![]() Adir de Souza Presidente do SINTESPAR |
Postado por: Adir de
Souza
Data: 14/09/07 18:26:24 h
Pagina denovo on line
Nossa pagina
interativa de noticias está de novo on line...
Aguardem novidades no
site.
Postado por: Adir de
Souza
Data: 28/02/07 03:29:33 h
seu voto é importante
Adir
de Souza
Aos colegas estamos chegando na reta final desde ja muito
grato pelo Voto depositado e comunico que a votação da revista vai até dia 28,
portanto venho pedir mais uma vez seu qualificado Voto, no site esta sendo
efetuada a votaçao online, vota lá entra no site
www.cipanet.com.br
de prêmio destaque ao clicar aparece em verde Segurança do Trabalho
clica e aparecem os nomes para votar, e manda
para sua Lista de amigos
desde já obrigado e veja nossa página
www.sintespar.com.br
E
nossa Rádio na WEB
www.radiokosak.com.br
desde já grato
Adir de Souza
Postado por: Adir de
Souza
Data: 15/01/07 01:44:01 h
ATO PÚBLICO
Favor enviar para
sua LISTA
O SINTESPAR - Convida a todos os Técnicos de Segurança
do Trabalho do Estado do Paraná
No dia 20 de janeiro como ficou decidido na
assembléia do dia 07 de dezembro de 2006
Fazermos um Ato Público, por Um
Piso Salarial digno que nossa Categoria merece.
E em protesto pela Morte do
Técnico de Segurança do Trabalho, Fernando Bittencourt de Campos, na cidade de
Jacarezinho.
A Concentração – Será em Frente à Universidade Federal do
Paraná na Praça Santos Andrade, e caminharemos até a Boca Maldita
Hora:
10:00 Horas
Dia 20 de Janeiro Sábado
Esperamos contar com A categoria,
para mostrar a nossa União e Força, e espirito de Solidariedade; esta é a hora!
E conto com todos os colegas que querem melhoria nas condições de trabalho
Que os empresários respeitem a nossa profissão.
Que a sociedade saiba da
impotancia da nossa profissão.
Que trabalho é meio de vida, e Não de Morte
Favor confirmar sua apresença
pelo email sintespar2006@yahoo.com.br
Adir de Souza
www.sintespar.com.br
Postado por: Adir de
Souza
Data: 17/12/06 18:19:33 h
FENATEST REALIZA SEMINÁRIO EM MAIO 2007
Minha sugestão é a realização de Um Congresso
O
cartaz da foto é do 2º CONTEST Congresso Nacional dos Técnicos de Segurança do
Trabalho Realizado na nossa querida e bela ilha e de Florianópolis, com a
realização do Sindicatos dos Técnicos de Santa Catarina SINTESC com apoio do
SINTESP e SINTESPAR Sindicatos dos Técnicos de Segurança do Trabalho de São
Paulo e Paraná pois estes tres Sindicatos tem a sua carta sindical na mesma data
e nasceram na luta pela nossa categoria e também de uma Associação Nacional que
criamos na época para aglutinar as entidades Sindicais, e interessante ressaltar
que os Sindicatos de nossa Categoria nesta época tinham um ano e existência, e
depois nunca mais foi realizado algo deste mesmo porte e com a importancia que
teve para a categoria, pois estavam presentes neste evento, toda direção da
Fundacentro, vários Secretários de Estado do Trabalho e todas as entidades de
Técncos do Brasil precisamos resgatar esta UNIÃO e Tenho orgulho de ter
trabalhado para que estes eventos fossem realidade.
E depois da criação da
FENATEST NUNCA MAIS FOI REALIZADO NADA DESTA IMPORTÂNCIA PARA NOSSA CATEGORIA
Porque a FENATEST não tem coragem de realizar o 3º CONTEST?
além do
nome CONTEST QUE É BASTANTE SUGESTIVO E AINDA, ISTO É PRESERVAR A HISTORIA DE
LUTA DE NOSSA CATEGORIA.
E A FENTATEST quer realizar um seminário, sem
pedir a opinião da categoria sem ouvir os mais interessados, ja resolveram tudo,
local, programação,comissão organizadora tudo!
Proteste reclame você e
merece ser ouvido é seu direito
Envie um e-mail para Sr. Cláudio diretor da
FENATEST
Envie um e-mail para o diretor da FENATEST e manifeste a
sua opinião Vamos mostrar a nossa Força
kkcau@yahoo.com.br
Adir
de Souza
Postado por: Adir de
Souza
Data: 05/12/06 03:01:17 h
Funcionária do Alvorada sofre acidente de trabalho
4/12/2006 - Yahoo
Ac.Trabalho - Acidente no Palácio da
Presidência
Funcionária do Alvorada sofre acidente de trabalho
Maria Angélica Rodrigues dos Santos, 51 anos, acidentou-se hoje de manhã
quando operava uma máquina industrial de lavar roupa no Palácio da Alvorada,
residência oficial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como seu braço
direito ficou preso na engrenagem, o Corpo de Bombeiros foi chamado ao Palácio
para prestar os primeiros socorros.
Também acionado para socorrê-la, o
médico que fazia plantão no Alvorada acompanhou a funcionária na ambulância dos
bombeiros até o Hospital de Base de Brasília. Maria Angélica chegou ao serviço
de emergência do hospital consciente e com suspeita de fratura, mas os médicos
constaram que havia apenas uma contusão, além de um pequeno corte no lábio,
suturado com três pontos.
Postado por: Adir de
Souza
Data: 28/10/06 17:50:10 h
A Fentaest é dos Técnicos de Segurança
Favor Ler de baixo para cima
Resposta: Ao Sr. José
Augusto
Quem nunca se preocupou para que os TÉCNICOS DE SEGURANÇA
DO BRASIL tenham Convenção Coletiva, Pisos Salariais, que nunca ajudou os
Sindicatos politicamente e muito mesmos financeiramente não tem moral para falar
em Ética, muito menos Lealdade, a nossa Lealdade tem que ser com os Técnicos de
Segurança do Trabalho, este discurso falso de Dono da Verdade, além de parecer
doentio, de que queremos tirar seu pirulito, leva o lema nazi-fascista, do tempo
do integralismo, de quem não esta comigo esta contra mim.
O Sr.José
Augusto não tem moral para falar de Lealdade, pois nunca foi Leal com os
verdadeiros idealizadores da FENATEST e que o colocaram na entidade, como Sr.
Valdete, Sr. Ferreira Sr. Jaziel e o Sr. Wilson Lourenço e é bom que aprenda que
Lealdade incondicional só se dá a um DITADOR, virou as costas para estas pessoas
e se auto-intitula Dono da FENATEST.
E Quando afirmo que não tem moral,
pois os Sr, José Augusto, há muito tempo ele não é dirigente sindical, foi posto
para fora da chapa do SINTESP, em reunião para escolha da chapa, e foi por
unanimidade ninguém aceitou seu nome para fazer parte do SINDICATO.
E um
dos princípios fundamentais para que a nossa Federação tenha acima de tudo
legitimidade e unidade e não unicidade e que seus dirigentes Sejam dirigentes
dos Sindicatos de Técnicos em seus respectivos estados e profissionais que atuem
na área.
Se não corremos o risco de ver nossa FENATEST dirigida só por
empresários, (patrão) donos de assessorias então vejam Sr José Augusto é dono da
www.engesegc.com.br, Paulo Kirchenner é dono de uma empresa chamada SETRA, o
Nardelli dono de um escritório, Contabilidade Nardelli e diretor de um Sindicato
dos Àrbitros de Futebol do Estado do Paraná.
O Sr. José Augusto Usa
demasiadamente a palavra Lealdade em todas as comunicações merece uma pequena
analise, quem é Leal não precisa ser tão afirmativo assim, parece que fica
cobrando e não vejo dar nada em troca, ser Leal deve na condição humana na
convivência em sociedade e usa esta palavra LEALDADE como forma de coerção.
Neste caminho que está indo e se acabar a contribuição sindical
obrigatória que sustenta FENATEST com 15% de um dia de trabalho de todos os
Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil, como a entidade vai sobreviver? Se
os verdadeiros dirigentes Sindicais das entidades nos Estados não fazem parte da
FENATEST quem vai bancar e mandar na entidade? Os donos empresas de EPI? Ou o
dono empresa de comunicação. (revista).
O Sr. José Augusto, tenta com
suas atitudes jogar os outros dirigentes contra eu e o Armando só estou fazendo
uma constatação para refletirmos e nunca imaginamos e não queremos ninguém de
fora, queremos é todos juntos e nem o Sr. José Augusto nós queremos fora de
nosso movimento, queremos que ele participe de perto para ver como fazer uma
entidade ser respeitada e conhecida a nível nacional que hoje não é,
principalmente no meio dos colegas Técnicos poucos sabem o papel de nossa
entidade.
Não queremos nem o cargo que ele ocupa da CNTC nem o SÁLÁRIO
que ele recebe uns 5.000,00 reais por mês, e ele que alega ser tão Leal nunca
fala deste salário para seus amigos, e é bom ressaltar que este cargo é dos
Técnicos de Segurança.
E leiam e vejam o Tamanho da prepotência e
arrogância com que o companheiro se pronuncia que somos minoria e que ele domina
17 SINDICATOS e tem a maioria e o que está em debate é o que é bom para nosso
movimento a nível Nacional e para os Técnicos de Segurança do Trabalho do
Brasil, com certeza é a mudança. Se em 14 anos esta entidade não mostrou a que
veio, tinha que ter humildade de dizer e deixar outras pessoas trabalharem.
E quando afirma sobre a sua suposta maioria que para mim não quer dizer
nada: Hitler também quando assumiu o governo da Alemanha tinha a maioria de 80%
da população e vejam no que deu.
E quando usa o exemplo do companheiro
Schulte, é demonstração da cara de pau usar um exemplo deste tão pelego, eu sei
que ele perdeu a eleição no Sindicato dos Comerciários de Pelotas para uma chapa
de oposição montada pela Força Sindical, mas é muito diferente pois em cada
Estado existe uma Federação deste segmento dos Trabalhadores e no nosso
movimento Temos somente uma entidade a nível Nacional, e o que senhor fez
alterando o Estatuto foi Golpe para se manter no poder ad-eternum, falta de
escrúpulo.
E ainda o senhor é muito mal educado e covarde efetuou a sua
inscrição em nosso Seminário em junho em Curitiba e educadamente o coloquei na
Programação e respondeu com atitudes grosseiras e desrespeitosas e covardes
porque não me colocou na programação para debatermos no ENATEC em São Paulo tem
medo de olho no olho, frente a frente de encarar a verdade acredito que sua
vinda a Curitiba não coincidiu com seu trabalho de “Consultor” que viria fazer
em Curitiba e no litoral do Paraná, isto é falta de Ética tomando trabalho de
Técnicos novos na área e de pessoas que precisam.
E quero ressaltar para
ser fiel com a verdade e parabenizar, o nosso Presidente Elias Bernardino pelas
suas atitudes e constatei pessoalmente isto no evento do Rio de Janeiro, que me
recebeu com civilidade e a sua forma democrática de condução dos debates sendo
respeitoso e democrático, nos fez crer que o companheiro Elias sem o Sr. José
Augusto por perto, conduz melhor o trabalho da nossa entidade.
Parece
que nosso Movimento Sindical da área de Segurança do Trabalho ainda tem que
descobrir o que é Democracia que a participação no processo democrático não se
limita ao dia da eleição (de nossa Entidade), e que o voto é somente um dos atos
e SINDICATO na minha visão política é coisa séria, e como célula importante de
um País em um Estado de direito Democrático, e o senhor José Augusto tem que
aprender a compreender mais sobre esse processo histórico e parar de achar e se
arvorar onipotente e dono da FENATEST.
Usando pseudo poder, pois se não
entender, que somente existirá com a união da entidades Sindicais dos Técnicos
de Segurança do Brasil, e que não tem capacidade de fazer união, e que vai ser
cobrado pela história, e não vamos parar de questionar, pois a entidade pertence
a toda a categoria, e pela minha formação política e história de luta que tenho
no Movimento Sindical tenho obrigação Moral de devolver a nossa entidade para os
profissionais que verdadeiramente defendam os Técnicos e Segurança e lutem por
nossos interesses, o senhor José Augusto já teve 14 anos e nada fez de concreto.
E afirmo que não estou sozinho nesta empreitada, tem muito mais colegas
que o senhor José augusto imagina, em todo o Brasil que comungam desta mesma
posição, ele poderia deixar nosso movimento, para sair com um pouco de dignidade
se é que ainda possui.
Discursando em Viena, na primavera de 1872,
Rudolf Von Ihereing bem ilustrou o símbolo da Deusa Themis da Justiça, “a espada
sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada, a impotência do direito.
Uma completa a outra, e o verdadeiro estado de direito só pode existir quando a
justiça sabe brandir a espada com a mesma habilidade com que manipula a
balança.”.
Adir de Souza
Presidente do SINTESPAR
www.sintespar.com.br
From: José Augusto da Silva Filho
To: \"Antonio Sergio Aras de Almeida\"
Subject: Precisa haver unicidade nos assuntos da
Fenatest...
Date: Fri, 6 Oct 2006 19:58:44 -0300
Prezados (as) Amigos
(as) e Companheiros (as)
Prezado amigo e companheiro Presidente da FENATEST
Elias Bernardino da Silva Júnior
Devido a minha total indignação e
diante dos fatos que presenciei e ando presenciando, inclusive com desmandos,
autoritarismo e inverdades, tomei a iniciativa de maneira livre e expontânea,
escrever esta matéria abaixo, que é de interesse comum para todos nós da
Federação e dos Sindicatos Filiados. Não posso concordar com o que os meus olhos
vêem e lêem, o que meus ouvidos ouvem e principalmente o que falam. Assumindo
totalmente a responsabilidade sobre tudo que escrevi aos meus companheiros e
amigos da Federação. Precisamos de um NORTE....urgente....
Temos princípio e
lealdade junto a FENATEST e junto a todos que dela participam, e principalmente,
até os dias de hoje nunca faltou minha lealdade e os meus serviços para com o
movimento sindical nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho e tampouco
para com o nosso atual Presidente da FENATEST, que além de ser meu amigo é e
sempre foi companheiro de lutas (como muitos de voces também os são). Portanto,
estou dando a minha contribuição como já é de costume, pelo menos àquelas
pessoas e companheiros que me conhecem.
NOTA:
O Estatuto em
momento oportuno seria discutido e não foi definido quando (data), pois mesmo
com a decisão e aprovação na última Reunião de Diretoria de que se deva
reformá-lo, não seria agora para outubro, onde seria convocada Assembléia
específica para tal, por parte do Presidente da Fenatest. Isto não é prioridade,
mas sim uma grande jogada política de quem nunca teve a maioria dentro do
movimento sindical e que pretendem retalharem os companheiros atuais Diretores
da Federação.
