança, de medicina do trabalho e de preservação do meio ambiente.
Adir de Souza
Presidente do Sindicato dos Técnicos De Segurança do Trabalho no Estado do Paraná



Delegacia Regional do Trabalho no Paraná - Seção de Comunicação Social.
02/09/2005
Montadoras fecham o semestre com recorde assustador
de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.
Denúncia de acidentes e doenças ocupacionais em montadoras de carros vem crescendo de forma assustadora junto à Delegacia Regional do Trabalho (DRT/PR). Na última, encaminhada por um trabalhador no final do mês de agosto, mostra que apenas no primeiro semestre desse ano, em uma montadora da região, aconteceram 642 acidentes de trabalho. Segundo o denunciante, no setor de armação foram 384 acidentes; na montagem aconteceram 156; no setor de pintura 65; e na estamparia 37 acidentes de trabalho.
Nuncio Manalla, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba e que representa a entidade sindical no Conselho Consultivo da Previdência Social, que também esteve na DRT e afirmou que a Volkswagen, por exemplo, nos quatro anos que está atuando no Paraná já afastou a mesma quantidade de trabalhadores que estão atualmente trabalhando na empresa. Ou seja, mais de 3 mil trabalhadores afastados nesse período. Já a Renault, em 2004, abriu 112 Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT´s), sendo que destas 89 foram afastadas por Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort).
Segundo o delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk, estes números são muito maiores e mais graves, pois muitas empresas não fazem a CAT (Comunicação de Acidentes de Trabalho) e usam de contratos por tempo determinado e de rotatividade de trabalhadores para não caracterizar a doença ocupacional, impossibilitando a cobertura previdenciária, deixando os trabalhadores em condições de abandono. “Tenho recebido trabalhadores jovens em meu gabinete que me deixam emocionados com a situação de saúde, pois se encontram sem cobertura previdenciária e impossibilitados de voltar ao mercado de trabalho”, lamenta.
Para o delegado do Trabalho, isso é um crime revoltante. “Não posso concordar que empresas que vieram se instalar no Paraná, à custa de renúncia fiscal e com apoio de crédito, estejam cometendo um crime com o nossos trabalhadores”, complementa Serathiuk, que diz ainda que é preciso dar um basta nesta situação.
Serathiuk solicitou à Seção de Relações e de Fiscalização do Trabalho da DRT que, em conjunto com o sindicato e empresas, promovam uma mesa de negociação, com o objetivo de elaborar um Termo de Ajuste de Conduta. “A intenção é implementar uma política de prevenção de doenças ocupacionais e de acidentes de trabalho”, frisa.
Frigoríficos e cooperativas - Esta situação não é muito diferente em parte do setor dos frigoríficos e cooperativas. “Vejo gente soltando foguete com crescimento das exportações do setor, sem levar em conta o subproduto do crescimento, que é a falta de investimento em políticas de prevenção de acidentes, deixando trabalhadores em situação de desamparo. Tem gente que recebe homenagem e não faz CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho)”, fala Serathiuk.
De acordo com ele, muitas vezes, esse desrespeito ao trabalhador tem o apoio de linhas de crédito de bancos públicos ao setor produtivo, “o que é um absurdo”, enfatiza. “Defendo que só poderia liberar crédito para quem respeita as normas e as Convenções Coletivas, que definem o nível salarial e as condições de saúde e segurança no trabalho”, conclui o delegado do Trabalho, dizendo ainda que não podemos continuar lendo manchetes em jornais como “Montadoras fecham mês com recorde de vendas”, publicada dia 02 de setembro e “Cresce exportações das cooperativas e frigoríficos”, do dia 19 de agosto, e achar que esta tudo bem.
Assessoria de imprensa
Renata Souza (jornalista)
comunicacao.drtpr@mte.gov.br
41 3219-7774 / 9644-9122

CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ

Art. 31 - Ao Estado é vedado celebrar contrato com empresas que comprovadamente desrespeitarem normas de segurança, de medicina do trabalho e de preservação do meio ambiente.


Postado por: Adir de Souza
Data: 01/09/05 08:50:06 h

Parabéns
Prezado companheiro Adir
Recebi o seu e-mail, consultei as fotografiase e pude apreciá-las.
Recordei o dia da posse da diretoria do SINTESPAR, ocasião em que vocês
sacudiram minhas emoções com aquele gesto de homenagear a mim e a minha
grande companheira, amiga e comadre nancy.

Naquela festa pude constatar o seu prestigio e liderança junto aos
profissionais prevencionistas, à comunidade, com os politicos e com as
autoridades.

Com o seu trabalho sério e da sua diretoria, vocês conquistaram o
respeito de todos, respeitando e prestigiando as personalidades e os amigos
do passado, do presente. Dessa forma garantindo nosso futuro que será
com certeza de muito progresso. seguimos pois, nossos trilhos, os quais
soubemos muito bem assentá-los sobre bons dormentes.
Percebi também a bonita participação dos seus familiares em especial da
senhora sua esposa que nesses últimos anos tem sido o seu esteio no
desempenho das atividades do nosso sindiciato que por certo esta em ótimas
mãos.
Parabéns a todos: Toda Diretoria, seus familiares e aos nossos colegas
prevencionistas representados pelo sindicato (vocês).
Um grande abraço deste amigo que muito lhes estima.
Elias Martins

Postado por: Adir de Souza
Data: 25/08/05 14:22:56 h

VIAGEM PARA FEIRA EM SÃO PAULO


INVESTIMENTO 30,00

Estamos Tendo a colaboração do vereador

MANASSES OLIVEIRA

Ainda há algumas vagas
mais Detalhes FAVOR ligar para 3322-8971
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SINDICATO DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO NO ESTADO DO PARANÁ

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Viagem para Expo Proteção
ônibus Saindo somente de Curitiba no dia 1º de Setembro às 24:00 em Frente ao SINDICATO RETORNO DIA 02 DE SETEMBRO APÓS O TERMINO DA FEIRA

Para garantir o seu lugar efetue depósito na conta Agência 0377 C/C 349-8 e envie o comprovante para SINDICATO via fax 3322-8971

INVESTIMENTO 30,00



Postado por: Adir de Souza
Data: 18/08/05 16:17:39 h

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Postado por: Adir de Souza
Data: 18/08/05 14:32:36 h

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Postado por: Adir de Souza
Data: 11/08/05 12:45:12 h

A DEPRIMENTE HISTÓRIA DA AFL-CIO

A DEPRIMENTE HISTÓRIA DA AFL-CIO

A recente divisão da AFL-CIO constitui-se em mais um trágico capítulo na história do sindicalismo nos EUA. Na sua origem, ele até teve um glorioso papel nas lutas do proletariado. Em meados do século XIX, devido à acelerada expansão capitalista no país, a sua jovem e aguerrida classe operária criou os primeiros sindicatos e, no bojo da ascensão de suas lutas, fundou a Federação Americana do Trabalho (AFL), em 1881.

O seu principal mentor foi Samuel Gompers. Pouco depois, em 1886, ocorreram 5 mil greves pela redução da jornada para oito horas semanais. A repressão policial foi brutal e resultou no assassinato dos “Mártires de Chicago” – episódio originário das comemorações do Dia Internacional dos Trabalhadores. <