O Jornal Primeiro Passo do Sintesp edição 189, o Armando
declara na página 04 (com a foto de todos que participaram da Reunião da
Diretoria e que foram ao Sintesp após a Reunião (visita), que a Assembléia para
se discutir a reforma estatutária seria convocada em outubro/2006, sendo que não
foi definido esta data conforme Reunião de Diretoria. Fiquei mais uma vez
horrorizado com mais esta postura deste sujeito, que foi para esta reunião com
duas procurações embaixo dos braços (Sávio do Sintest-MG e de Jaziel do Sintesb
sendo este último com o seu sindicato desfiliado da FENATEST. E o Armando
contando com este pseudo trunfo, como ele tivesse sitiado os sindicatos da BA,
MG e de AL. Que absurdo...isto é e foi ridículo companheiros!
A grande e
pretenciosa estratégia do Armando e do Adir, é tirar definitivamente o José
Augusto da Diretoria da Federação nas próximas eleições (com esta pseuda reforma
estatutária), juntamente com Nardelli, Robson, Sérgio Aras, Paulo Kircnher e
tantos outros companheiros que não possuem cargos nos Sindicatos Estaduais
filiados. Além do mais, se for aprovado este artigo no Estatuto, ele será
inconstitucional, já analisamos esta pretenciosa proposta política, junto aos
nossos Advogados em Brasília, inclusive consultando o companheiro Schulte, que
passa pela mesma situação atualmente, pois tem cargo apenas na Fecosul e não no
Sindicato e vejam Senhores, ocupa o cargo de Primeiro Secretário na nossa CNTC.
Pergunto isto é legal ou ilegal??? Naturalmente que é Constitucional. Vamos
parar com isto.
Tentam também com as propostas que irão apresentar,
impedir as reeleições para os cargos de Diretoria e Presidência da FENATEST.
Querem darem um RODO!!!
Esta aí companheiros mais uma vêz, estampada a falta
de unicidade nos assuntos da Federação e a falta de sincronia que rola e que
sempre houve por parte dos Presidentes do Sintesp e do Sistespar e
principalmente a falta de companherismo, ética e seriedade por parte deste
pequeno e minúsculo grupo, pois se assim o fizerem e apresentarem esta proposta,
iremos contestá-la com o apoio de no mínimo 17 Sindicatos Filiados pela não
aprovação. Tentem e ele irão ver! Como sempre ocorreu, quando eles nos enfrentam
e tentam encaminhar propostas que não estão sincornizadas e não representa a
unicidade da grande maioria dos filiados e dos Diretores da Federação, são
vencidos democraticamente e pela maioria através do voto.
Seriedade
acima de tudo, pois a atual prioridade (exatamente e neste atual momento) é e
seria a seguinte pauta que deveria compor a convocação desta Reunião da
Diretoria e do Conselho de Representantes da FENATEST, caso ela realmente seja
convocada:
Promover o II Encontro Nacional de SESMT ainda para este ano
de 2006, discutirmos sobre o CBO (Código Brasileiro de Ocupações) 3516 como
novas atividades do Técnico de Segurança do Trabalho, vindo alterar a Portaria
3275/89; CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanete), NR4, PNSST (Política
Nacional de Segurança e Saúde do Trabalho), Código Brasileiro de Segurança e
Saúde no Trabalho do Projeto de Lei 7.097/2002, Registro Profissional do Técnico
de Segurança do Trabalho, com um cadastro nacional de toda a categoria de todos
os Estados; Formação Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho, enfim o
II Encontro Nacional do SESMT, poderia ter um tema central como por exemplo:
Liberdade e Autonomia no Trabalho - Formação e Aperfeiçoamento Profissional.
Debateríamos também outros sub temas: Ética Profissional, Conselho Federal dos
Técnicos de Segurança do Trabalho, Competências e Capacidades Profissionais
diante da atual CBO e as novas atribuições do Técnico de Segurança do Trabalho,
Níveis de Atuação do Profissional no Mercado de Trabalho, Acordo Coletivo e
Salários da Categoria nos Estados, e a grande polêmica e dúvidas que existem com
milhares de companheiros sobre o curso e a formação de Tecnólogo em Segurança e
Saúde no Trabalho e a atividade profissional após formação.
Com esta
iniciativa devemos conseguir com unidade e força, com propostas reais e
concretas amplamente e democraticamente debatidas neste Encontro, avançarmos em
busca de novas conquistas e espaços necessários para o crescimento de nossas
entidades sindicais (sindicatos e federação) e principalmente a valorização e
crescimento profissional dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil.
Encaminharmos também aquilo que seja relativo a construção de Projetos de Lei
junto ao Congresso Nacional, com algo consistente e representativo, fruto das
propostas aprovadas neste Evento. Da mesma forma assuntos relacionados a
Educação junto ao MEC/SEMTEC e esse por sua vez encaminharia ao Conselho
Nacional de Educação. Sensibilizar e mostrar a nossa força junto a patronal,
onde se pretendemos viabilizar efetivamente nos Estados através de nossos
Sindicatos Filiados, os acordos e/ou convenções coletivas de trabalho.
O
objetivo e idéia inicial seria esta, para tanto necessita se convocar uma
Reunião da Diretoria e do Conselho (conjuntamente) para tratarmos exclusivamente
desta matéria urgente e necessária para todos os Filiados, para a FENATEST e
para toda a categoria nacionalmente. Isso sim que é prioridade companheiros. Na
reunião se discutiria as datas deste evento, local, o temário, expositores,
infra-estrutura, organização, divulgação, patrocinadores e outros mecanismos
para viabilização e realização do evento.
Espero que esta minha matéria
não seja foco ou peça de fofocas na rede (pela internet), mas no sentido de
fortalecer e engrandecer as nossas lutas!!!
Precisamos e será
necessário, caminharmos logo e avançarmos, vindo construir realmente um Projeto
e um Plano Nacional.
PS.: Aguardo manifestações de todos voces sobre
esta matéria
Cordialmente
José Augusto da Silva Filho
Diretor da CNTC
Diretor da FENATEST
Postado por: Adir de
Souza
Data: 12/09/06 08:58:15 h
doença do trabalho ficrá mais fácil provar
DEU NO JORNAL GAZETA DO POVO TERÇA-FEIRA, 12 de
setembro de 2006
PREVIDÊNCIA
Comprovar doença de trabalho
ficará mais simples
Até o fim deste mês, ficará mais fácil para o
trabalhador comprovar doenças relacionadas ao ambiente de trabalho. Deve entrar
em vigor o Nexo Técnico Epidemiológico (NTE) do Instituto Nacional de Seguro
Social (INSS), informou ontem o secretário-geral do Ministério da Previdência
Social, Carlos Eduardo Gabas. Ele participou em Curitiba do Seminário Estadual
de Conselho de Previdência Social, realizado pela Gerência-Executiva do INSS no
Paraná.
Na prática, o INSS passará a ter um banco de dados em que cada
categoria profissional será relacionada às doenças estatisticamente mais
freqüentes a sua área. Quando o trabalhador fizer a consulta ao órgão, o perito
vai analisar se o caso está ou não na lista das doenças peculiares a sua
atividade. Em caso afirmativo, o trabalhador passa a receber automaticamente o
auxílio-doença acidentário, que garante o depósito mensal do Fundo de Garantia
do Tempo de Serviço (FGTS) durante todo o tempo em que estiver afastado e mantém
o vínculo com a empresa por pelo menos um ano após a licença. Se a empresa não
concordar com a decisão, caberá a ela provar que a doença não é originária do
emprego.
Hoje, o trabalhador precisa apresentar a Comunicação de
Acidente de Trabalho (CAT), normalmente assinada por um médico da empresa, para
comprovar a relação da doença com o ambiente de trabalho. \"Em muitos casos, os
trabalhadores têm dificuldade em comprovar esse vínculo e acabam optando pelo
auxílio-doença\", explica o secretário-geral Carlos Gabas.
A medida
também visa incentivar as empresas a garantirem um ambiente de trabalho adequado
a seus funcionários. \"As empresas que reduzirem o número de acidentes de
trabalho vão pagar alíquotas menores\", diz Gabas. Atualmente, as empresas pagam
alíquotas do Seguro Acidente de Trabalho (SAT) de 1%, 2% e 3% sobre a folha de
pagamento, variando conforme o risco da atividade. Mesmo aquelas que efetivam
mudanças e baixam seus números de acidentes continuam pagando o valor da
alíquota máxima. \"A idéia é incentivar a melhoria da segurança no trabalho. Por
exemplo, se o número de acidentes de trabalho aumentar, a empresa também vai
passar a pagar uma alíquota com valor maior\", explica Gabas.
Para o
coordenador do curso de economia da UniFAE, Gilmar Lourenço, a medida \"faz
parte do pacote de bondades que o governo federal vem lançando para a sociedade
nesse ambiente eleitoral\". Para ele, os efeitos práticos devem ser pouco
significativos, e o NTE deveria fazer parte de uma \"detalhada reforma
trabalhista, e não ser apenas uma medida pontual do governo, que ainda pode ser
desconsiderada pelo Congresso\".
O NTE está previsto na Medida
Provisória 316, editada pelo governo no mês passado, e depende da publicação de
um decreto para entrar em vigor. No momento, o texto do decreto está sendo
analisado pelo departamento jurídico da Casa Civil. A partir da sua edição, a
medida provisória tem força de lei por 60 dias.
A MP 316 deve ser
analisada pelo Congresso até o próximo dia 25 de setembro, ou passará a trancar
a pauta de votações. Caso não seja aprovada, os parlamentares terão que editar
um decreto para disciplinar os efeitos que tenha gerado durante sua vigência.
Breno Baldrati
Postado por: Adir de
Souza
Data: 19/08/06 17:00:03 h
TÉCNICO NO CONSELHO DA FUNDACENTRO
Dr. Geraldo Serathiuk,
Sensibilizado pela sua forma
educada e carinhosa, com a minha pessoa agradeço em meu nome e toda esta
categoria que se angustia muitas vezes por não poder tomar atitude em defesa dos
trabalhadores, eu conheço de perto o que acontece.
Estar no conselho curador
da FUNDACENTRO na representação da bancada dos trabalhadores representado a SDS,
nao da um centavo na minha conta bancaria, esta participação, muito pelo
contrario deverei gastar dinheiro do bolso, pois nao terá passagem ou transporte
pago pela entidade mas para este, seu amigo e Técnico de Segurança do Trabalho
com muito orgulho, que ficou afastado desta entidade quase 5 anos sem salário e
sem poder arrumar outro emprego por denunciar mortes de trabalhadores na cidade
de LONDRINA em 86, somente eu e minha família sabemos os que passamos, desculpem
o desabafinho, mas faria tudo de novo se preciso for.
muito obrigado ao Sr.
a todos os servidores da DRT Paraná
Adir de Souza
----- Original Message
-----
From: DRT/PR - Geraldo Serathiuk
To: Adir
Sent: Friday, August
18, 2006 3:10 PM
Subject: RES:
CARO ADIR DE SOUZA
EM MEU
NOME E DE TANTOS AMIGOS QUE VOCÊ TEM ENTRE OS PROFISSIONAIS DA DRT/PR GOSTARIA
DE PARABENIZA-LO POR ESTA DESIGNAÇÃO NO CONSELHO CURADOR DA FUNDACENTRO. PARA
ALGUÉM QUE UM DIA FOI PERSEGUIDO POR SUAS LUTAS SER RECONHECIDO É MOTIVO PARA
SEMPRE ACREDITAR QUE A JUSTIÇA VENCE AS INJUSTIÇAS. E QUE O TRABALHO SOMADO A
HUMILDADE VENCE A ARROGÂNCIA.
PARABÉNS.
ABRAÇO
GERALDO SERATHIUK
DELEGADO REGIONAL DO TRABALHO DO PARANÁ
GABINETE DO MINISTRO
PORTARIA No- 105, DE 17 DE AGOSTO DE 2006
O MINISTRO DE
ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO,
no uso de suas atribuições, e tendo em vista o
disposto no § 2odo
art. 6o- do Anexo ao Decreto no- 4.663, de 2 de abril de
2003,
resolve:
Art. 1o- Designar PAULO ROGÉRIO ALBUQUERQUE DE
OLIVEIRA e GERALDO ALMIR ARRUDA para, na qualidade de
membros titular e
suplente, respectivamente, representarem o Ministério
da Previdência e
Assistência Social junto ao Conselho Curador
da Fundação Jorge Duprat
Figueiredo, de Segurança e Medicina
do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 2o-
Designar MARCO ANTONIO GOMES PEREZ e
MARIA DA GRAÇA LUDERITZ HOESEL para, na
qualidade de
membros titular e suplente, respectivamente, representarem o
Ministério
da Saúde junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge
Duprat
Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 3o-
Designar ADIR DE SOUZA e PAULO ROBERTO
BARCK para, na qualidade de membros
titular e suplente, respectivamente,
representarem a Social Democracia
Sindical junto ao Conselho
Curador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo, de
Segurança e
Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 4o- Reconduzir JOEL
PEREIRA FÉLIX e WASHINGTON
APARECIDO DOS SANTOS para, na qualidade de
membros
titular e suplente, respectivamente, representarem a Confederação
Geral
dos Trabalhadores junto ao Conselho Curador da Fundação Jorge
Duprat Figueiredo, de Segurança e medicina do Trabalho - FUNDACENTRO
Art. 5o- Reconduzir MAGNUS RIBAS APOSTÓLICO e
ADIB MIGUEL EID para, na
qualidade de membros titular e suplente,
respectivamente, representarem a
Confederação Nacional das
Instituições Financeiras junto ao Conselho Curador
da Fundação Jorge
Duprat Figueiredo, de Segurança e Medicina do Trabalho -
FUNDACENTRO
Art. 6o- Reconduzir MARIA NEUMA LOPES DE SALES e
OSWALDO
PAULINO para, na qualidade de membros titular e suplente,
respectivamente,
representarem o Ministério do Trabalho e
Emprego junto ao Conselho Curador
da Fundação Jorge Duprat Figueiredo,
de Segurança e Medicina do Trabalho -
FUNDACENTRO.
Art. 7o- Reconduzir ARNALDO GONÇALVES e LUIZ
CARLOS DE
OLIVEIRA para, na qualidade de membros titular e
suplente, respectivamente,
representarem a Força Sindical junto ao
Conselho Curador da Fundação Jorge
Duprat Figueiredo, de Segurança
e Medicina do Trabalho - FUNDACENTRO.
Art. 8o- Revogam-se as Portaria no- 805, de 12 de maio de
2003,
publicada no DOU de 13 de maio de 2003, Seção 2, página 30;
Portaria no-
230, de 14 de março de 2003, publicada no DOU de 17 de
março de 2003, Seção
2, página 32; Portaria no- 149, de 5 de abril de
2004, publicada no DOU de
17 de abril de 2004, seção 2, página 25;
Portaria no- 660 de 23 de abril de
2003, publicada no DOU de 25 de
abril de 203, seção 2, página 45; Portaria
1028 de 7 de agosto de
2003, publicada no DOU de 8 de agosto de 2003, seção
2, página 31;
Portaria no- 1026 de 7 de agosto de 2003, publicada no DOU de
8 de
agosto de 2003, seção 2, página 31; Portaria 1025 de 7 de agosto de
2003, publicada no DOU de 8 de agosto de 2003, seção 2, página 31;
Portaria no- 962 de 9 de julho de 2003, publicada no DOU de 10 de
julho
de 2003, seção 2, página 29; Portaria 1056 de 25 de agosto de
2003,
publicada no DOU de 26 de agosto de 2003, seção 2 página 24;
Portaria no-
1033 de 15 de agosto de 2003, publicada no DOU de 18
de agosto de 2003,
seção 2 página 26.
Art. 9o- Esta Portaria entra em vigor na data de sua
publicação.
LUIZ MARINHO
SECRETARIA EXECUTIVA
Ministério do Trabalho
e Emprego
Postado por: Adir de
Souza
Data: 01/07/06 14:23:32 h
seminario é noticia
SEMINÁRIO PARANAENSE É NOTICIA
Cidades
cidades@parana-online.com.br
Segurança dos trabalhadores não recebe a
devida atenção
Elizangela Wroniski [01/07/2006]
Foto: Fábio
Alexandre/O Estado
Lei exige a adoção de medidas que visem
evitar acidentes.
No Paraná, ocorrem todos os anos 30 mil acidentes de
trabalho, sendo que 900 pessoas ficam inválidas e 200 perdem a vida. Para tentar
melhorar este quadro, o Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do
Paraná (Sintespar) vem promovendo cursos de capacitação para profissionais da
área. Ontem, 200 participaram do Seminário Paranaense de Segurança da Saúde no
Ambiente do Trabalho, em Curitiba.
Para o presidente do Sintespar, Adir de
Souza, muita coisa ainda precisa ser feita na área do trabalho. Ele diz que o
governo gasta milhões em campanhas para combater a dengue, por exemplo, mas
pouca coisa é feita pela segurança dos trabalhadores. “Em 2005, 42 pessoas
morreram de dengue no País, enquanto 2.800 perderam a vida em acidentes de
trabalho”, compara. Ele diz que outros setores, como as universidades, também
deveriam prestar mais atenção ao problema. Cita ainda que muitos equipamentos
usados pelos trabalhadores paranaenses são obsoletos, oferecendo muitos riscos.
No ano passado, uma jovem de 23 anos perdeu a mão num supermercado em Curitiba,
quando estava moendo carne. “É um acidente horrível. A pessoa fica até duas
horas presa na máquina até os técnicos desmontarem”, exemplifica. Nos últimos
anos, foram três acidentes desse tipo no Estado.
Ontem, os técnicos de
segurança do trabalho conheceram um pouco mais a nova legislação, que traz itens
específicos para profissionais da área da saúde. “A lei exige a adoção de
medidas que visem evitar acidentes.”
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Postado por: Adir de
Souza
Data: 15/06/06 18:24:26 h
resposta ao direotr da federação
Sr. José Augusto.
Vemos que o colega efetivamente não
tem palavra, você primeiro efetuou sua inscrição e com Civilidade espírito
democrático e educação por ser diretor de Nossa Federação o colocamos na
programação, algo perfeitamente normal, como você colocou na programação ENATEC
no Apoio o nosso sindicato sem nos consultar, muito menos para dar sugestões na
programação e tem obrigação de entrar em contato com os colegas para ouvir.
Informo ao companheiro que este convite que efetuamos não é pessoal, e não
tratamos a atuação de nosso sindicato de ordem pessoal o convite foi feito como
representante do Sindicato dos Técnicos do Paraná eu nunca efetuaria um convite
pessoal para senhor, pois não faz parte deste seleto grupo, e esta sua colocação
já mostra seu destempero de quem deveria dar exemplo de civilidade e sua falta
de educação com um colega de profissão, mostrando assim não estar preparado para
bem representar a nossa categoria.
Mostra com esta atitude sua falta de
espírito democrático, e não sabe lidar com as pessoas que tem somente opiniões
diferentes sobre a condução da direção da nossa Federação.
Pois é uma pena,
sei que travaríamos um bom debate, uma grande oportunidade para mostrarmos aos
Técnicos de Segurança que você tem compromisso, e o quanto você é mentiroso.
O que aconteceu é que você afinou não tem coragem de vir ao Paraná dar
resposta a suas atitudes de 14 anos na frente da entidade, e não ter nada para
mostrar de concreto para a categoria e sabe muito bem do trabalho que fazemos no
Paraná há anos e informando e nossa atuação em todos os fóruns possíveis e
principalmente sem mentir.
E ontem à noite em nossa reunião tivemos
informações e até recebemos e-mails de colegas que o senhor estará nesta data em
Curitiba e na região metropolitana fazendo trabalho de Assessoria da Empresa que
o senhor é Dono é Patrão e inclusive tirando trabalho de nossos colegas uma
verdadeira falta de ética, não chega o salário 5.000,00 que recebe da CNTC pago
pela contribuição sindical dos Técnicos de Segurança do Trabalho de todo o
Brasil.
O senhor sabe do nível de politização da nossa diretoria e dos
Técnicos do Paraná sabe que será questionado e não terá resposta para dar aos
colegas, e aqui não dá para fazer discurso fácil para receber aplauso depois ir
embora sem nada de concreto, como tem feito há anos, ir às aberturas de eventos
fazer discurso e ir embora sem compromisso.
Porque na maioria dos estados
nossa categoria não tem convenção coletiva de trabalho? o que a Federação fez
para ajudar? Pois sabemos que em 14 anos somente Paraná, São Paulo e Goiás têm
convenção coletiva de trabalho e nesses 14 anos o Senhor não FEZ NADA.
O
Senhor em todos estes anos só tem usado a nossa categoria em proveito próprio
tanto é que virou empresário há muitos anos não bate cartão. Na nossa diretoria
no Paraná e na maioria dos Estados os dirigentes dos Sindicatos Técnicos
trabalham nas empresas normalmente, e a noite, nos sábados, domingos efetuam seu
trabalho para a categoria por idealismo, e de GRAÇA, para pagar o Senhor e o
Presidente, é ILEGAL, INJUSTO E IMORAL.
Colocou na presidência da nossa
Federação um laranja despreparado, do Rio de Janeiro que ganha 2.000,00 reais
por mês para não fazer nada também, compraram uma SEDE no Rio de Janeiro para a
Federação, sem autorização de grande parte dos Sindicatos de Técnicos do Brasil
como se a direção da Federação estivesse sempre na mão do Sindicato do Rio e
qualquer cidadão consciente e com visão democrática e com responsabilidade com a
categoria saberia que a direção da FENATEST deveria ser itinerante, dando
oportunidade para todos os que querem trabalhar pela categoria, esta prepotência
que acham que podem e sabem sozinhos conduzir os nossos destinos em detrimento
de colegas de outros estados.
Temos conhecimento dos colegas do Rio Grande
do Sul que fazem um grande trabalho na categoria, eventos reuniões com todas as
dificuldades que conhecemos, pois trabalham nas empresas como citei acima, estão
elaborando e tentando fechar uma convenção coletiva e sabemos o quanto é
difícil, e o que a Federação está fazendo para ajudar Nada?
Em Santa
Catarina os colegas estão batalhando muito para terem a sua convenção coletiva
de trabalho e a Federação NÂO DÁ nenhuma ajuda em outras categorias vemos sempre
a frente de uma negociação as Federações auxiliando os sindicatos nesta Tarefa e
nossa é só discurso e Sindicato sem convenção coletiva com a Reforma Sindical
que esta aí para vir ficará numa situação difícil e em conseqüência prejudicando
os nossos colegas Técnicos de Segurança.
Eu já lhe informei pessoalmente e
sugeri a realização de um Congresso Nacional e efetuamos dois Congressos
Nacionais e com nome muito mais sugestivo I CONTEST em Fortaleza no dia 06 de
outubro de 1976 com grande participação dos colegas, e II CONTEST - CONGRESSO
NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO, foi realizado em Florianópolis
com a participação de todas as entidades de Técnicos e colegas de todo o país,
com grande participação das autoridades, estaduais e nacionais e com debate
democrático de todos os temas que afetam a nossa categoria e com posições
diferentes como o colega João Alberto Pimentel do Rio Grande do Sul que entregou
documento, usou a palavra protestou colocou suas posições e Foi respeitado e não
tratado como inimigo, atitude que você precisa aprender ainda e vamos ao
Realizar o II CONTEST, este evento Enatec junto com feira fica muito esvaziado,
vamos fazer um evento somente nosso da nossa categoria com participação efetiva
de todas as nossas entidades, e debatendo temas efetivos e afetos a nossa
categoria, assim todas as nossas lutas e metas serão de conhecimento de todos os
profissionais do Brasil.
Federação para participar somente de alguns eventos
não precisa existir, ou melhor, precisa mudar a atuação ou direção, Fazer um
grande Congresso Nacional em São Paulo que é mais central para os colegas
participarem e mais de 50% dos Técnicos de Segurança do Trabalho do país estão
no Estado de São Paulo que, aliás, merecem mais atenção desta Federação porque a
maior Arrecadação da entidade prove do Estado de São Paulo.
E vou parando
por aqui, eu preferia que fosse em público com presença de centenas de Técnicos
de todos OS ESTADOS. Talvez se tivessem coragem de me colocar na programação do
ENATEC e alguns minutos me darem à palavra, prestaria de verdade um serviço à
categoria, fazendo uma programação voltada verdadeiramente aos interesses da
Categoria.
Como escreveu um colega Técnico de Segurança da Itaipu o senhor
tem prestado uma ação nociva e PREDATÓRIA a nossa categoria, esperamos que logo
seja tomado pelo sentimento de saber que seu tempo Já passou e se dedique mais
cuidar da sua empresa, e que se em 14 anos nada de concreto foi efetuado deveria
se afastar para sair com um pouco de dignidade e mesmo em todos os anos sem
largar o osso, com certeza deve ser contra a reeleição do Presidente Lula
democracia e respeito aos trabalhadores somente para os outros.
Adir de
Souza
Ao Adir de Souza
Informo que convite
feito por você nunca foi uma honra para mim. E outra, não trata de uma questão
de humildade, pois esta característica faz parte de minha personalidade e não da
sua. Para mim isto não é um convite especial meu nobre senhor...
Tenho, tive
e sempre terei compromisso com a categoria nacionalmente, inclusive com os
Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado do Paraná. Agora contigo não tenho
compromisso algum, mesmo o senhor sendo presidente deste sindicato.
Diante
de tal fato e de vossa deselegância que lhe é peculiar, em me convidar desta
forma que está sendo feita, sem me comunicar, pois fiquei sabendo através de um
fax que recebi de um amigo TST do PR, além de não participar mais do painel do
qual o meu nome foi imposto por você, não irei comparecer também ao evento e já
comunique esta minha decisão ao nosso Presidente da FENATEST Elias Bernardino da
Silva Júnior.
A pessoa que deve ser convidada para este Painel neste
Seminário é o Presidente da FENATEST Elias Bernardino da Silva Júnior, que
também é o Presidente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no
Estado do Rio de Janeiro. Ele se convidado, falará sobre o Papel da FENATEST e
de outros temas nacionais no Debate de temas específicos da Categoria. Portanto,
faça o convite a ele.
Tenha uma excelente reunião de diretoria e um bom
trabalho para todos que participam da organização do evento. As minhas saudações
aos membros da Diretoria.
Cordialmente
José Augusto da Silva Filho
Postado por: Adir de
Souza
Data: 28/05/06 14:00:02 h
Comitê quer prevenir acidentes
Nosso Sindicato Participou na sexta feira dia 26 demaio na
Fundacentro-Paraná de para tentar fazer com que este comitê tenha um papel
importante na e que medidas sejam tomadas quando acontecem os acidentes graves e
fatais tendo ações concretas na investigação e que após um diagnostico seja
tamadas as medidas preventivas
Comitê quer
prevenir acidentes de trabalhoRosângela Oliveira [27/05/2006]Foto: Aliocha
Maurício/O Estado
INSS, secretarias de Saúde, DRT e hospitais estavam no
encontro.
Montar um banco de dados único, que reúna todas as informações
sobre mortes e amputações decorrentes de acidentes de trabalho. Essa é a
proposta do Comitê Estadual de Investigação de Óbitos e Amputações Relacionadas
ao Trabalho no Paraná, cujos membros se reuniram ontem, em Curitiba, com
representantes de diversas instituições que recebem esses dados. Com a
unificação, será possível atuar de forma preventiva nos setores e segmentos que
lideram as ocorrências. As fontes que irão alimentar esse banco de dados virão
de instituições como o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS),
secretarias Estadual e Municipal de Saúde, Delegacia Regional do Trabalho (DRT)
e hospitais. De acordo com a assistente social do Ministério Público do Paraná,
Roselene Sonda, os dados que existem hoje não são consistentes, pois ocorrem
muitas falhas de informação. Estimativas da Fundacentro, entidade ligada ao
Ministério do Trabalho que atua em pesquisa relacionada à segurança e saúde dos
trabalhadores, é que as subnotificações chegam a 80%. Outro problema são os
funcionários terceirizados, já que as empresas não identificam os trabalhadores
por categoria, mas generalizam a função. Apesar dos dados de mortes e amputações
relacionados ao trabalho serem incompletos, alguns setores já indicam a
necessidade de uma atuação urgente. A Prefeitura de Curitiba verificou que os
óbitos decorrentes de acidentes de trabalho lideram na construção civil e
transporte. Em relação às amputações, a maioria dos casos ocorre nos setores de
metalurgia e indústria alimentícia. A coordenadora da Secretaria do Trabalho da
capital, Lisian Lourenço Nass, acredita que quando as notificações passarem a
ser obrigatórias, os dados chegarão mais próximos da realidade. A representante
do Centro Estadual de Saúde do Trabalho da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa),
Olga Estefania, afirmou que isso está próximo de acontecer, pois hoje a Rede
Nacional de Atenção à Saúde do Trabalhador, do Ministério da Saúde, está
exigindo a notificação obrigatória. Segundo Olga, os dados da secretaria apontam
que, de 1996 a 2005, foram notificadas 3.234 mortes e amputações no Paraná.
Porém, quando se investiga quais os segmentos onde as situações ocorrem com mais
freqüência as informações não constam. \"Por isso, com a notificação obrigatória
teremos mais qualidade e quantidade nas emissões\", falou. Para a promotora de
Justiça da Promotoria de Defesa à Saúde do Trabalhador, Elaine Sanches, o grande
desafio agora será unificar esses dados, \"pois será com base neles que
poderemos direcionar as ações\".
Postado por: Adir de
Souza
Data: 07/05/06 12:59:32 h
ato público realizado pelo sintespar
Prevenção não acompanha ritmo de criação de vagas
Gisele Rech [29/04/2006]
Foto: Fábio Alexandre/O Estado
Ato na Boca apresentou números impressionantes à população.
O Dia Mundial em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas
ao Trabalho foi lembrado em Curitiba com uma ação conjunta da Delegacia Regional
do Trabalho (DRT), do Sindicato dos Técnicos em Segurança do Paraná e da
Associação de Defesa dos Lesionados no Trabalho do Estado do Paraná.
Representantes das entidades se reuniram na Boca Maldita para distribuir
panfletos e divulgar números impressionantes em um telão.
No Paraná,
aconteceram 30 mil acidentes de trabalho em 2005, resultando em quase 200
mortes. No Brasil, foram 2.800 vítimas fatais e 12 mil inválidos.
Segundo o
superintendente da DRT, Geraldo Serathiuk, com base no Anuário Estatístico de
Acidentes de Trabalho, os números aumentaram proporcionalmente à ampliação do
número de empregos. \"O crescimento deve trazer geração de empregos, mas também
de investimentos em ações de prevenção de acidentes\", diz.
Um dos
principais motivos dos acidentes realmente é a falta de treinamento, que
trabalha em favor da prevenção. \"O problema é que os empregadores preferem
gastar posteriormente em ações trabalhistas ou sobrecarregar a Previdência do
que investir em treinamento\", diz Adir Souza, presidente do Sindicato dos
Técnicos em Segurança do Paraná. Segundo ele, apesar do número de denúncias dos
trabalhadores ter aumentado, o movimento no Brasil ainda é muito tímido, já que
o temor às represálias muitas vezes deixa o trabalhador submisso, agüentando
condições insalubres de trabalho. \"Não faz parte da nossa cultura e sinto que
há um resquício da ditadura, já que há um freio à democracia.\"
Na avaliação
de Souza, esse receio freia o trabalho das comissões internas de prevenção de
acidentes - as Cipas, já que a estabilidade da função é de apenas um ano. \"O
que tem que mudar é a mentalidade dos empregadores e a conscientização do
problema através de ações do poder público.\" Souza cita como exemplo as
campanhas federais contra a dengue, que no ano passado matou 42 pessoas.
\"Talvez se houvesse uma campanha tão efetiva quanto a da dengue para os
acidentes de trabalho, o problema não fosse tão grave.\"
O médico Paulo
Coelho, presidente da Associação de Defesa dos Lesionados no Trabalho do Estado
do Paraná (ADLT), informa que as lesões mais comuns são de ordem biomecânicas e
envolvem trabalhadores em fábricas, onde o esforço costuma ser repetitivo. Outro
problema é o excesso de horas seguidas numa mesma função. \"Com a criação do
banco de horas, um engodo para o trabalhador, alguns são submetidos a muitas
horas a mais de trabalho, o que aumenta o risco de acidentes. Mesmo com um dia
de descanso, ele não consegue compensar o excesso dos dias anteriores.\"
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Postado por: Adir de
Souza
Data: 11/03/06 16:34:40 h
ENTREVISTA: DEOGLEDES MONTICUCO
ENTREVISTA: DEOGLEDES MONTICUCO
Pela valorização
dos órgãos e entidades de pesquisa do governo
Por Adriane do Vale
Fotos: Osiris Bernardino
O engenheiro de segurança do trabalho
Deogledes Monticuco defende a valorização dos órgãos e entidades do governo
federal com vistas à melhoria das condições de trabalho no ambiente laboral
“O comprometimento corporativo e a preocupação pela segurança e
saúde dos trabalhadores estão diretamente ligados à alta direção de cada
empresa.”
Com 30 anos de experiência na área de segurança e saúde do
trabalho, nos mais diversos ramos da economia como indústria da construção
civil, setor automobilístico, siderurgia, petroquímica, comércio e montagem
industrial, o engenheiro de segurança e saúde do trabalho Deogledes Monticuco
também atua em consultoria e pesquisa.
Coordenador nacional da revisão da
NR-18, que completou, em 2005, 10 anos, Monticuco é diretor da Associação
Paulista de Engenheiros de Segurança do Trabalho (Apaest) e autor de oito livros
e de vários artigos técnicos.
Nesta entrevista concedida à Revista Cipa fala
sobre o atual momento do setor prevencionista, sobre as conquistas da norma da
construção civil após a revisão, sobre o comprometimento das empresas com à
segurança e saúde dos trabalhadores e sobre as mudanças que ainda precisam ser
implementadas na área. Acompanhe a seguir os principais trechos.
CIPA: O
senhor atua há 30 anos no setor prevencionista. Que avaliação faz da segurança e
saúde no trabalho, no Brasil, ao longo desse período?
MONTCUCO: A segurança
e saúde no trabalho tem evoluído bastante nos últimos 30 anos, com a
participação dos profissionais da área, a atuação das empresas, sindicatos dos
empregadores e dos empregados, no sentido de aprimorar as condições de trabalho
e a redução dos acidentes e doenças ocupacionais. No entanto, houve uma
estagnação, nos últimos anos, por parte dos órgãos e entidades de pesquisas do
governo federal, por falta de melhoria nas estruturas.
CIPA: No que se
refere à legislação prevencionista brasileira, ela atende às necessidades do
setor ou ainda temos muito a avançar? Que comparação com outros países?
MONTICUCO: A legislação brasileira atende parcialmente as necessidades do
dia-a-dia. No ato da publicação a legislação está ultrapassada, pois ela é
baseada em experiências do passado. É importante a criação de mecanismos no
sistema tripartite e paritário para a atualização e aperfeiçoamento constantes,
devido as rápidas mudanças que ocorrem em atividades específicas, desde avanços
tecnológicos a processos, até do ponto de vista cultural. As boas mudanças
dependem muito da estrutura e das condições de trabalho dos órgãos e entidades
de pesquisas do governo e também da participação ativa da sociedade em articular
os avanços na legislação. Temos muito a avançar, especificamente na indústria da
construção, pois existem assuntos que merecem ser discutidos para aprimorarmos
ainda mais a
norma, em prol dos trabalhadores, das empresas, dos sindicatos
dos empregadores e empregados, ou seja, da sociedade como um todo. Eu,
particularmente, evito comparar o Brasil com outros países nessa área de
segurança e saúde no trabalho, pois as condições tecnológicas e culturais são
diferentes. É muito salutar importar o que existe de bom em cada país e adaptar
às nossas reais condições.
CIPA: O senhor participou das alterações da
NR-18 que, em 2005, completou 10 anos. Que balanço faz do período pós-revisão?
MONTICUCO: Eu participei das alterações da NR-18 como coordenador durante 13
meses até a publicação da mesma em 1995. Sem dúvida, a norma apresentou avanços
expressivos, resultado da participação de diversos segmentos da sociedade,
quando do estudo e implementação da sua alteração. De um modo geral posso
considerar como positivo o balanço da NR-18 pós-revisão, ou seja, redução de
acidentes fatais e graves, tirando da indústria da construção o título de
campeão de acidentes fatais. Além da introdução do planejamento da segurança do
trabalho na indústria da construção por meio do Programa de Condições e Meio
Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção (PCMAT); a incorporação da
terminologia meio ambiente nessa atividade; a obrigatoriedade do treinamento,
com carga horária mínima definida, na fase de admissão dos funcionários e;
outros avanços que continuam ocorrendo, principalmente, ao meu entender, a
concepção de projetos e implementações de proteções coletivas incorporados no
cronograma executivo da obra.
CIPA: Na opinião do senhor, por que a
NR-18 após sua revisão se tornou um modelo a ser seguido pelas demais normas e
ainda hoje se mantém dinâmica?
MONTICUCO: Primeiramente, o ambiente
profissional formado entre os integrantes do sistema tripartite e paritário, em
1995, foi o melhor possível. Todos queriam avanços significativos,
conseqüentemente foi possível discutir os assuntos colocados nas pautas das
reuniões de tal forma que foram exaustivamente debatidos e finalmente aprovados
em consenso, nenhum item submetido à votação. Em segundo lugar, a inserção na
norma de mecanismos para formação do Comitê Permanente Nacional sobre Condições
e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção (CPN) e dos Comitês
Permanentes Regionais sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria
da Construção permitiu a continuidade do trabalho iniciado em 1995. A grande
participação dos profissionais que fizeram parte da Comissão Tripartite e
Paritária da NR-18 no primeiro CPN foi fundamental para que ela se tornasse
referência e se mantivesse dinâmica.
CIPA: As NR-s 7 e 9 também
completaram 10 anos há pouco tempo, têm um importante papel na prevenção dos
acidentes e doenças ocupacionais e muitas vezes não são compreendidas e
implantadas como deveriam. Por que elas não são discutidas como a NR-18?
MONTICUCO: Pelo histórico da alteração da NR-18, citado anteriormente,
percebe-se que houve uma participação intensa de diversos segmentos da
sociedade, principalmente dos sindicatos de empregadores e empregados, além do
governo por meio de contribuições e presença de representantes nas reuniões
desde a fase inicial até a conclusão do trabalho. Tudo isso foi fundamental para
a aceitação e implementação no dia-a-dia desses avanços, cuja metodologia
perdura até hoje. É importante a participação da sociedade nas discussões de
qualquer alteração de norma.
CIPA: O senhor tem uma grande experiência
na área de segurança e saúde do trabalho dentro de várias empresas. Que análise
faz do comprometimento corporativo atual em relação à SST? A preocupação está no
homem (trabalhador) ou no lucro (produção)?
MONTICUCO: O comprometimento
corporativo e a preocupação pela segurança e saúde dos trabalhadores estão
diretamente ligados à alta direção de cada empresa. Existem as que investem,
valorizam e dão apoio a esta área e a colocam como assessoria da alta direção,
pois consideram importantes as atividades desenvolvidas. Essas empresas têm uma
política empresarial que se preocupa com as condições de trabalho, com a imagem
perante a comunidade e conseqüentemente com a sobrevivência no mercado cada vez
mais competitivo. De outro lado, temos empresas que procuram apenas o lucro
imediato e muitas vezes nem o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nem o
Ministério Público conseguem fazer cumprir a legislação vigente. O que fazer?
Depende de uma atuação mais firme desses órgãos. Também é muito importante o
papel dos profissionais da área, no sentido de esclarecer aos empregados os
riscos a que estão expostos com as respectivas medidas preventivas, em todos os
níveis hierárquicos. Se o profissional não conseguir sucesso na empresa é
preferível procurar outra ou mudar de função, pois neste caso, não está
conseguindo vender direito o seu conhecimento. Nada adianta estar na empresa
apenas para cumprir a legislação. O profissional deve ser atuante e procurar
crescer e desenvolver tecnicamente, só assim conseguirá espaço no mercado de
trabalho.
CIPA: Em sua carreira o senhor algumas vezes esteve
diretamente ligado às CIPAs. Qual a importância que têm, em sua visão, na
promoção da segurança e saúde ocupacionais? MONTICUCO: Minha experiência está
ligada às CIPAs da indústria da construção. Não atuava como membro, e sim como
assessor nas reuniões realizadas. Considero de suma importância uma CIPA bem
organizada em obra, pois os membros efetivos e suplentes, tanto dos empregadores
como dos empregados, são agentes multiplicadores nos aspectos de segurança e
saúde ocupacionais, contribuindo para a implementação dessa área, com resultados
expressivos. A inserção de diretrizes básicas da CIPA na NR-18 é um avanço,
afinal permitiu sua formação em obras com uma duração inferior a um ano, sem a
preocupação de estabilidade dos cipeiros. No entanto, há necessidade de
aprimoramento, para tanto, recomendo ao Comitê Permanente Nacional sobre
Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção incluir o
assunto na pauta das próximas reuniões.
CIPA: Com base em sua
experiência, quais são os entraves políticos e culturais que impedem o maior
comprometimento da sociedade com a qualidade de vida nos ambientes de trabalho?
MONTICUCO: A falta de liberação de recursos humanos e financeiros, aliado às
condições de trabalho dos profissionais dos órgãos e entidades de pesquisas do
governo faz com que a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais sejam
relegadas a segundo plano. Nas décadas de 70 e 80 houve um apoio expressivo do
governo, quando foi possível disseminar a cultura prevencionista na sociedade e
como conseqüência os cidadãos discutiam e tinham uma preocupação maior nesta
área.
CIPA: Como o senhor vê a questão da Política Nacional de Segurança
e Saúde no Trabalho (PNSST)?
MONTICUCO: Não se pode pensar numa Política
Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho (PNSST) sem primeiramente pensar numa
mudança de estrutura dos órgãos e entidades de pesquisas do governo, bem como
das condições de operacionalização. Ocorre muitas vezes que uma política é bem
elaborada a curto, a médio e a longo prazo, mas na prática não sai do papel
devido aos fatores citados.
CIPA: Para uma maior redução dos acidentes e
doenças ocupacionais são necessárias modificações na estrutura da prevenção?
Quais seriam essas mudanças, na opinião do senhor?
MONTICUCO: Em relação ao
MTE, para atender a crescente demanda deve acompanhar as mudanças tecnológicas,
as alterações e atualizações necessárias à legislação. Também é importante
voltar a ter uma atuação mais efetiva na fiscalização da segurança e saúde do
trabalhador. Para isso, deve contar com um número suficiente de profissionais,
pois houve uma redução expressiva nos últimos anos, tornando difícil manter o
padrão do passado. O órgão normativo precisa responder as dúvidas e indagações
feitas pelos profissionais via Internet e o órgão fiscalizador, por meio dos
agentes de inspeção, deve fiscalizar apenas assuntos relacionados à segurança e
saúde do trabalho, como executava antes, como passaram a fiscalizar outros
assuntos, por determinação superior, o tempo dedicado à área foi reduzido. No
que se refere à Fundacentro, também precisa dispor de um número suficiente de
profissionais para atender a demanda, a começar com a reposição dos que se
aposentaram ou se desligaram. Além disso, a dotação orçamentária deve ser àquela
adotada durante muitos anos, que se baseava na arrecadação do seguro acidente.
Outro ponto importante é a existência de um plano de carreira claro e objetivo,
para que os funcionários possam atuar como superintendentes e delegados
regionais, com períodos determinados. Por outro lado, o MTE e Fundacentro também
precisam ter uma ação conjunta e voltarem a realizar o Congresso Nacional de
Prevenção de Acidentes do Trabalho (Conpat), além de incrementarem ainda mais os
eventos regionais na área da segurança e saúde do trabalho. Neste caso, é
importante que os conferencistas sejam remunerados pelo tempo de preparação, de
exposição e custos dos materiais utilizados, pois assim a comissões
organizadoras poderão exigir melhor qualidade dos trabalhos apresentados. A
existência de um site para intercâmbio entre os profissionais da área também é
fundamental, para esclarecimento de dúvidas ou troca de informações.
CIPA: O senhor é um dos diretores da Associação Paulista de Engenheiros
de Segurança do Trabalho (Apaest), qual o trabalho desenvolvido pela entidade em
prol da prevenção e da categoria?
MONTICUCO: Os diretores e convidados da
Apaest reúnem-se uma vez por mês e por meio dessas reuniões temos conseguido um
bom intercâmbio em prol da prevenção de acidentes e doenças do trabalho, bem
como o fortalecimento da categoria. Alguns resultados práticos alcançados foram
o estudo e aprovação, em Assembléia Geral Ordinária, do Regulamento de Honorário
para Perícias e Consultorias de Engenharia de Segurança do Trabalho. Este
regulamento encontra-se no CREA/SP para registro. Também conseguimos a
reformulação do site da entidade, o qual está à disposição dos interessados no
www.apaest.org.br e realizamos intercâmbios com outras entidades a favor da
Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.
CIPA: O senhor é autor
de alguns livros na área de SST. Quais o senhor destacaria e qual seu objetivo
ao escrevê-los?
MONTICUCO: Eu destacaria primeiramente os de proteções
coletivas e o de instalação elétrica, pois os maiores riscos nas obras estão na
falta ou nas péssimas condições das proteções coletivas e das instalações
elétricas. Meu maior objetivo sempre foi e continuará sendo o de repassar o
conhecimento adquirido à sociedade. Sou muito grato a Deus em ter esta
oportunidade, sendo assim não devo ser egoísta em querer exclusividade.
CIPA: Deixamos espaço para suas considerações finais.
MONTICUCO:
Considero de suma importância para área da segurança e saúde do trabalho a
participação ativa de todos os profissionais (engenheiros, médicos, técnicos,
enfermeiros do trabalho e auxiliar de enfermagem) nas discussões que norteiam o
momento atual, as necessidades e os caminhos para as melhorias da prevenção de
acidentes e doenças ocupacionais.
“É importante a criação de
mecanismos no sistema tripartite e paritário para atualização e aperfeiçoamento
constantes, devido as rápidas mudanças que ocorrem em atividades específicas...”
“Não se pode pensar numa Política Nacional de Segurança e Saúde no
Trabalho (PNSST) sem primeiramente pensar numa mudança de estrutura dos órgãos e
entidades de pesquisas do governo, bem como das condições de operacionalização.”
Postado por: Adir de
Souza
Data: 08/03/06 11:56:21 h
ACIDENTE FATAL = MAIS UM
MAIS UM
TRABALHADOR
LUIZIÂNIA - Jornal Gazeta do Povo de 07 de março de
2006
Homens morrem asfixiados em silo de milho
Ângelo Aparecido
Baião, 57 anos, e Luiz Carlos de Lima, 40 anos, funcionários de uma fazenda em
Luiziâna, na região Centro-Oeste do estado, morreram asfixiados, ontem, após
tentarem consertar o elevador de um silo de armazenagem de milho. O acidente
aconteceu por volta das 10 horas quando um dos operários desceu por cerca de 10
metros no fosso do silo para tentar destravar o elevador que faz o transporte de
grão. Minutos depois, o segundo funcionário, ao ouvir um barulho no interior do
fosso, desceu para socorrer o colega e também acabou morrendo asfixiado.
Segundo o Corpo de Bombeiros, que trabalhou com a ajuda de tubos de
oxigênio e de um exaustor, a morte dos funcionários ocorreu por imprudência,
pelo fato dos dois trabalharem sem segurança e com máscaras inadequadas. O gás
que provocou a morte dos dois funcionários, segundo o engenheiro agrônomo Davi
Leite do Nascimento, é resultado da fermentação do milho quando armazenado em
silos.
Postado por: Adir de
Souza
Data: 03/03/06 12:46:52 h
mais um trabalhador perde a vida no trabalho
EMPRESA DE CAL 03/03/2006 - 10h48
Acidente de
trabalho mata homem de 52 anos em Almirante Tamandaré
José Maurício Romeiro,
52 anos, morreu após cair no silo de serragem - local onde o pó da madeira é
armazenado - de uma empresa de cal em Almirante Tamandaré, região metropolitana
de Curitiba. O acidente aconteceu por volta de duas horas da madrugada desta
sexta-feira.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, Romeiro morreu
asfixiado. O corpo do funcionário foi retirado por volta de 7h da manhã.
Segundo um funcionário da empresa, que preferiu não se identificar,
Romeiro trabalhava no forno de cal como foguista. \"O forno funciona 24h por
isso o `horário estranho do acidente\'\", conta. Ainda de acordo com o
empregado, este foi o primeiro acidente na empresa.
A reportagem tentou
ouvir o dono da empresa para saber as condições de segurança dos funcionários,
mas ele não foi encontrado.
Em breve mais informações.
Karlos
Kohlbach - Gazeta do Povo Online
Postado por: Adir de
Souza
Data: 17/02/06 01:09:19 h
RESPOSTA EM DEFESA DA CATEGORIA
Rio
de Janeiro, 10 de Fevereiro de 2006.
Acrescentar
Sr. Adir, as normas
de direito encontram sempre seu fundamento em outras normas jurídicas.
Encadeiam-se de tal sorte a dar origem a um complexo sistema normativo, fora do
qual não podemos imaginar nenhuma regra de direito; ou bem ela se coloca dentro
do sistema, dele passando a retirar sua força obrigatória, ou permanecer fora do
referido sistema, caso em que deixa de existir como regra de direito.
Em
razão disso, as normas jurídicas representam-se hierarquizadas dentro do
sistema. Desde as simples normas contratuais estabelecidas entre particulares,
até a Constituição Federal, forma-se uma autêntica pirâmide jurídica, na qual a
juridicidade de cada norma é haurida da juridicidade da norma superior.
Quando o Sr. Coloca na rede após mais uma de suas discussões com um
companheiro do SINDITEST – RS o seguinte texto “ Sr. Kowacski para o seu governo
este curso e resultado da competência da direção do nosso sindicato e não
precisamos receber nada de ninguém nem da sua opinião, inclusive não há mais
vagas. A nossa competência parece que incomoda? Porque não questiona o que é
verdadeiro o seu apoio ao presidente da sua federação que ganha 2.000 por mês
para não fazer nada?
O seu desrespeito não só com a minha pessoa, mas com a
nossa Entidade está bem claro no Artigo 9º - Os sindicatos filiados estão
sujeitos às penalidades de suspensão e eliminação do quadro social. Observando o
seguinte:
a) serão suspensos os direitos dos sindicatos filiados:
II –
Que desacatarem o Conselho de Representantes ou a Diretoria Executiva.
Diante do exposto o Sr. de acordo com o item D do artigo 9º, deverá preceder
a aplicação das penalidades, sob a pena de nulidade, a audiência do sindicato
acusado, a qual aduzirá por escrito a sua defesa no prazo de 15 dias.
Ficou
bem claro também quando o Sr. menciona “ da sua Federação”, ninguém o está
obrigando a ficar na nossa Federação, só lamento que um estado da grandeza do
Paraná esteja neste momento com um presidente acéfalo.
O Sr. sempre fala em
democracia, ética, mas faz tudo ao contrário, vive sempre discutindo, brigando,
ofendendo os companheiros, tenho recebido muitas reclamações do Sr., inclusive
tenho recebido vários ataques do Sr. Que não respeita ninguém, quando o Sr. Fala
que lhe ameacei por telefone, está colocando palavras que não citei, de qualquer
maneira sugiro que faça uma reflexão do ocorrido, tira umas férias, descanse e
sinceramente espero que ao regressar passe a respeitar todos á sua volta.
Atenciosamente,
Elias Bernardino da Silva Junior
Presidente da Fenatest
LEIA RESPOSTA ABAIXO
Curitiba,
14 de fevereiro de 2006.
Sr. Elias o que me entristece é que enviei seu
e-mail para vários colegas do seu estado e todos foram unânimes em afirmar com
absoluta certeza que o Senhor Não tem capacidade de escrever como está no seu
e-mail, e que deve ter solicitado a ajuda de algum advogado, que pena, queria
ter orgulho da capacidade do presidente da nossa entidade, mas mesmo assim
acredito que já esta melhorando, esta começando a pedir ajuda.
Como o
Senhor citou o Estatuto e está escrito no, artigo 4º letra b) A gratuidade para
o cargo eletivo se senhor está dispensado da empresa em que atua, mas como é de
conhecimento publico e ninguém sabe onde o Senhor Trabalha isto é ilegal e deve
devolver o que já recebeu dos Técnicos do Brasil.
Mas é claro agora vai
querer arrumar um registro frio.
Art. 4º - São condições para
funcionamento da FENATEST:
a) A observância das Leis e dos princípios de
moral e compreensão dos deveres cívicos;
b) Gratuidade do exercício do cargo
eletivo, salvo a hipótese de afastamento do trabalho para o exercício do
mandato.
O absurdo é nos SINDICATOS DE TÉCNICOS do Brasil a grande
maioria não ganha nada faz por idealismo, ideologia como no nosso Estado, por
acreditar e amar esta nossa profissão e trabalham de graça para senhor ganhar
2.000,00 mensais
Com sua resposta o Sr comprova o que afirmei, pois, não
mostrou nada o que faz pela categoria, o Sr só esta ameaçando de expulsão, não
tem o que mostrar, só se nos enviar fotos de abertura de Seminários que a única
atitude que toma para viajar com dinheiro dos Técnicos.
E não tem
formação política e não está preparado para a condução dos destinos da nossa
categoria, da nossa luta, temos colegas mais preparados, para exercer esta
função com competência e espírito democrático.
Necessitamos que o
dirigente nacional da nossa entidade seja respeitado, pelo atores sociais da
nossa área que abra as portas das instituições, para nos ouvir e que o senhor
tem feito é totalmente ao contrário, tanto é que na ocasião da reunião em
Brasília, eu e o Armando é que fizemos as honras da casa de levar nossos colegas
de Sindicatos de outros estados para uma visita e até resolver problemas junto
ao Ministério do Trabalho, e este trabalho deveria ser o papel da Federação, mas
não o fazem.
E tenho certeza absoluta que afirmar que um dirigente
sindical não faz nada, não é desacato, não é desrespeito, o uso da crítica e o
debate contribuem para o crescimento de um coletivo, e o contraditório é um
principio universal do direito.
E apoio incondicional só se dá a um
DITADOR e a crítica faz parte de uma sociedade democrática principalmente quando
isto é fato real constatado por todos os membros de uma categoria a nível
nacional, que a grande maioria dos nossos colegas nem sabe que existe a
Federação e quem conhece não sabe para que serve, porque nunca viu suas ações em
prol dos Sindicatos, ajudando para que os mesmos tenham convenção coletiva de
Trabalho, como temos no Paraná com mais de 40 Sindicatos Patronais, que tenham
piso salarial no seu estado, tanto é que somente Paraná, São Paulo e Goiás,
possuem convenção coletiva de Trabalho devidamente assinada com os Sindicatos
Patronais, o Senhor não conseguiu realizar este trabalho nem no seu estado, como
vai ter capacidade de fazer um bom trabalho a nível nacional se não arruma nem a
sua casa como quer ser dirigente nacional qualquer cidadão menos politizado
veria que precisamos mudar.
Mas ainda acredito no seu bom senso que para
o bem da nossa profissão que o senhor entregará o Sindicato dos Técnicos do Rio
de janeiro para vários colegas que querem trabalhar por acreditarem que podem
fazer com dignidade o trabalho de representar a categoria, que tem idealismo e
ideologia, para defender os interesses da categoria se um Técnico ligar para
entidade ou entrar em contato via eletrônica será atendido de imediato como
fazemos no Paraná e São Paulo, e outros estados o que não acontece no seu
Estado, sindicato de portas abertas o dia todo.
E no caso da Federação
deveria tomar o mesmo destino o senhor tomasse uma atitude altiva digna, para
ficar na historia ser entregue para sindicatos que fazem de verdade a defesa da
categoria, que tem sede, e defendem os interesse dos Técnicos de Segurança do
Trabalho.
Mostra também na sua colocação simplista e legalista que, não
é afeto da democracia que tanto sangue e vidas foram ceifadas e que é uma
conquista da sociedade brasileira, e age da forma mais anti-democrática possível
e um desagregador da categoria que toma a suas atitudes usando um estatuto feito
as escuras, atrasado e anacrônico.
E agora vou mostrar algo mais real,
com estes 2.000,00 (dois mil reais) mensalmente que o Senhor Recebe ilegalmente
que além de tudo é imoral e isto é ética que o Senhor reclamou que comentei não
é justo, pois o dinheiro que entra na Federação é dinheiro de todos os Técnicos
de Segurança do Trabalho do Brasil e são 70.000,00 (setenta mil reais anuais)
dito pelo senhor.
O que se poderia fazer Com os seus 2.000,00 poderia
comprar 12 computadores e acesso a internet para vários Sindicatos que
necessitam não arrecadam quase nada que o estado tem poucos Técnicos atenderia
melhor a categoria, poderiam ter página na internet como alguns sindicato
possuem, e nem no seu estado não tem nada nem página, não sei o que senhor faz,
acredito que além de incompetente de tudo é vadio e preguiçoso.
Na nossa
entidade no Paraná somente em nossa página www.sintespar.com.br temos mais de
40.000 acessos em 1 (um ano) e mais 3.000,00 mensais inclusive de colegas do Rio
de Janeiro que se sentem desamparados, desprotegidos, sem convenção coletiva de
Trabalho, e na pagina do seu estado nada.
http://www.sintestes.com.br/
Espirito Santo
http://www.sintesp.org.br/ São Paulo
http://www.sintestmg.org.br Minas Gerais
E o que é pior a
dependência da Federação que é vergonhosa para todos os profissionais, do
Brasil, que a pagina além de estar fora do ar a meses agora de um mês para cá
quando se acessa abre o portal de um grande grupo empresarial da área de
segurança, isto podemos suspeitar de algo muito errado uma entidade tem que ter
independência ou explicar para os colegas do Brasil inteiro qual é o LINK que
há.?
www.fenatest.org.br
Sr. Elias o senhor deveria ter vergonha do
que aconteceu no evento que tentou realizar no final de 2005 no seu estado,
segundo as pessoas que participaram do mesmo me informaram que quando foi
chamado os as pessoas para montar a mesa de abertura tinha mais autoridades do
que no auditório e as falas dos participantes foi de lamento da sua
incompetência, o Sr. Já sabe que não agrega ninguém ao seu lado, ate o momento
não recebi um e-email em sua defesa, aliás estou recebendo somente parabéns
Um pouco de história para avivar a sua memória eu quero deixar bem
claras minhas posições que nelas não estão contidas nada de pessoal, mas tenho
certeza que não se faz e nem se coordena um movimento nacional de uma categoria
tão importante como a nossa, desta forma, com ódios, mas sim no diálogo, mesmo
nas diferenças, as opiniões diferentes é que fazem o crescimento de uma
sociedade democrática e pluralista.
Ao ser convocado por vários
companheiros para formar uma chapa, para a eleição do Sindicato dos Técnicos de
Segurança do Trabalho no Estado do Paraná, já assumi um compromisso com técnicos
há quem devo minha lealdade, e com as pessoas que representam entidades, ou
organizações irmãs o comprometimento é de ideais políticos e de uma proposta de
trabalho em prol da categoria que representamos, e de temas que afetam toda a
sociedade, e é bom que se diga que não entrei ontem nesta luta, no trabalho de
organização dos técnicos de Segurança do Trabalho, desde 1976, isto é bem antes
de muita gente ser técnico, porque nós éramos ainda Supervisor de Segurança.
Estivemos em Brasília várias vezes de (Ônibus) na CES. Comissão de
Enquadramento Sindical, e conseguimos algo inédito, que é fazer defesa
pessoalmente junto a esta representação, para conseguirmos existir, de fato e
direito.
Após a Regulamentação da Profissão estivemos várias vezes no
MEC, para termos um currículo, e com várias dificuldades pois, havia interesses
de entidades ligadas ao patronato, para ficar com a formação dos Técnicos, que
poderiam ser bons técnicos, mas idiotas com cidadãos.
Trabalhamos muito
para que os técnicos de Segurança do Trabalho tivessem baixado pelo ministério
do Trabalho as Atribuições, que muito profissionais nem sabem que possuem.
Criamos uma entidade nacional, para melhor representar os Técnicos, para
mostrar às autoridades que o movimento era forte e organizado e nacional, a
ANSET, Associação Nacional dos Técnicos de Segurança do Trabalho, que foi para
congregar, e não para fabricar estrelas, foi trabalho conjunto, de pessoas de
vários estados, e dedicação pessoal.
Participamos da Organizamos o 1º
CONTEST, CONGRESSO NACIONAL DOS TÉCNICOS DE SEGRANÇA DO TRABALHO, em outubro de
1986 na cidade de Fortaleza, que o mérito e trabalho maior foi do companheiro
Clézio que mais tarde, fugiu de fortaleza só com a roupa do corpo, para não
morrer, por ter feito denuncias de condições de trabalho degradantes e os
grandes empresários não gostaram. E este evento reuniu mais de 500 técnicos de
todo país, para ouvir palestra técnicas mas acima de tudo discutir assuntos
pertinentes a sua atividade e o encaminhamento de suas lutas, sem o objetivo de
ser um evento lucrativo, ou alguém ganhar dinheiro ou mercantilista com se faz
hoje em dia.
Em 1988 participamos ativamente durante a constituinte,
podemos dizer com orgulho que não teve nenhum membro da constituinte que não
recebeu material sobre Segurança do Trabalho e grupo de representes das então
associações de técnicos de várias partes do Brasil, o Gabinete do então deputado
Federal do Paraná Santinho Furtado era o nosso QG.e usamos telefone e
fotocópias, e de São Paulo o Deputado Cunha Bueno, pessoas que seremos
eternamente gratos, o que existe de Segurança do Trabalho e sobre a eleição e da
e estabilidade, dos membros da CIPA na constituinte e Palavra Segurança junto
com Saúde foi negociado com então centrão grupo de membros da direita dentro do
congresso, e pessoal da área da saúde já fazia lob junto aos constituintes os
que hoje defendem que a vigilância sanitária deve fiscalizar a área do trabalho
e hoje usam a lei 8080 e o Secretario de Segurança do Ministério do Trabalho na
época defendia esta idéia Sr. Riani Costa que depois virou vereador no interior
de São Paulo pelo PT, temos no Sindicato do Paraná as fotos se for necessário
provar.
Participamos da organização do 2º CONTEST, CONGRESSO NACIONAL
DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO, de 10 a 14 de julho de 1989, na cidade de
Florianópolis, evento este que reuniu 800 Técnicos de todo país, e autoridades
da área de prevenção de vários estados, Secretarias do Trabalho, e o evento foi
comandado pelo então presidente do Sindicato dos Técnicos de Santa Catarina, o
Saudoso companheiro Sérgio Roberto Machado, que infelizmente faleceu em acidente
automobilístico no Estado da Bahia, e com a participação ativa do SINTESP.
SINDICATOS DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DE SÃO PAULO E DO
SINTESPAR- - SINDICATOS DOS TÉCNICOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO DO ESTADO DO
PARANÁ e SANTA CATARINA.
E quero salientar ainda, que todas essas
atividades foram realizadas em grupos de pessoas de vários Estados, com esforço
trabalho e dedicação e na maioria das vezes custeadas do próprio bolso, não
citarão nomes para não cometer o erro e a injustiça de esquecer alguém.
Por estas duas últimas décadas, participei de quase todos os movimentos,
sindical e da área de Segurança do trabalho no meu estado e a nível nacional,
Organização de outras categorias, central sindical, e sempre procurei ser
coerente em minhas atitudes com meu discurso.
E quando ironicamente o
Senhor me sugere férias eu lhe respondo que já tirei as minhas férias em Janeiro
para usar os dias nas negociações com os sindicatos patronais, é por este
motivo, que nos temos muitas coisas que no Seu estado não tem para nossa
categoria o Senhor não faz nada e ainda fica pensando em férias?
E para
o bem dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Brasil se afaste do nosso
movimento, e como citou um colega do Paraná o senhor tem efetuado uma ação
predatória para nossa categoria.
Adir de Souza
Presidente do
sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado do Paraná
Postado por: Adir de
Souza
Data: 11/02/06 20:43:46 h
Técnico de Segurança Salva Vida
À DERIVA 11/02/2006 - 19h21
Pai e
filho são resgatados com a ajuda de sistema de segurança de Itaipu
O
monitoramento com radar e câmeras ajudou a salvar pai e filho num barco à
deriva, no lago de Itaipu, neste sábado, em Foz do Iguaçu, no Oeste do estado.
O barco virou com o mecânico Cláudio Oliveira e o filho, Jonas Oliveira,
de 12 anos, e ficou à deriva, mas quando se aproximava das turbinas da
hidrelétrica, foi flagrado pelas câmeras do sistema de segurança da usina.
Como o tempo estava bom, os dois resolveram velejar, mas logo depois
começou a chover e a ventar forte.
O drama dos dois velejadores durou
quase uma hora. Eles ficaram agarrados ao casco da embarcação no meio do
temporal, enfrentando ondas provocadas pelo vento. Jonas disse ao Paraná TV que
o susto foi bastante grande.
O técnico em segurança, Nélcio Klippel, que
estava de plantão na barragem, acionou o resgate. Graças a ele, pai e filho
foram salvos por uma equipe da Marinha paraguaia e por bombeiros que trabalham
na usina.
Gazeta do Povo Online
Postado por: Adir de
Souza
Data: 18/01/06 17:15:59 h
Acidente de trabalho tira a vida de funcionário da WHB
Acidente de trabalho tira a vida de funcionário
da WHB
Vítima caiu dentro de um buraco de 7 metros de profundidade.
Trabalhadores reclamam que a área não estava isolada corretamente
A
falta de segurança no ambiente de trabalho fez mais uma vítima fatal. Ontem dia
17, o funcionário da WHB Usinagem e Fundição (empresa metalúrgica da região da
CIC que fornece peças para montadoras como Renault e Volkswagen-Audi), Éder de
Oliveira Pinto, de apenas 19 anos de idade, perdeu a vida ao cair em um buraco
de 7 metros de profundidade. De acordo com informações dos colegas de trabalho
da vítima, a empresa está construindo uma nova linha de produção e não teve o
cuidado de isolar a área e nem colocar uma placa de advertência no local.
O acidente ocorreu na última segunda-feira, dia 16, nas dependências da
fábrica. O trabalhador foi encontrado somente às 15h15 do mesmo dia, ainda com
vida. Não se sabe ao certo quanto tempo ele ficou dentro do buraco. Assim que
foi localizado, o funcionário foi conduzido ao Hospital do Trabalhador, mas não
resistiu aos ferimentos e faleceu às 19 hrs de ontem. Hoje, dia 18, o Sindicato
dos Metalúrgicos da Grande Curitiba organizou um protesto em frente à empresa,
que fica na Rua Wiegando Olsen, n° 1600, na CIC.
A entidade sindical
também já encaminhou, em caráter de urgência, denúncia à Delegacia Regional do
Trabalho (DRT) e ao Ministério Público, para que seja apurada a responsabilidade
pela morte do trabalhador. Vale lembrar que a WHB já foi autuada diversas vezes
por irregularidades na questão de segurança do trabalho. Nos últimos anos,
vários acidentes já ocorreram na linha de produção da empresa.
Acidente
de trabalho tira a vida de funcionário da WHB
Postado por: Adir de
Souza
Data: 05/12/05 00:09:55 h
SEMINARIO
SEMINÁRIO
ESTADUAL.
NOVAS PERSPECTIVAS DA POLITICA DE SEGURANÇA E SAUDE DO TRABALHADOR
Clique aqui para baixar o folder
Local:
Auditório do
SENAC
Rua André de Barros, 750 - Curitiba
Apresentação:
A
relação de trabalho é um dos vínculos mais fortes estabelecidos pelo homem na
sociedade, em particular no trabalho. Neste contexto as modernas condições de
trabalho caracterizadas pelo uso progressivo de novos processos tecnológicos e
pela intensificação do serviço tem provocado aumento da fadiga e desgaste dos
trabalhadores. O papel da educação e das políticas públicas no processo de
informação e conhecimento dos direitos dos trabalhadores é fundamental para que
se possa resgatar uma nova ética no trabalho fundada na solidariedade e na
construção de novas formas de relações humanas.
OBJETIVOS
GERAL:
Difundir conhecimentos e ações técnicos para prevenir acidentes e doenças
ocupacionais no Estado do Paraná.
ESPECIFICO:
Incentivar ações
regionais com princípio do tripartismo;
Divulgar ações e trabalhos técnicos;
Difundir conhecimentos e trocar experiências;
Debater as relações éticas
no trabalho;
Contribuir para o aprimoramento técnico - cientifico dos
profissionais da área de segurança e saúde do trabalhador.
Público Alvo:
Técnicos de Segurança do Trabalho, Engenheiros, Médicos, Enfermeiros,
Membros de CIPA, pessoas da área de Recursos Humanos, trabalhadores da saúde e
do trabalho, representantes sindicais de trabalhadores e empregadores e demais
interessados.
INSCRIÇÕES GRATUITAS
SETP – CRT – Fone: (41)
3324-8652,
ou pelo e-mail clovisgalhardo@setp.pr.gov.br
SINTESPAR –
Fone: 041-3322-8971
e-mail sintespar@yahoo.com.br
INVESTIMENTO
1
kg de Alimento não perecível que será Doado ao Centro de Educação Infantil Tia
Lúcia.
PROGRAMAÇÃO À TARDE
Dia 12 de dezembro 2005 - Segunda-feira
13h00 – Inscrição
14h00 Abertura oficial
Mesa composta de
Autoridades das seguintes entidades:
Secretaria do Trabalho, Emprego e
Promoção Social.
Secretaria do Estado da Saúde
Delegacia Regional do
Trabalho
Fundacentro - Regional do Paraná
Sindicato dos Técnicos de Seg.
do Trabalho no Estado do Paraná
14h30m – Palestra Abertura
Tema:
NOVAS PERSPECTIVAS DA POLITICA DE SEGURANÇA E SAUDE DO TRABALHADOR
Dr. Marco
Antônio Perez - Coordenador de Saúde do Trabalho - Ministério da Saúde- Brasília
– DF
Coordenador-Geral da 3ª conferência nacional de Saúde do Trabalhador
15h30m às 16:00 – Debates
16h00 às 16h15m - Intervalo – Café
16h15m – Políticas de Saúde e Segurança nos locais de trabalho.
Sr.
Roberto Karam – Presidente do Sindimetal.
Sindicato da industria
Metalúrgica.
Vice-presidente da FIEP Federação das Industrias do Estado do
Paraná
Sr. Marcos Armando Alves Ferreira – Fórum Popular de Saúde
17h30m as 18h00- Debate
18h00 – Encerramento das atividades do
dia
Dia 13 de dezembro de 2005
8h30m-Ações Públicas em Segurança
e Saúde no Trabalho
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
PROMOTORIA DE
ACIDENTES DO TRABALHO
INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL
SECRETARIA
DE ESTADO DA SAÚDE
DELEGACIA REGIONAL DO TRABALHO
10:00 h –
Intervalo 10hs15m - Painel Técnico - Considerações sobre Normas Regulamentadoras
Norma Regulamentadora NR 04 - SESMT
Sr. Adir de Souza – Presidente
do Sintespar. Técnico de Seg. Trab. Da Fundacentro PR, Membro Titular da CTPP e
membro do GTT
Norma - Regulamentadora NR 10 – Instalações e Serviços em
Eletricidade.
Sr. Júlio César Oliveira – Diretor Executivo do Sintespar –
Técnico de Seg. Trab. da COPEL
12hs – Almoço
13h30m -Norma
Regulamentadora NR 31 – TRABALHO RURAL
Sr. Antônio Albari da Silva-Diretor
do Sintespar – Membro do GTT Rural e Técnico da Emater - PR
Segurança e
Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Assistência a Saúde
Norma
Regulamentadora NR 32 –
Dra. Noeli Martins – Médica do Trabalho – Membro do
GTT - e Auditora Fiscal do Trabalho DRT Paraná
14h40m-Experiência do
Comitê Estadual de Investigação de Óbitos e Amputações Relacionados ao Trabalho
Drª Renee Araújo Machado – Procuradora do Trabalho
15h– Intervalo
16 horas: Tecnologia, Vida e Saúde: O Resgate da Ética no Mundo do
Trabalho
Drª Aldacy Rachid Coutinho – Professora da Universidade Federal do
Paraná.
17h00 às 17h30m- Debates
17h30m- Encerramento do
Seminário
Secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social.
Postado por: Adir de
Souza
Data: 11/11/05 11:24:08 h
Montadora teria “camuflado a realidade”
Home - Sexta-feira, 11/11/2005 - Hoje no Paraná-Online -
Tempo - Indicadores Econômicos -
Economia
economia@parana-online.com.br
Montadora teria “camuflado a realidade”
Lyrian Saiki [11/11/2005]
A Delegacia Regional do
Trabalho no Paraná (DRT-PR) recebeu denúncia de trabalhadores da montadora
Audi/Volkswagen, instalada em São José dos Pinhais, e da Associação dos
Trabalhadores Lesionados. Conforme a associação, a direção da montadora teria
camuflado o trabalho pesado feito pelos funcionários. Fiscais da DRT-PR
estiveram na montadora na última terça-feira, conforme havia sido acertado
durante a segunda reunião do Conselho de Política Automotiva (CPA), na semana
passada.
De acordo com a denúncia feita pela associação à DRT-PR, a
direção da empresa, ao alegar que ocorrera um problema no compressor de ar,
teria reduzido a velocidade da linha em 50%. Além disso, a linha de produção do
Golf teria ficado parada durante a inspeção da DRT, e os funcionários
trabalharam somente com a linha do Fox. Ainda segundo os funcionários,
“colocaram duas pessoas para pegar a tampa dianteira e traseira do Fox, quando a
realidade é uma pessoa somente.”
O delegado regional do trabalho,
Geraldo Serathiuk, informou que já esperava este tipo de denúncia de dentro da
fábrica. “Quando entramos neste processo, sabíamos que iríamos receber este tipo
de informação, e tenho certeza de que receberemos muito mais informações ainda”,
disse. Segundo ele, a denúncia feita pelos trabalhadores já se encontra nas mãos
do auditor fiscal que está cuidando do caso.
“Se a empresa estiver de
fato fazendo isso deve saber que está tratando com gente experiente, no sentido
técnico e político”, alertou o delegado. Segundo ele, a DRT tem conhecimentos e
mecanismos de aferição para ver o que está de fato ocorrendo. “A empresa tem que
ter maturidade num momento desses. É melhor ela ajudar do que camuflar a
realidade, para evitar constrangimentos futuros.” Ontem, fiscais da DRT-PR
fizeram inspeção na Renault, e hoje farão na Volvo. A vistoria nas instalações
das três montadoras por fiscais da DRT foi decidida na semana passada. O
objetivo, com isso, é reduzir o número de denúncias de acidentes e doenças
ocupacionais.
A assessoria de imprensa da Audi-Volkswagen informou que a
direção da empresa só vai falar a respeito após a próxima reunião com a DRT,
marcada para semana que vem (dia 16).
Postado por: Adir de
Souza
Data: 03/11/05 11:05:13 h
Governo Requião toma a frente para combate aos acidentes
laborais no Paraná
O Governador Roberto
Requião sai na frente dos demais Estados no combate aos acidentes laborais. Traz
à discussão no dia 25/10/05, por ocasião da reunião semanal do seu secretariado,
as questões relativas à saúde do trabalhador, especialmente daquele que trabalha
nas montadoras.
O Delegado do Trabalho do Paraná, Dr. Geraldo Serathiuk,
fez um relato assombroso do quadro trágico dos acidentados no trabalho em nosso
Estado, esclarecendo que dos 642 acidentes registrados pela DRT, 348 ocorreram
só no setor de armação. Na montagem, foram mais 156 acidentes. No setor de
pintura, outros 65. E no da estamparia, 37 acidentes de trabalho. Serathiuk
ainda denunciou que o trabalhador às vezes é demitido tão logo comece a dar
sinais de que tem uma doença ocupacional.
Requião convocou para
participar também da reunião as montadoras para que pudessem oferecer defesa
contra as acusações dos abusos que vem sendo cometidos, desrespeitando-se a
legislação de segurança e proteção à saúde dos trabalhadores. Mas nenhuma das
montadoras enviou representante à reunião. O Estado do Paraná é o quarto
colocado em acidentes no País e que é campeão mundial de acidentes. No
transcorrer da reunião foram apresentados diversos vídeos demonstrando o quadro
da tragédia da mutilação de trabalhadores, lesionados em serviço.
O
empregador é devedor de saúde e não pode se valer da tese que vem adotando,
dizendo que a responsabilidade pelos acidentes é da Previdência já que pagam o
SAT (Seguro de Acidentes do Trabalho), em percentual variável sobre a folha de
pagamento, dependendo do seu enquadramento, por atividades de risco. Não se
trata de risco social, porque os acidentes não podem ser considerados tragédia.
São passíveis de serem evitados com prevenção. Mas a cultura prevalente ainda é
pela redução dos custos operacionais e por isso não há investimento em saúde e
segurança dos trabalhadores, que tem direito a encontrar no trabalho dignidade e
prazer e não as mutilações e doenças ocupacionais, como vem ocorrendo.
Para agravar a situação dos trabalhadores os acidentes são
subnotificados, ou seja, as empresas não cumprem o que determina o art. 22 da
Lei 8.213/91, que determina a emissão da CAT – Comunicação do acidente, mesmo
nos casos de dúvidas. Diante dessa prática abusiva, os trabalhadores não
conseguem o reconhecimento pelo INSS do benefício acidentário e em conseqüência
ficam desprotegidos, sendo despedidos, tão logo o empregador tome conhecimento
do acidente e ou do desenvolvimento de doença ocupacional. O trabalhador tem
dificuldades na obtenção de provas da doença e do nexo causal (ter ocorrido na
relação de trabalho). Por isso, Serathiuk solicitou do Governador Requião que as
delegacias de polícia passem a receber as denúncias dos trabalhadores,
colaborando na confecção das provas necessárias à configuração do infortúnio
laboral,
O governador Requião já criou no Estado do Paraná a Delegacia
Acidentária. Nossa sugestão é que se amplie a competência dessa delegacia para
abarcar a proposta apresentada por Serathiuk, para que as delegacias do interior
também passe m a receber as denúncias dos trabalhadores.
As montadoras
receberam favores do governo Lerner para se instalarem, em isenção de impostos e
pesadíssimos investimentos do Estado em infra-estrutura. Agora elas têm que dar
a contrapartida. Assegurar emprego digno, sem risco de acidentes, reafirmando
Requião que a Constituição Estadual, no seu artigo 31, prevê que o Estado não
pode manter contratos com empresas que tragam problemas para a segurança dos
trabalhadores. Arrematando, conclui afirmativamente:
“A partir de agora,
qualquer tipo de incentivo para atração de empresas será vinculado às ações
trabalhistas. As empresas estrangeiras, como qualquer outra, têm obrigações
trabalhistas e a reordenação das montadoras é compromisso deste governo”,
Leia mais:
Aumentam acidentes em montadoras
Redação/O Estado do
Paraná [26/10/2005]
Foto: Márcio Machado/SECS
Serathiuk propôs que as
delegacias de polícia passem a receber as denúncias dos trabalhadores.
A
saúde do trabalhador, especialmente daquele que atua nas montadoras de veículos
do Paraná, foi alvo de discussão ontem, durante reunião semanal do secretariado.
Segundo a Delegacia Regional do Trabalho (DRT), o Paraná é o quarto em número de
acidentes do trabalho no País. Na ocasião, representantes dos metalúrgicos
denunciaram as más condições de trabalho.
O governador Roberto Requião
reiterou que a Constituição Estadual, no seu artigo 31, prevê que o Estado não
pode manter contratos com empresas que tragam problemas para a segurança dos
trabalhadores. “A partir de agora, qualquer tipo de incentivo para atração de
empresas será vinculado às ações trabalhistas. As empresas estrangeiras, como
qualquer outra, têm obrigações trabalhistas e a reordenação das montadoras é
compromisso deste governo”, afirmou.
Segundo Requião, a quantidade de
denúncias de acidentes e doenças ocupacionais em montadoras de carros, recebidas
pela DRT e pelo Ministério Público do Trabalho vem crescendo. Em uma delas,
encaminhada por um trabalhador no final do mês de agosto, mostra que apenas no
primeiro semestre desse ano, em uma montadora da região, aconteceram 642
acidentes de trabalho.
Os números apresentados pelo governador foram
confirmados pelo delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk. Dos 642
acidentes, detalhou o delegado, só no setor de armação foram constatados 384
acidentes. Na montagem, foram mais 156 acidentes. No setor de pintura, outros
65. E no da estamparia, 37 acidentes de trabalho. Serathiuk ainda denunciou que
o trabalhador às vezes é demitido tão logo comece a dar sinais de que tem uma
doença ocupacional.
Segundo dados da DRT, o Paraná é o quarto do País em
acidentes de trabalho. “Cerca de 220 trabalhadores morrem por ano, sendo 30 mil
acidentes registrados. Nas empresas, raras são as cláusulas de defesa e
segurança”, afirmou. Muitas das causas dos acidentes, disse, também estão
relacionadas ao ritmo frenético por aumento da produção. “Muitos funcionários
assim que sofrem lesões e são afastados das empresas entram em uma lista negra
das empresas para não conseguirem mais trabalho”, acrescentou o delegado.
Estratégia
Chefe da Perícia do INSS no Paraná, Simplício Carlos Barbosa
revelou outra estratégia utilizada pelas montadoras: a tentativa de
descaracterizar o real estado de saúde dos trabalhadores lesionados. Responsável
pelos benefícios previdenciários, o INSS atende casos como auxílio-doença e
aposentadoria por invalidez. “Nossos dados de 2000 a 2005 mostram que as
montadoras da Região Metropolitana de Curitiba apresentaram índices com
acentuados aumentos de auxílio-doença em problemas de coração, por exemplo. Já
por acidentes de trabalho, os níveis encontram-se estáveis”, afirmou. “Sem
dúvida, há suspeita de poucas ou subnotificações sobre a quantidade de acidentes
registrados nas indústrias”, avaliou.
Na ocasião, Serathiuk propôs ao
governador que, a exemplo de cidades industriais, como São Paulo, e do
Ministério Público Estadual (MPE) - que tem uma promotoria especializada em
acidentes de trabalho - as delegacias de polícia, das cidades onde tenham
maiores índices de acidente, passem a receber denúncias e a fazer inquérito
policial para investigar e constituir provas a favor dos trabalhadores. “Pois os
trabalhadores têm tido dificuldades em constituir prova dos acidentes, em razão
dos contratos terceirizados por tempo determinado, quando a empresa constata
algum problema de saúde já demite o funcionário”, falou.
O delegado regional
do Trabalho também sugeriu ao governador a criação de um Grupo de Trabalho que
levante o verdadeiro cenário dos acidentes de trabalho no Paraná.
Montadoras
A Renault do Brasil, que tem a planta instalada em São José dos Pinhais,
informou através da assessoria de imprensa que “a preservação da saúde e a
segurança dos funcionários são valores fundamentais para a Renault do Brasil.”
“A empresa tem o compromisso de atender a legislação, bem como as diretrizes
corporativas”, afirmou a assessoria, lembrando que a fábrica tem certificações
internacionais como a Ainf, de gerenciamento de saúde.
Fonte:
http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=169848&caderno=6
Fonte: Jornal O Estado do Paraná
Postado por: Adir de
Souza
Data: 21/10/05 14:08:56 h
Convite aos Técnicos de Segurança do Trabalho e
Prevencionistas
Convite aos Técnicos de Segurança do
Trabalho e Prevencionistas
precisamos levar quanto mais gente
melhor,
acidentados, doentes, gente que precisa do estado, pode levar quem
vc
achar
melhor, se tiver pouca gente o Governo pode dizer que ninguem
se preocupa
com os Acidentados no Trabalho nossos colegas Técnicos de
Segurança do
Trabalho devem pedir dispensa da empresa para comparecer neste
ato publico
para mostrar a nossa
força este é o momento de levarmos as
denuncias das más condiçoes de
Trabalho
hora 08:00 horas Museu Oscar
Niemeyr antigo audirtorio do edificio Castelo
Branco
Jornal o estado
do Paraná 21/10/05 coluna Panorama
Acidentes de trabalho
O
presidente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado
do
Paraná (Sintespar), Adir de Souza, esteve na Delegacia Regional do Trabalho
(DRT/PR) para pedir ao delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk,
que
solicite ao governador Roberto Requião a ampliação da discussão do
problema
dos acidentes de trabalho em montadoras no Paraná para outras
atividades e
segmentos econômicos.
O assunto será pauta da audiência
pública que acontece na próxima
terça-feira (dia 25), às 8h, no Museu Oscar
Niemeyer. \"Também são altos os
índices de acidentes dentro dos bancos,
hospitais, frigoríficos e
madeireiras, entre outros\", afirmou Adir, que
participará da audiência.
Postado por: Adir de
Souza
Data: 20/10/05 17:06:19 h
OS TRABALHADORES DO PARANÁ PEDEM SOCORRO
A famosa reunião das terças feira do governador Roberto
Requião a chamada (escolinha) irá debater um fato inédito Segurança e saúde no
Trabalho, irão dizer que é demagogia de época de eleição, mas por outro lado
nunca na historia deste país um Governador tocou neste tema que é sensível, pois
mostra as falta de respeito do capital com os seus “colaboradores”.
A
concepção de democracia como vemos nos livros e num Brasil de hoje em pleno
estado de direito como valores já consagrados pela sociedade, o que não ocorre
nos locais de Trabalho no chão de fábrica se o trabalhador tivesse a liberdade
de recusa ao executar uma tarefa que tenha risco a sua integridade física e isto
ainda é um dos maiores causadores de acidentes do trabalho, e é claro em
conjunto com os salários miseráveis.
A concepção de cidadania, que
norteia (pensar uma palavra mais adequada) a Constituição Federal, inclui a
garantia do direito ao trabalho, à saúde e à previdência social, entre outros,
que decorrem dos modelos de desenvolvimento adotados pelo país.
Em 2003,
os gastos da Previdência Social foram de 8,2 bilhões de reais com pagamento de
benefícios acidentários e aposentadoria especial (concedida em face de exposição
a agentes prejudiciais à saúde ou integridade física, com redução no tempo de
contribuição). Todavia, como decorrência da falta de uma política articulada,
não é possível saber quanto se gasta atualmente no país com SST. Todos os
valores disponíveis são estimados.
Segundo Pastore, em um dos poucos
estudos feito sobre o tema, para cada real gasto com benefícios previdenciários,
há um custo total para a sociedade de quatro reais, incluindo gastos com saúde,
horas de trabalho perdidas, reabilitação profissional, custos administrativos
etc. Esse cálculo eleva a um custo total para o país de aproximadamente 33
bilhões de reais por ano, não sei se o foco de aftosa causa tanto prejuízo assim
e quem sofre mais com este fato parece que é o boi que é sacrificado e os
acidentes do Trabalho nunca foi prioridade de nenhum Governo porque não aparece
na imprensa e como se diz não dá mídia.
É louvável a atitude do
governador esta grande empresa não pode vir para cá e trazer doenças e levar o
lucro, Mas não precisamos ir tão longe há poucos meses uma jovem perdeu a mão e
parte do ante braço e veio de Araucária para Curitiba no hospital do
trabalhador, com a sua mão presa à máquina por horas, somente por este fato vale
tentar fazer algo e trabalhando em um supermercado que parece inofensivo e
denunciamos ao Ministério Publico do Trabalho que está tomando as devidas
providencias, quem sabe agora algumas secretarias de estado tenham um programa
estabelecido de Gestão em Segurança e Saúde no Trabalho as empreiteiras da Copel
da Sanepar os trabalhadores da Saúde no Paraná, e para constatar é só vermos os
relatórios da 4ª conferencia Estadual de Saúde do Trabalhador que aconteceu
neste ultimo final e Semana em Curitiba, o Secretário de Estado da saúde ficou
assustado pois viu que sua pasta nunca teve um programa estabelecido de Gestão
nesta área de Saúde do Trabalhador até Chamou as Centrais sindicas, e vai criar
uma Comissão para discutir o assunto.
Os Agrotóxicos no Paraná matam
mais de 150 trabalhadores a cada ano sem contar os doentes intoxicados pelo
resto da vida e os grandes fabricantes são todas Multinacionais também que fazem
reunião no interior do estado demonstrando seus produtos ainda dão um boné aos
agricultores e chamam o veneno de “defensivo agrícola” e o único país do mundo
que usam esta denominação, e usam em nosso país produtos (venenos) proibidos em
seu país de origem.
Quem ouve rádio sabe quantos acidentes de Transito
aconteceu nesse ano em Curitiba, eu desafio alguém a nos informar quantos
acidente de Trabalho aconteceu na semana passada em Curitiba ninguém sabe, os
comunicados vão para INSS, que não passa para O Ministério do Trabalho não
existe nada integrado nesta área e recebemos noticias em tempo real do mundo, o
Ministério do Trabalho não tem dinheiro para pagar diária para seus Auditores,
muitos fazem seus relatórios em suas casas por falta de computador e meu neto no
ensino fundamental de escola publica municipal usa computador de ultima geração,
é necessário o esforço de toda a sociedade para com este lastimável dano aa
saúde dos trabalhadores e os que auferem o lucro assumam as sua
responsabilidades.
O trabalho, compreendido como toda transformação da
natureza para benefício do homem, além de necessário para a manutenção da vida
humana, é importante fator na definição das condições de saúde de cada
indivíduo.
O emprego de novas tecnologias, novas práticas gerenciais e a
incorporação de novas matérias primas aos processos de trabalho têm repercussão
direta sobre a morbi-mortalidade dos trabalhadores.
Adir de Souza
Presidente do Sindicato dos Técnicos de
Seg. Trabalho no Estado do
Paraná
Diretor Nacional de Segurança e Saúde da SDS - Social Democracia
Sindical
Membro Titular da CTPP da Bancada dos Trabalhadores
Membro do
GTT da NR-4
Membro do GTT da Convenção 174 da OIT
Técnico de Segurança
do Trabalho da
FUNDACENTRO PARANÁ
041- 3353-5222
www.sintespar.com.br
Contatos 041- 3322-8971
Cel 9113-2506
Postado por: Adir de
Souza
Data: 18/10/05 12:39:03 h
GOVERNADOR TOMA ATITUDE?
O
Governador Robero Requião(PMDB) irá realizar uma audiencia pública na proxima
reunião da escolinha dia 25/10/05 para tratar do problema dos acidentes e
doenças relacionadas ao Trabalho Trabalho e renuncia fiscal para as montadoras,
e convidou o Delegado do Trabalho no Paraná Geraldo Serathiuk, para moderar o
debate entre os atores sociais, Ministerio Público do Trabalho, INSS,Sindicato
dos Metalurgicos,Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Paraná
Postado por: Adir de
Souza
Data: 04/10/05 15:37:14 h
NÚMERO DE ACIDENTES NO TRABALHO É O PIOR DOS ÚLTIMOS 12
ANOS
NÚMERO DE ACIDENTES NO TRABALHO É O
PIOR DOS ÚLTIMOS 12 ANOS
Os números de acidentes e mortes no
trabalho aumentaram. Esta é uma das constatações que podem ser feitas com base
nos dados do Anuário Estatístico da Previdência Social 2004 (AEPS 2004),
divulgado esta semana pelo Ministério da Previdência. Os registros, que em 2003
somavam 399.077 acidentes, no ano passado cresceram para 458.956 casos - um
acréscimo de 15%. As mortes, que também em 2003 registravam 2.674 ocorrências,
subiram para 2.801 casos em 2004, evidenciando um aumento de 8%.
De acordo
com os dados oficiais, a indústria lidera o ranking dos acidentes: foram 211.559
ocorrências em 2004. Em segundo lugar está o setor de serviços - que é também o
segmento que mais gera doenças ocupacionais - responsável por 202.566 registros.
O setor de transformação reponde por 169.618 acidentes. Já a agricultura,
representa 8% do número total de infortúnios, com 37.197 casos.
Conforme
as informações apresentadas no Capítulo 30 do AEPS 2004, o registro mais comum,
de acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID) são os ferimentos
do punho e da mão, que caracterizam 14% dos acidentes de trabalho no país.
O documento divulga ainda a faixa etária dos trabalhadores mais afetados
pelos incidentes: 20 a 29 anos. Confira a análise completa dos dados do AEPS na
edição de novembro da revista Proteção.
Fonte: Revista Proteção -
30/09/05
Postado por: Adir de
Souza
Data: 15/09/05 12:31:44 h
Viagens de ônibus serão mais seguras no Paraná
Viagens de ônibus serão mais seguras no Paraná
A
partir desta quinta-feira (15), todos os ônibus que prestam serviços de
transporte intermunicipal nas rodovias paranaenses estarão obrigados a informar
aos passageiros sobre a localização e operação das saídas de emergência dos
veículos e como proceder em casos de acidentes. Além disso, estão proibidos de
permitir o consumo de cigarro e de qualquer outro tipo de fumo durante a viagem
e ainda reforçar a obrigatoriedade do uso do cinto de segurança.
A
determinação é baseada na Lei Estadual n.º 14.652, cujo decreto foi publicado em
junho deste ano. De acordo com ela, todas as informações devem ser transmitidas
antes da partida.
As orientações serão dadas oralmente pelo próprio
motorista, que pode ser auxiliado ou substituído por meios audiovisuais. A
resolução recomenda ainda a existência de folhetos contendo todas as informações
e desenhos esquemáticos do veículo.
Desde a sanção do governador Roberto
Requião, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão responsável pela
regulamentação do transporte intermunicipal no Estado, vem trabalhando com as
empresas para que elas se adaptem às novas exigências.
“Foram cerca de
90 dias para que as empresas pudessem se adequar às novas regras e dar mais
segurança aos seus passageiros”, explica o secretário dos Transportes, Waldyr
Pugliesi.
Para Pugliesi, a obrigação confere mais segurança na prestação
dos serviços de transporte coletivo. “Assim como acontece no transporte aéreo, o
passageiro do transporte rodoviário está sujeito a riscos e essas novas
determinações pretendem minimizá-los”, diz.
O diretor-geral do DER,
Rogério Tizzot, informa que a fiscalização do Departamento, que já realiza
operações constantes, fica responsável agora por garantir o cumprimento da lei
sob pena de multa já a partir do primeiro dia de vigor.
“As equipes de
fiscalização do DER passam a observar o cumprimento das novas regras já no dia
15. Mas as regras não devem ser um problema para as empresas, já que o tempo de
adaptação foi razoável e com orientação do DER. Além disso, temos notícia de que
boa parte delas já opera segundo a resolução”, anaslisa.
MUDANÇAS
1.
A partir de agora, as empresas serão obrigadas a (via oral ou vídeo e também por
meio de folhetos explicativos):
2. Indicar as saídas de emergência do
veículo para os casos de acidentes e/ou emergências;
3. Indicar o
correto acionamento e manuseio dos mecanismos de saída de emergência do veículo,
nos casos de emergência e/ou acidentes;
4. Dar instruções de segurança
que orientem os passageiros como agir e se comportarem nos episódios de
acidentes e/ou emergências;
5. Orientar para a proibição do cigarro ou
qualquer outro fumo durante a viagem;
6. Orientar para o uso do cinto de
segurança – obrigatório apenas em veículos produzidos depois de 1999;
7.
Trocar a cor das cortinas nas janelas de saídas de emergência pela cor vermelha
e a inscrição na cor branca (e de forma contrária, caso as demais cortinas já
sejam vermelhas.
Da AEN
Postado por: Adir de
Souza
Data: 14/09/05 10:50:05 h
economia SOLIDÁRIA
Cidades cidades@parana-online.com.br
Trabalhadores com serviço e renda própria
Joyce Carvalho
[14/09/2005]
João de Noronha / GPP
Catadores de lixo nas
ruas de Curitiba: exploração ainda existe.
Emancipar os
trabalhadores dos setores de confecção e reciclagem de lixo, muitas vezes
explorados pelos patrões ou atravessadores, é o impulso para a criação de uma
rede de cooperativas de economia solidária no Paraná. A iniciativa parte da
Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS) da Central Única dos Trabalhadores
(CUT) e da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) no Paraná. A economia solidária
se caracteriza pela organização dos trabalhadores para a geração própria de
serviço e renda.
Segundo Sérgio Athayde, do escritório paranaense da
ADS, as pessoas que trabalham na coleta de lixo para a reciclagem sofrem nas mão
dos atravessadores em regime de trabalho semi-escravo. Pagam aos \"patrões\" o
aluguel do depósito (onde também moram) e do carrinho.
No segmento do
vestuário, o problema está nas pequenas empresas que montam peças de roupa,
principalmente calças jeans, no norte e noroeste do Estado. \"São excessos nas
jornadas de trabalho, locais com condições precárias, sem registro em carteira,
entre outros. Essas empresas abrem e fecham em várias cidades, deixando os
trabalhadores na mão\", afirma.
O objetivo de formar uma rede de
cooperativas para os empregados nestes dois setores é capacitar
profissionalmente, valorizar o produto, alcançar melhor posição no mercado e
gerar mais renda. \"A rede dá escala na comercialização e valorização do
produto\", explica Athayde.
No caso da reciclagem de lixo, já existem
dois pólos com associações e cooperativas nas regiões de Maringá e Londrina. A
expansão acontecerá primeiramente no interior do Estado, segundo Athayde, em
cidades como Jacarezinho, no Norte Pioneiro, e Foz do Iguaçu, no Oeste. No setor
de vestuário, as cooperativas ainda serão criadas.
O delegado regional
do trabalho, Geraldo Serathiuk, conta que já existe o auxílio aos trabalhadores
organizados para a construção de barracões e compra de equipamentos nas
cooperativas. Os recursos para a criação da rede serão obtidos junto ao
Ministério do Trabalho (MT) e governo do Paraná. O ministro do Planejamento,
Paulo Bernardo, também garantiu apoio. Serathiuk acredita que em até quinze
dias, o governador Roberto Requião dará a sua posição sobre o apoio. Se tudo der
certo, a composição da rede pode começar ainda este ano, incluindo a capacitação
dos trabalhadores. Até o momento, existem 605 cooperativas de economia solidária
no Paraná.
Postado por: Adir de
Souza
Data: 06/09/05 13:32:05 h
Montadoras fecham o semestre com recorde assustador
Solicito aos colegas da área prevencionistas
para enviar esta matéria para a sua lista de e-mails, temos que enaltecer a
atitude de uma Autoridade que se sensibiliza com os fatos que ocorrem nos locais
de Trabalho e toma atitude sem medo de se expor e as Denuncias de nosso
Sindicato é sempre atendida no Paraná e tem solicitado apoio do Ministério
Publico do Trabalho para eliminar condições de trabalho indignas.
A
ainda relatou o fato ao Governador Roberto Requião e lembrou ao mesmo a nossa
constituição estadual conforme artigo abaixo
CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO
PARANÁ
Art. 31 - Ao Estado é vedado celebrar contrato com empresas que
comprovadamente desrespeitarem normas de segurança, de medicina do trabalho e de
preservação do meio ambiente.
Adir de Souza
Presidente do Sindicato dos
Técnicos De Segurança do Trabalho no Estado do Paraná
Delegacia Regional do Trabalho no Paraná - Seção de
Comunicação Social.
02/09/2005
Montadoras fecham o semestre com recorde
assustador
de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.
Denúncia de
acidentes e doenças ocupacionais em montadoras de carros vem crescendo de forma
assustadora junto à Delegacia Regional do Trabalho (DRT/PR). Na última,
encaminhada por um trabalhador no final do mês de agosto, mostra que apenas no
primeiro semestre desse ano, em uma montadora da região, aconteceram 642
acidentes de trabalho. Segundo o denunciante, no setor de armação foram 384
acidentes; na montagem aconteceram 156; no setor de pintura 65; e na estamparia
37 acidentes de trabalho.
Nuncio Manalla, diretor do Sindicato dos
Metalúrgicos de Curitiba e que representa a entidade sindical no Conselho
Consultivo da Previdência Social, que também esteve na DRT e afirmou que a
Volkswagen, por exemplo, nos quatro anos que está atuando no Paraná já afastou a
mesma quantidade de trabalhadores que estão atualmente trabalhando na empresa.
Ou seja, mais de 3 mil trabalhadores afastados nesse período. Já a Renault, em
2004, abriu 112 Comunicação de Acidentes de Trabalho (CAT´s), sendo que destas
89 foram afastadas por Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho
(Dort).
Segundo o delegado regional do Trabalho, Geraldo Serathiuk, estes
números são muito maiores e mais graves, pois muitas empresas não fazem a CAT
(Comunicação de Acidentes de Trabalho) e usam de contratos por tempo determinado
e de rotatividade de trabalhadores para não caracterizar a doença ocupacional,
impossibilitando a cobertura previdenciária, deixando os trabalhadores em
condições de abandono. “Tenho recebido trabalhadores jovens em meu gabinete que
me deixam emocionados com a situação de saúde, pois se encontram sem cobertura
previdenciária e impossibilitados de voltar ao mercado de trabalho”, lamenta.
Para o delegado do Trabalho, isso é um crime revoltante. “Não posso
concordar que empresas que vieram se instalar no Paraná, à custa de renúncia
fiscal e com apoio de crédito, estejam cometendo um crime com o nossos
trabalhadores”, complementa Serathiuk, que diz ainda que é preciso dar um basta
nesta situação.
Serathiuk solicitou à Seção de Relações e de Fiscalização do
Trabalho da DRT que, em conjunto com o sindicato e empresas, promovam uma mesa
de negociação, com o objetivo de elaborar um Termo de Ajuste de Conduta. “A
intenção é implementar uma política de prevenção de doenças ocupacionais e de
acidentes de trabalho”, frisa.
Frigoríficos e cooperativas - Esta situação
não é muito diferente em parte do setor dos frigoríficos e cooperativas. “Vejo
gente soltando foguete com crescimento das exportações do setor, sem levar em
conta o subproduto do crescimento, que é a falta de investimento em políticas de
prevenção de acidentes, deixando trabalhadores em situação de desamparo. Tem
gente que recebe homenagem e não faz CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho)”,
fala Serathiuk.
De acordo com ele, muitas vezes, esse desrespeito ao
trabalhador tem o apoio de linhas de crédito de bancos públicos ao setor
produtivo, “o que é um absurdo”, enfatiza. “Defendo que só poderia liberar
crédito para quem respeita as normas e as Convenções Coletivas, que definem o
nível salarial e as condições de saúde e segurança no trabalho”, conclui o
delegado do Trabalho, dizendo ainda que não podemos continuar lendo manchetes em
jornais como “Montadoras fecham mês com recorde de vendas”, publicada dia 02 de
setembro e “Cresce exportações das cooperativas e frigoríficos”, do dia 19 de
agosto, e achar que esta tudo bem.
Assessoria de imprensa
Renata Souza
(jornalista)
comunicacao.drtpr@mte.gov.br
41 3219-7774 / 9644-9122
CONSTITUIÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ
Art. 31 - Ao Estado é vedado
celebrar contrato com empresas que comprovadamente desrespeitarem normas de
segurança, de medicina do trabalho e de preservação do meio ambiente.
Postado por: Adir de
Souza
Data: 01/09/05 08:50:06 h
Parabéns
Prezado companheiro Adir
Recebi o seu e-mail, consultei as fotografiase e pude apreciá-las.
Recordei o dia da posse da diretoria do SINTESPAR, ocasião em que vocês
sacudiram minhas emoções com aquele gesto de homenagear a mim e a minha
grande companheira, amiga e comadre nancy.
Naquela festa pude
constatar o seu prestigio e liderança junto aos
profissionais
prevencionistas, à comunidade, com os politicos e com as
autoridades.
Com o seu trabalho sério e da sua diretoria, vocês conquistaram o
respeito de todos, respeitando e prestigiando as personalidades e os amigos
do passado, do presente. Dessa forma garantindo nosso futuro que será
com certeza de muito progresso. seguimos pois, nossos trilhos, os quais
soubemos muito bem assentá-los sobre bons dormentes.
Percebi também a
bonita participação dos seus familiares em especial da
senhora sua esposa
que nesses últimos anos tem sido o seu esteio no
desempenho das atividades
do nosso sindiciato que por certo esta em ótimas
mãos.
Parabéns a todos:
Toda Diretoria, seus familiares e aos nossos colegas
prevencionistas
representados pelo sindicato (vocês).
Um grande abraço deste amigo que muito
lhes estima.
Elias Martins
Postado por: Adir de
Souza
Data: 25/08/05 14:22:56 h
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Postado por: Adir de
Souza
Data: 18/08/05 16:17:39 h
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Postado por: Adir de
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Data: 11/08/05 12:45:12 h
A DEPRIMENTE HISTÓRIA DA AFL-CIO
A DEPRIMENTE HISTÓRIA DA AFL-CIO
A recente divisão
da AFL-CIO constitui-se em mais um trágico capítulo na história do sindicalismo
nos EUA. Na sua origem, ele até teve um glorioso papel nas lutas do
proletariado. Em meados do século XIX, devido à acelerada expansão capitalista
no país, a sua jovem e aguerrida classe operária criou os primeiros sindicatos
e, no bojo da ascensão de suas lutas, fundou a Federação Americana do Trabalho
(AFL), em 1881.
O seu principal mentor foi Samuel Gompers. Pouco depois,
em 1886, ocorreram 5 mil greves pela redução da jornada para oito horas
semanais. A repressão policial foi brutal e resultou no assassinato dos
“Mártires de Chicago” – episódio originário das comemorações do Dia
Internacional dos Trabalhadores. <